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    Banco Central

    Concurseiro fala como conquistou vaga de técnico

    No concurso de 2005 ele passou em 26º lugar para Brasília

    Especial

      Em 2005, quando ainda cursava a faculdade de engenharia de Redes e Comunicação na UNB (Universidade de Brasília), Marcelo Hirosse decidiu se aventurar no mundo dos concursos. Escolheu o cargo de técnico do Banco Central, pois acreditava que se sairia bem com o domínio que tinha em matérias da área de exatas.

       

      No entanto, foi surpreendido com o edital: de exatas, apenas raciocínio lógico. Mas ele não se deixou abater e decidiu ir até o fim. Não se arrependeu. Logo em sua primeira experiência em concursos, foi aprovado em 26º lugar para Brasília, que contava com 35 vagas.

       

      Além da graduação, Marcelo dividia seu tempo entre o trabalho de professor na iniciativa privada e a rotina de estudos: “Foi necessário um certo malabarismo para encontrar tempo vago para me dedicar aos livros. Como não tinha muita experiência em concursos, decidi frequentar um curso preparatório que, além de transmitir conhecimento, dita o ritmo de estudo a ser seguido, pois é difícil mensurar a quantidade de horas necessárias para cada parte do conteúdo”.

       

      Apesar das aulas até em finais de semana e feriados, Marcelo pode se considerar uma pessoa de sorte, pois em apenas dois meses e meio de dedicação conseguiu obter excelentes resultados.

       

      A atuação no Banco Central durou pouco. Na mesma época também passou em 2º lugar no concurso da CAESB (Companhia de Águas e Esgotos de Brasília), em um cargo de sua área de formação. Mais experiente e animado com as aprovações anteriores, em 2008 se candidatou ao cargo de analista judiciário do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para fazer jus ao diploma de nível superior. Novamente veio a aprovação, dessa vez em 5º lugar.

       

      Marcelo deu os primeiros passos da carreira pública no Bacen e hoje, aos 25 anos, já tem sua vida profissional consolidada. “Não há como negar que a tão falada estabilidade é um grande diferencial. Graças a ela tenho credibilidade perante o mercado e, assim, posso assumir contas tendo a certeza de que poderei honrá-las”, analisa.

       

      Atualmente ele mantém um blog (www.concursodescomplicado.blogspot.com) no qual procura ajudar os concurseiros, esclarecendo dúvidas e dando dicas sobre as principais seleções. Em sua opinião, no caso do Banco Central, é praticamente impossível estudar todo o conteúdo programático, por isso o fator sorte é também relevante. “Durante minha preparação pude observar que foco, planejamento e determinação são fatores cruciais. Planeje os seus dias até a data da prova e dedique-se ao máximo. O que garante a aprovação não é a quantidade de tempo dedicada aos livros, mas a qualidade dos estudos”, aconselha.

       

      Maysa Correa

       

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