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PECs querem permitir a contratação de servidores sem concurso

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21 comentário(s)

RIR PRA NÃO CHORAR - 08/06/2015 17:48
SABE O QUE É ISSO? A GRANDE VERDADE É QUE OS POLÍTICOS QUEREM MAIS CARGOS PARA DOAREM E GANHAR VOTO...ELIMINANDO CONCURSO O PREFEITO COLOCA O VIZINHO NO ATENDIMENTO, O PRIMO NA SEÇÃO DE COMPRAS E ISSO TIRANDO OS CARGOS DE CHEFIA E ASSESSORAMENTO, QUE NO AMBITO MUNICIPAL É UTILIZADO COMO MOEDA DE TROCA EM FAVORES POLÍTICOS. IMAGINE TUDO ISSO NO AMBITO ESTADUAL E FEDERAL. PODE TER CERTEZA QUE É ESSA A VERDADE, SOU FUNCIONÁRIO MUNICIPAL E JÁ FUI ESTADUAL, NOS DOIS PASSEI ATRAVES DE CONCURSO E VI MTO FILHO DA PUTA ROUBANDO CARGO, SEJA POR FALCATRUA EM CONCURSO PÚBLICO OU POR BAIXO DOS PANOS...TEM MUITO ESTATUTÁRIO SEM CONCURSO E O QUE O GOVERNO QUER É PODER LEGALIZAR ISSO....ESSE PAÍS É UMA DESGRAÇA, É SÓ LER A CONSTITUIÇÃO E DEPOIS LER UM JORNAL...NA TEORIA É LINDO, MAS A VERDADE É OUTRA.

cicero - 08/12/2014 18:17
acabar com concurso publico

TARCÍSIO WAGNER BARBOSA DANTAS - 30/11/2014 10:36
Luiz Fernando, percebo pele seu comentário que você é daqueles que coaduna com os slogans da grande maioria dos políticos brasileiro "rouba, mas faz" e com organizadoras como a ESAF que conseguem transformar concursos públicos em farsas públicas. O minimamente capaz seu, no concurso do AFRFB/96, organizado pela fraudadora ESAF chegou ao minimíssimo capaz. Os listados como aprovados zeraram disciplinas da prova a1, tais como Português,Língua Estrangeira, R.L.Matemático, Estatistica e ainda não conseguiram os pontos mínimos nas provas. Eu seria o minimamente que você queria citar: fiz no mínimo de 40% em cada disciplina citada acima e acertei 32 das 60 questões da dita prova, mas fui eliminado pela corrupta e só fui descobrir que levei a rasteira muitos anos depois.

TARCÍSIO WAGNER BARBOSA DANTAS - 21/11/2014 22:43
Luiz Fernando, ainda sobre a corrupta da ESAF- Em vários editais da ESAF em que utilizou os mesmos termos do Edital ESF-14/96 e retificação como critério para aprovação "...provas eliminatórias e classificatórias, no seu conjunto, relativas as disciplinas" e "no mínimo tanto por cento no conjunto(ou no somatório) das provas x,y e z, a interpretação pela mesma, na publicação dos resultados, foram a de que cada prova seria eliminatória por conjunto de disciplinas. O mesmo comando, incluído via retificação, para esclarecer que as disciplinas não seriam eliminatórias, mas sim as provas, por conjunto de disciplinas, foi transformada, num passe de mágica-Mister M-, em "somente um um mínimo no total dos pontos das provas".

