O concurso da PF (Polícia Federal) para o cargo de perito criminal contará com 69 vagas, destinadas a candidatos com ensino superior
Patricia Lavezzo Publicado em 26/03/2025, às 15h49
O presidente da APCF (Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais), Marcos Camargo, trouxe detalhes nesta quarta-feira (26) sobre a banca organizadora mais cotada para o concurso da PF (Polícia Federal) para o cargo de perito criminal.
Segundo Marcos Camargo, o Cebraspe é a banca favorita para realizar o concurso público. O anúncio foi feito no programa “Perícia em Foco”, no canal do YouTube. O presidente também disse que a expectativa de publicação do edital é no primeiro semestre, apesar da Portaria autorizativa prever a realização do certame até agosto.
Vale lembrar que o Cebraspe foi definido como banca organizadora do concurso da PF para área administrativa. O documento que autoriza a contratação direta da empresa foi publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas do dia 17 de março. O próximo passo é a assinatura do contrato, que deverá ocorrer em breve.
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Ao todo, a PF oferecerá 1.000 vagas para o preenchimento em 2025. Desse total de ofertas, 69 são destinadas ao cargo de perito criminal, que requer ensino superior e recebe a remuneração de R$ 26.300, acrescido de auxílio-alimentação no valor de R$ 1.000. O salário contará com dois reajustes, da seguinte forma:
O último concurso da PF foi realizado em 2021, quando foram oferecidas 1.500 vagas para cargos de nível superior, em diversos cargos. A banca organizadora foi o Cebraspe.
A distribuição foi a seguinte:
A seleção contou com as seguintes etapas:
+ O JC Concursos disponibiliza mais detalhes sobre o edital na página do concurso da PF.
concursos publicos concursos federais concursos 2025 provas anterioresA Polícia Federal tem origem em 10 de maio de 1808, quando a Intendência-Geral de Polícia da Corte e do Estado do Brasil foi criada, por D. João VI. O órgão tinha as mesmas atribuições que tinha em Portugal. Com o decreto 6.378, de 28 de março de 1944, a antiga Polícia Civil do Distrito Federal, que funcionava no Rio de Janeiro, no governo de Getúlio Vargas, foi transformada em Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP), subordinado ao Ministério da Justiça e Negócio Interiores. Posteriormente, em 13 de junho de 1946, com o decreto-lei 9.353, foi atribuída competência ao DFSP, em todo território nacional, para serviços de polícia marítima, área de fronteiras e apurações de diversas infrações penais.