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Prévia da inflação de julho revela menor taxa mensal em 2 anos; confira

O principal responsável para queda na prévia da inflação foram os combustíveis, que tiveram uma deflação na casa dos 5%

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 26/07/2022, às 11h09

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Agência Brasil
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A redução no ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para combustíveis e contas de celular já apresentou resultado. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), na manhã desta terça-feira (26), os dados da prévia da inflação oficial de julho, que ficou em 0,13%.

Esta é a menor taxa de inflação desde o mês de junho de 2020, quando registrou apenas 0,02%. Assim, a taxa é menor que a divulgada em junho (0,69%) e a de julho de 2021 (0,72%).

Com isso, o IPCA acumulado em 2022 está em 5,79%. Já no índice acumulado em 12 meses, a taxa perdeu força e foi para 11,39%.

Os produtos que jogaram para cima a prévia da inflação em julho foram do grupo  alimentação e bebidas, com alta de preços de 1,16% no período, acima do 0,25% da prévia de junho.

Entre os alimentos que mais colaboraram com a alta de preços está o leite longa vida, que subiu 22,27% no período. Derivados do leite também tiveram inflação: requeijão (4,74%), manteiga (4,25%) e queijo (3,22%). Outros produtos com destaque foram as frutas (4,03%), feijão-carioca (4,25%) e pão francês (1,47%).

Estudo revela deflação em diversos produtos

Como a inflação perdeu força, alguns produtos sofreram deflação durante o período, cujo o grupo dos transportes foram os principais responsáveis. Deflação é quando há queda nos preços dos produtos. 

A deflação deste grupo foi de 1,08% no período. Na prévia de junho, o grupo havia registrado inflação de 0,84%.

O resultado em julho foi influenciado pelas quedas de preços dos combustíveis (-4,88%), em especial a gasolina (-5,01%) e o etanol (-8,16%). Por outro lado, as passagens aéreas subiram 8,13%.

Os demais grupos de despesas tiveram as seguintes variações de preços: vestuário (1,39%), despesas pessoais (0,79%), saúde e cuidados pessoais (0,71%), artigos de residência (0,39%), educação (0,07%), comunicação (-0,05%) e habitação (-0,78%).

*com informações do IBGE

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