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Bolsonaro diz que Forças Armadas não vão interferir nas Eleições; Confira

O comentário de Bolsonaro ocorre após o presidente do TSE, Edson Fachin, criticar as tentativas de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 13/05/2022, às 09h46

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Reprodução Youtube
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Apesar das polêmicas envolvendo os militares e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que as Forças Armadas não vão interferir nos resultados das Eleições. A declaração foi realizada na última quinta-feira (13) durante live em suas redes sociais. 

O comentário de Bolsonaro ocorre após o presidente do TSE, Edson Fachin (que também pertence ao STF - Supremo Tribunal Federal), criticar as tentativas de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro. Horas antes, ele visitou a sala do TSE, local em que estão sendo realizados testes de segurança nas urnas eletrônicas.

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"Quem trata de eleição são forças desarmadas e, portanto, dizem respeito à população civil, que de maneira livre e consciente escolhe seus representantes. Logo, diálogo sim, colaboração sim, mas a palavra final é da Justiça Eleitoral", disse Fachin.

"Eu não sei de onde ele [Fachin] está tirando esse fantasma que as Forças Armadas querem interferir na Justiça Eleitoral. Não existe interferência, ninguém quer impor nada, ninguém quer atacar as urnas, atacar a Democracia, nada disso. Ninguém está incorrendo em atos antidemocráticos. Pelo amor de Deus! A transparência das eleições, eleições limpas, transparente, é questão de segurança nacional", disse Bolsonaro durante a live.

Confira abaixo um trecho da live do presidente Bolsonaro:

Para entender o contexto, é preciso lembrar que as Forças Armadas compõem, desde o ano passado, a Comissão de Transparência Eleitoral (CTE), que foi criada pelo próprio TSE e conta com a participação de diferentes órgãos. A medida foi feita para oferecer mais transparência para o processo eleitoral. 

Como os militares participam da Comissão, eles fizeram uma série de sugestões para a Corte para melhorar as eleições na sua visão. Inclusive, algumas delas foram acatadas e outras não. 

"Vamos ter, dia 2 de outubro — o Brasil terá —, eleições limpas, seguras, com paz e segurança. Ninguém e nada interferirá na Justiça Eleitoral. Não admitimos qualquer circunstância que impeça o brasileiro de se manifestar", afirmou Fachin no evento.

*com informações da Agência Brasil

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