Concurso tem 1.275 vagas para soldado fuzileiro naval

A Marinha do Brasil divulgou a abertura do concurso para preencher 1.275 vagas para o curso de formação de soldados fuzileiros navais, com remuneração de R$ 1.100. Inscrições a partir de 14 de março.

Redação   Publicado em 16/02/2011, às 14h25

A Marinha do Brasil por meio do Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais (CPesFN) realiza concurso para preencher 1.275 vagas para o curso de formação de soldados fuzileiros navais, os postos estão distribuídos em duas turmas, I/2012 E II/2012.

Para se candidatar é necessário ter, no mínimo, 18 anos até 31 de dezembro de 2011 e, no máximo, 21 anos de idade até 31 de dezembro de 2012; ter concluído o ensino fundamental; ter altura mínima de 1,54 m e máxima de 2,00 m entre outros requisitos listados no edital de abertura da seleção.

As inscrições devem ser feitas a partir das 8h do dia 14 de março até as 23h59 de 14 de abril, pelo site www.mar.mil.br/cgcfn. A taxa de participação é de R$ 20.

Os classificados serão matriculados no curso e receberão R$ 550 por mês de ajuda de custo, após a aprovação serão nomeados soldados fuzileiros navais e passarão a receber R$ 1.100.

As aulas têm aproximadamente 17 semanas de duração e serão conduzidas no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA), Rio de Janeiro ou, simultaneamente, no Centro de Instrução e Adestramento de Brasília (CIAB).

O aprovado poderá servir a Marinha Brasileira nas seguintes cidades: Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande (RS), Brasília (DF), Ladário (MS), Belém (PA), Manaus (AM), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Natal (RN).

Seleção

O processo seletivo será realizado em seis etapas, a primeira é o exame de escolaridade, de caráter eliminatório e classificatório, constituído de uma prova escrita abrangendo português e matemática. O teste terá duração de 3h e será realizado no dia 31 de maio às 10h, sendo que os portões fecharão às 9h.

A verificação de dados biográficos é a segunda fase da seleção e tem como propósito analisar o indivíduo em relação às infrações penais que ele possa ter cometido e também verificar sua conduta moral e social. Para isso o candidato preencherá um questionário.

A terceira etapa é a inspeção de saúde, ou seja, perícia médica realizada pela Junta Regular de Saúde, para verificar se o concorrente preenche os padrões psicofísicos estabelecidos nas normas da Diretoria de Saúde da Marinha.

Já o quarto processo é o exame psicológico, que visa selecionar os que têm os melhores prognósticos de adaptação à vida militar-naval, para isso será avaliado o aspecto intelectivo e o personalógico.

O teste de suficiência física é o quinto estágio da seleção e é composto de um prova com as seguintes modalidades: natação, corrida, flexão na barra e abdominal.

A última etapa consiste na verificação de documentos. É necessário que os classificados apresentem certidão de nascimento, certificado de alistamento militar, certificado ou declaração de conclusão do ensino fundamental, histórico escolar, título de eleitor, certidão de quitação eleitoral, CPF, comprovante de situação cadastral do CPF, carteira de identidade civil ou militar, cartão com o número do PIS/PASEP e carteira de trabalho; caso seja filho ou dependente de militar ou funcionário civil da Marinha Brasileira, entregar contracheque do responsável.

Carolina Pera

Veja também

Oferta do dia: assinatura semestral Área VIP JC com 75% de desconto

Correios: Empresa confirma realização do concurso de 8 mil vagas

TRT 1ª Região/RJ: Inscrições abertas para 63 vagas de até R$ 6,6 mil

Sobre Marinha - Marinha do Brasil

Marinha do Brasil pertence as Forças Armadas do Brasil e é responsável por conduzir operações navais. É a maior da América do Sul e da América Latina e a segunda maior da América, depois da Marinha dos Estados Unidos.

A Marinha esteve envolvida na guerra de independência do Brasil. Por volta de 1880, a Armada Imperial Brasileira era a mais poderosa da América do Sul. Após a rebelião naval de 1893, houve um hiato em seu desenvolvimento, até 1905, quando o Brasil adquiriu dois dos dreadnoughts mais poderosos e avançados da época, o que provocou uma corrida armamentista naval com as nações vizinhas, sobretudo a Argentina e Chile. A Marinha do Brasil participou na Primeira Guerra Mundial e na Segunda Guerra Mundial, participando de patrulhas anti-submarinos no Atlântico.