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Consumo dos brasileiros cresce no primeiro bimestre de 2022, diz associação de Supermercados

De acordo com o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, o aumento no consumo dos brasileiros foi influenciado pelo aumento robusto do Auxílio Brasil

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 14/04/2022, às 15h37

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Mesmo com os problemas econômicos recentes, como a inflação e taxa de juros altos, o consumo dos brasileiros subiu 2,26% no primeiro bimestre do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com fevereiro de 2021, o crescimento foi de 3,98%, mas em relação a janeiro, o indicador recuou 0,90%.

Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (14), pela AbrasMercado (Associação Brasileira de Supermercados).

Segundo a entidade, a queda em janeiro pode ser explicada devido ao efeito calendário. O que isso quer dizer? Um menor número de dias em fevereiro quando comparado ao mês anterior.

A Abras informa que depois do início do ano, com um crescimento positivo, embora moderado, o indicador de consumo das famílias corresponde a estimativa do setor supermercadista, que prevê alta de 2,80% para 2022.

“O consumo nos lares foi positivo neste primeiro bimestre, ainda que diante de uma inflação elevada e da alta taxa de desemprego”, destacou o vice-presidente Institucional da ABRAS, Marcio Milan.

O executivo aponta que um dos fatores determinantes para a manutenção do consumo das famílias é a consolidação de transferência de renda via programas sociais, como o Auxílio Brasil. Haja vista que no ano passado, o brasileiro ainda vivia um clima de incertezas pelo fim do pagamento do auxílio emergencial. 

“Neste ano, desde fevereiro, o pagamento do benefício extraordinário, o Auxílio Brasil, é certo para ao menos 18 milhões de famílias em todo o país até o final do ano. Esse dinheiro em mãos traz certa segurança para o consumidor”, analisou.

Valor do consumo dos brasileiros também avança

O AbrasMercado (cesta de 35 produtos de largo consumo) registrou alta de 1,33% em fevereiro na comparação com o mês anterior. Assim, o preço na média nacional passou de R$ 709,63 em janeiro para R$ 719,06 em fevereiro. No acumulado de 12 meses, a cesta nacional registra alta de 13,53%.

Segundo a Abras, as maiores altas em fevereiro foram puxadas pela batata (23,49%), feijão (4,77%), cebola (3,26%), ovo (2,79%) e farinha de trigo (2,76%). No sentido contrário, apresentaram queda o pernil (-3,01%), o frango congelado (-2,29%), o queijo prato (-0,15%), o sabão em pó (-0,14%), o leite em pó integral (-0,05%) e o refrigerante pet (-0,05%).

A Região Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta, com alta de 1,58%, passando de R$ 689,11 em janeiro para R$ 700,00 em fevereiro. A segunda maior variação ocorreu na Região Centro-Oeste, de 1,57%, passando de R$ 651,78 em janeiro para R$ 661,99 em fevereiro. Nas outras regiões, as maiores variações mensais no preço da cesta foram respectivamente: Sul (1,21%), Nordeste (1,18%), Norte (1,15%).

*com informações da Agência Brasil

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