O projeto de lei orçamentária anual (PLOA) é um fator decisivo para a defiição de novos concursos do Governo Federal para o próximo ano

Na última sexta-feira, 29 de agosto, o Governo Federal entregou ao Congresso Nacional o projeto de lei orçamentário anual de 2026, que fixa as despesas e receitas da União e representa uma condição essencial para que possam ser programados os concursos federais. Inicialmente, chegou a ser divulgado que a proposta permitiria o preenchimento de 11.383 vagas, por meio da realização de novos concursos e convocação de aprovados em concursos em andamento. No entanto, a íntegra da proposta indica um quantitativo muito maior, abrangendo 89.058 oportunidades.
Uma vez apresentado ao Congresso, o texto deve seguir para análise na Comissão Mista do Orçamento (CMO), para que possa ser votado no plenário até o final de dezembro. O texto contempla despesas com pessoal, o que inclui a previsão de nomeações de aprovados em concursos já realizados, bem como a reserva de recursos para autrorizações de novos certames por parte do Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos.
As vagas mencionadas pelo governo estão distribuídas da seguinte forma:
Somente para o poder Executivo são previstas 81.421 vagas, já considerando as 3.658 oportunidades destinadas à segunda edição do Concurso Nacional Unificado.
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A distribuição por áreas do poder público é a seguinte:
No Poder Judiciário, as vagas estão distribuídas da seguinte forma:
Para o Poder Legislativo:
Para o Ministério Público da União:
Por fim, para a Defensoria Pública da União:
O total indicado não identifica a distribuição de vagas por cargos, o que não costuma ser indicado no projeto de lei orçamentário,
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