A realização de uma terceira edição do Concurso Nacional Unificado está em pauta, segundo a ministra da Gestão, Esther Dweck

Uma terceira edição do Concurso Nacional Unificado está em pauta e pode ser realizada em 2027. A confirmação foi feita nesta terça-feira, 16 de dezembro, pela ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck, durante entrevista ao programa "Bom dia, ministra". Porém, ela reforça que tudo depende do que ocorrerá em 2026, após a eleição presidencial.
Desta forma, não há expectativa de realização do concurso unificado em 2026, ano que deve contar com foco na nomeação dos aprovados no certame já realizado. Sobre eventuais certames avulsos, disse que é necessário primeiro aprovar o orçamento federal, para verificar as condições
Porém, a ministra reforça que a necessidade ainda existe. Neste sentido, ressalta que o governo contou com uma perda de pessoal de aproximadamente 160 mil servidores desde 2015, quantitativo que as duas edições do certame unificado não foram consideradas suficientes para suprir.
Sobre a possibilidade de nova seleção, disse a ministra:
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"A minha expectativa e continuando um governo que de fato se preocupa em fazer essa renovação e manter os quadros atualizados e no quantitativo suficiente, a gente de fato vai ter um CPNU 3 com novas vagas para alguns órgãos"
A ministra reforça que o governo realiza estudos constantes para determinar um dimensionamento de pessoal, com o objetivo de identificar as necessidades de cada pasta.
De acordo com a ministra, a homologação dos resultados finais da segunda edição do concurso unificado está prevista para ocorrer entre os meses de abril e maio para os cargos sem necessidade de curso de formação e até junho para os demais. Desta forma, a intenção é homologar os resultados antes dos três meses das eleições, o que pode permitir a posse dos aprovados mesmo nesse período.
A segunda edição do Concurso Nacional Unificado teve seu edital de abertura de inscrições publicado em junho, com uma oferta de 3.652 vagas, em diversos cargos de níveis médio e superior. A banca organizadora foi a Fundação Getúlio Vargas.
Do total de oportunidades, 2.480 foram para preenchimento imediato e 1.172 para formar cadastro reserva de pessoal. Das vagas imediatas, 508 foram para cargos de ensino médio e 3.144 para nível superior.
As oportunidades foram distribuídas por nove blocos temáticos:
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