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Renegociação Fies: Estudantes devem acertar as contas até o final de agosto

O presidente do FNDE, Marcelo Lopes da Ponte, aponta que há um rombo de R$ 9 bilhões com dívidas em atraso do Fies

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 25/03/2022, às 08h38

Página do Fies na internet
Página do Fies na internet - Agência Brasil
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O Ministério da Educação (MEC) estima que 1 milhão de estudantes brasileiros estão com dívidas nas parcelas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). Para resolver este problema, o governo federal liberou os canais de renegociação do Fies para quem deseja saldar as dívidas e restabelecer o crédito positivo para quem se encontra negativado.

A afirmação acima foi feita pelo presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), Marcelo Lopes da Ponte, em entrevista ao programa A Voz do Brasil, na última quinta-feira (24).

De acordo com ele, há R$ 9 bilhões que são de origem de parcelas não pagas. Ao todo, o saldo devedor total do Fies é de R$ 38,6 bilhões, dos quais o governo federal tenta recuperar uma parte com o novo programa de quitação de dívidas.

O prazo para as renegociações das dívidas do Fies foi iniciado em 07 de março e vai até 31 de agosto. Segundo o MEC, o estudante interessado deve ter parcelas em atraso a partir de 90 dias. 

Os descontos variam de 12% a 92%, com planos de parcelamento que podem chegar até 150 parcelas. Inclusive, os novos contratos já podem ser simulados nos apps do Banco do Brasil ou da Caixa. 

Ponte ainda destaca que os estudantes com nome negativado em serviços de proteção ao crédito terão o cadastro restabelecido assim que quitarem a primeira parcela.

Além do Fies, presidente do FNDE disse que repassou mais de R$ 1,36 bilhão do salário-educação a estados e municípios, que devem ser investidos em infraestrutura escolar, material didático e transporte para alunos. 

“O salário educação é uma das principais fontes de financiamento da educação pública no Brasil. Cabe ao gestor local definir qual a melhor destinação de recursos, de acordo com a realidade de cada rede. Pode investir em várias ações, como: capacitação de professores, construção, reforma, ampliação de escolas”, explicou.

Pontes ressalta que a previsão é que o FNDE repasse anualmente cerca de R$ 15 bilhões em salário-educação para estados e municípios, o que deverá fortalecer a educação de nível fundamental e médio.

“Ao lado do Fundeb, [o salário-educação] é uma fonte importante de recursos para manutenção do desenvolvimento do ensino básico.”

*com informações da Agência Brasil

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