Mesmo em ano eleitoral, novos concursos federais serão autorizados no decorrer dos próximos meses, confirma ministra da Gestão

Boa notícia para quem pretender ingressar no funcionalismo público. Na manhã desta quinta-feira, 2 de abril, em entrevista ao programa "Bom dia , ministra", a ministra da Gestão e Inovação do Serviço Público, Esther Dweck, confirmou que, mesmo se tratando de ano eleitoral, novos concursos federais ainda deverão ser autorizados, mesmo que pontualmente, no decorrer do ano.
Dweck reforçou que em 2026 não será realizada uma terceira edição do Concurso Nacional Unificado, o que não impede a autorização de algumas seleções. A ênfase será em convocar os aprovados. "Além disso, a gente deve ter alguns outros concursos autorizados ainda este ano, mas poucos. Nossa expectativa é chamar os aprovados durante o primeiro e segundo semestres".
Durante a entrevista, Dweck reforçou que o governo tem trabalhado no sentido de recompor o pessoal, de acordo com as efetivas necessidades. "Recentemente, houve a aprovação de um projeto de lei na Assembleia que teve uma repercussão negativa na imprensa, de que o governo está inchando a máquina pública. Mas é sempre bom poder esclarecer para a população, explicar que o que a gente está fazendo é recompor a capacidade do estado de prestar políticas públicas".
De acordo com ela, a gestão do presidente Lula deu uma maior autonomia para a contratação automática de pessoal nas universidades federais, o que não acontece nos demais órgãos do governo.
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Segundo a ministra, desde o governo Dilma, a estrutura do governo contou com uma diminuição de mais de 70 mil servidores, incluindo aposentadorias e desistências, principalmente por meio de aposentadorias, com ênfase após a reforma da Previdência.
Até março de 2026, explica, o governo contratou 19 mil servidores. No entanto, explica que, no mesmo período, 16 mil pessoas sairam do funcionalismo. "Na área de educação, desde 2016 não havia ampliação do quadro, apenas reposição. Agora, na atual gestão, estão sendo criados novos institutos federais e criadas novas vagas para a ampliação do quadro".
Ela reforça que as contratações estão sendo feitas dentro do arcabouço fiscal, com o objetivo de aumentar a eficiência do estado, sem ocasionar um aumento nos gastos públicos.
Veja, a seguir, a entrevista, na íntegra:
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