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Inflação perde força em janeiro, com a ajuda da cebola; veja as principais variações de preços

Se a cebola ajudou a reduzir a inflação de janeiro, a batata inglesa impulsionou os preços para cima junto com refrigerantes e cervejas

Cebola e batata inglesa
Cebola e batata inglesa - Freepik
Victor Meira

Victor Meira

victor@jcconcursos.com.br

Publicado em 09/02/2023, às 11h44

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Saiu os dados da inflação oficial do mês de janeiro nesta quinta-feira (09). O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,53%, 0,09 ponto percentual mais fraco do foi apresentado em dezembro (0,62%). Com isso, a taxa de inflação acumulada perdeu força em comparação ao mês passado, recuando de 5,79% para 5,77%.

O que motivou a inflação perder força em janeiro? Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o grupo de Vestuário foi o único que apresentou deflação no primeiro mês do ano, ou seja, houve queda de preços. 

A deflação foi de 0,27% neste grupo. O ajudou a derrubar os preços foram as roupas femininas (-1,37%), masculinas (-0,11%) e infantis (-0,21%).

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Como foi o desempenho dos grupos mais influenciadores da inflação de janeiro?

Apesar disso, o que mais influencia os dados da inflação vem do grupo de Transportes e Alimentação. E os dois tiveram alta de 0,55% e 0,59%, respectivamente. 

“No grupo Alimentação e bebidas (0,59%), a variação da alimentação no domicílio (0,60%) ficou abaixo da registrada em dezembro (0,71%). Se, por um lado, houve aumento nos preços da batata-inglesa (14,14%), do tomate (3,89%), das frutas (3,69%) e do arroz (3,13%), por outro houve queda em componentes importantes, como a cebola (-22,68%), o frango em pedaços (-1,63%) e as carnes (-0,47%)”, informa o IBGE.  

Diante disso, pode-se citar que os vilões da inflação em janeiro foram a batata-inglesa (14,14%), do tomate (3,89%), das frutas (3,69%) e do arroz (3,13%). E o que salvou o bolso do brasileiro foram a cebola (-22,68%), o frango em pedaços (-1,63%) e as carnes (-0,47%).

As bebidas também tiveram acréscimo nos preços. “Os preços de refrigerantes e água mineral (0,81%) e a cerveja (0,43%) também subiram”, mostra o IBGE. 

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E os transportes?

A inflação nos transportes foi influenciada pelo aumento de 0,68% nos preços dos combustíveis, impulsionado pelos preços da gasolina (0,83%) e do etanol (0,72%). Por outro lado, o óleo diesel teve uma queda de 1,40% e o gás veicular recuou 0,85%. 

Outros destaques foram os subitens emplacamento e licença, que registraram uma alta de 1,60% pela primeira vez, incorporando a fração mensal referente ao IPVA de 2023, e o automóvel novo, que teve um aumento de 0,83%. 

Entre as quedas, os preços dos transportes por aplicativo recuaram 17,03%, depois de terem subido 10,67% em dezembro.

Ainda nos transportes, por conta dos reajustes das passagens de ônibus é importante mencionar o aumento de 0,91% nos ônibus urbanos, resultante dos reajustes de 6,17% no Rio de Janeiro, válidos desde 7 de janeiro, e 7,04% em Vitória, vigentes desde 8 de janeiro. 

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Houveram também reajustes nos táxis no Rio de Janeiro (3,03%), com aumento de 8,88% a partir de 1º de janeiro, e em Salvador (15,67%), com aumento de 16,74% em vigor desde 30 de dezembro. Além disso, houve reajustes nas praças de pedágio em São Paulo (4,29%), Vitória (4,12%) e Curitiba (2,14%).

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