TARCÍSIO WAGNER BARBOSA DANTAS - 20/11/2014 22:51
Luiz Fernando,queria saber com qual das fraudes da ESAF você foi o beneficiário. No do AFRFB/96, quando ela inventou um critério p/aprovação inexistente no Edital ESAF-14/96 e retificação "somente 50% do total dos pontos das provas", com provas apenas classificatórias, no de Analista da Receita/2012, quando deixou vazar os gabaritos das provas ou no AFRFB/014, quando anulou indevidamente várias questões para completar os pontos mínimos de mais das suas "cartas carimbadas"? Ou ainda, se você foi beneficiado em outra fraude que não as acima citadas e que eu não tenha conhecimento? São tantas as fraudes da ESAF que quem sabe você não foi um dos milhares de beneficiados com algumas delas, já que defende tanto a corrupta da ESAF. Quero que saiba que eu fui um dos pouquíssimos, sem querer ser pretensioso, um dos únicos a fazer os pontos mínimos exigidos na prova a1 do AFRFB/96. Foram 32 acertos das 60,mas fui eliminado pela sua querida protetora ESAF,a maior fraudadora de concursos do Brasil. São dados concretos nã

Luiz Fernando - 19/11/2014 13:59
Sr. Tarcísio, por que o Sr. em vez de arrumar desculpas esfarrapadas não vai estudar? O concurso público no Brasil pode ter muitas falhas, mas é o único que permite que gente minimamente capaz entre pela porta da frente do serviço público. O que precisa ser abolido são os vergonhosos cargos de confiança, estes sim, um grande motivo de vergonha para o funcionalismo.

dulce falcão - 18/11/2014 15:10
Eu trabalho em um órgão público como técnico em enfermagem concursada. Fiz faculdade sou enfermeira formada há 5 anos e continuo trabalhando como técnico no mesmo lugar, a gente não tem promoção, dependemos de concurso em nível geral para poder ter uma nova profissão, e como os demais colegas formado em psicologia, fisioterapia e etc..deveria aproveitar essas pessoas que já trabalham no órgão público e teve força de vontade e determinação em trabalhar e ao mesmo tempo estudar para adquirir mais conhecimentos dentro de sua profissão eu sei que os demais também tem direito mas poderia resrvar determinada quantidades de vagas pros funcionários, poderia realizar concursos interno e concurso externo....eu lembro que anos atrás teve isso..

Dulce Falcão - 18/11/2014 14:57
Eu concordo plenamente de ter um concurso interno aproveitando as pessoas q já trabalham há muito tempo em um determinado órgão publico. Tem funcionário publico que ja tem 5, 10 anos ou mais dentro de uma instituição publica é mais que justo dá oportunidades a eles que deram contribuição de anos de batalha no mesmo. Pessoas que entraram com idades novas e que hoje já estão na faixa de 40 anos pra cima e qdo se encontrar desempregado terão dificuldade de conseguir emprego. Acho muito justo.

francisco selingardi - 13/11/2014 10:56
Não concordo com as referidas PECS, pois a melhor maneira de avaliar o futuro servidor é sem dúvida o concurso. A contratação direta além de inconstitucional vai dar aso ao apadrinhamentos políticos.

TARCÍSIO WAGNER BARBOSA DANTAS - 09/11/2014 13:06
É melhor terceirizar do que assistir às fraudes da ESAF nos concursos da Receita Federal. Os concursos organizados por ela são verdadeiras farsas. No AFRFB/96, inventou um critério para aprovação inexistente no Edital ESAF-14/96 e retificação "somente 50% do total dos pontos das provas", aprovou candidatos reprovados que zeraram disciplinas e desta feita não conseguiram os pontos mínimos nas provas e reprovou aprovado;no de Analista/2012, deixou os gabaritos das provas e ficou por isso mesmo e no AFRFB/2014, anulou indevidamente, com verdadeiras chacotas,várias questões para completar os pontos mínimos de suas cartas "carimbadas" e também ficou por isso mesmo.

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Neste JC Entrevista, o advogado especialista em seleções públicas, Sérgio Camargo, explica como as propostas de emenda à constituição (PECs) 54, 422 e 59 pretendem assegurar funcionários que não tenham prestado concurso em postos públicos. Veja também como garantir o direito de concursado se os projetos forem aprovados.

Outro assunto desta edição são as transposições de carreiras que estão ocorrendo pelo país.

Assista!