Marinha abre oportunidades para capelães navais

As taxas de cadastro correspondem ao valor de R$ 45. Para concorrer, é necessário ter três anos de experiência em atividades pastorais

Camila Diodato   Publicado em 24/06/2014, às 12h47

Estão abertas as inscrições do concurso público da Marinha para preencher seis vagas na função de capelão naval. Os interessados devem se inscrever até 15 de julho pelos sites www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressonamarinha.mar.mil.br e pagar uma taxa de R$ 45.

Dentre as oportunidades, quatro destinam-se para sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, uma para pastor da Igreja Assembleia de Deus e uma para pastor da Igreja Batista. Para concorrer, é necessário possuir, no mínimo, três anos de experiência em atividades pastorais e ter idade entre 30 e 41 anos.

A seleção constará de prova escrita de conhecimentos profissionais, redação, inspeção de saúde, teste de aptidão física, verificação de dados biográficos e curso de formação de oficiais.

As avaliações escritas acontecerão em datas e horários que serão informados a partir de 18 de agosto na página eletrônica da DEnsM  (Diretoria de Ensino da Marinha) ou nas ORDI (Organizações Responsáveis pela Divulgação).

Os exames serão aplicados nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vila Velha (ES), Salvador (BA), Natal (RN), Olinda (PE), Fortaleza (Ceará), Belém (PA), São Luís (MA), Rio Grande (RS), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Ladário (MS), Brasília (DF) e Manaus (AM).


APOSTILAS PARA CONCURSOS - CLIQUE AQUI.

Sobre Marinha - Marinha do Brasil

Marinha do Brasil pertence as Forças Armadas do Brasil e é responsável por conduzir operações navais. É a maior da América do Sul e da América Latina e a segunda maior da América, depois da Marinha dos Estados Unidos.

A Marinha esteve envolvida na guerra de independência do Brasil. Por volta de 1880, a Armada Imperial Brasileira era a mais poderosa da América do Sul. Após a rebelião naval de 1893, houve um hiato em seu desenvolvimento, até 1905, quando o Brasil adquiriu dois dos dreadnoughts mais poderosos e avançados da época, o que provocou uma corrida armamentista naval com as nações vizinhas, sobretudo a Argentina e Chile. A Marinha do Brasil participou na Primeira Guerra Mundial e na Segunda Guerra Mundial, participando de patrulhas anti-submarinos no Atlântico.