Início do ano e a possibilidade de fazer diferente

Artigo da Luiza Ricotta.

Redação
Publicado em 29/01/2013, às 11h11

Ao iniciarmos um novo ano, costumamos criar expectativas, identificar nossos desejos e fazer pedidos. Traçamos muitos projetos, e quase sempre nos esquecemos de reconhecer o como vamos atingir os tais resultados esperados. Deste modo as expectativas acabarão em vão, pois fazem parte do que ambicionamos. Mas por não termos verificado a sua aplicação prática, não nos movimentamos para atingi-la. Talvez seja esse o grande obstáculo, que acaba tornando os nossos ideais tão desacreditados.

Quando nos lançamos em prol da realização de algo, aumentamos nossas chances de torná-lo realidade. Portanto, para que nossas forças possam estar revigoradas precisamos incorporar esse espírito de coragem, otimismo e fé, que foram se desgastando no decorrer do ano que ficou para trás.

Caminhe na direção de suas metas, a fim de conhecer os impedimentos, se estes de fato existirem; afinal, você precisa conhecer as peculiaridades deste trajeto que almeja vivenciar. E conte com a perseverança, obstinação e determinação para o cumprimento de seu propósito.

Poderemos de fato ter uma vida nova se assim ela puder ganhar forma. Ilusões nos enfraquecem, principalmente quando depositamos toda a esperança em nossa pessoa na conquista de mudanças, e não a atingiremos, em razão de não termos sequer saído do lugar.

A força do desejo inicia, mas não basta; é preciso ter um querer forte e vontade suficiente para mover a realidade em torno de si, através das ações necessárias e imprescindíveis ao alcance de suas metas.

É assim que passamos a conhecer mais a respeito de nós mesmos: ao termos noção de nossos limites, alcances e do próprio talento.

Atitudes que não fazem parte de sua natureza precisam ser descartadas, pois seus resultados traduzem apenas uma fantasia de como seria caso você fosse outra pessoa. É importante aliarmos a nossa característica pessoal às conquistas que almejamos, sendo elas ressonâncias representativas de nosso modo de entender a realidade. E que podem ser concretizadas no decorrer de um tempo possível e viável.

Não tomarão forma se não aliar o tempo necessário para atingi-la, pois tais projetos não são ilimitados. Têm um prazo de permanência, já que nós mudamos nossas prioridades a cada período da vida. Cada qual é o que é, sendo diferente de outra pessoa. E à medida que sua satisfação aumenta, suas frustrações deixam de ser enfatizadas, fazendo parte do passado, dos desgastes causados por aquelas tentativas em vão.

Busque a gratificação por ser exatamente quem é – não se esquecendo disso em nenhum instante –, considerando naturalmente os ajustes e aperfeiçoamentos que toda pessoa atenta visa para tornar-se uma pessoa melhor.

O novo ano pode sim representar o recomeço, inclusive para aqueles que perderam o ritmo e a fé. Tem a magia de nos colocar renovados diante da própria vida, dando-nos um sentido de que há um ciclo que se findou e outro que ora se inicia. E essa é a grande oportunidade!!! Ter as forças renovadas, recuperando a esperança e a capacidade de que é possível INOVAR E RECOMEÇAR.

Vida nova, portanto, a todos aqueles que procuram o término de cada etapa, a reconstrução de sua vida com bases mais condizentes ao seu modo de ser real.

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Luiza Ricotta é psicóloga, professora em cursos de pós-graduação e preparatórios para a carreira pública. É especializada no atendimento a concurseiros, tendo desenvolvido e criado a “Preparação Emocional do Candidato”. Autora de livros, entre eles: “Preparação Emocional em Concursos: Equilíbrio e Excelência”. Ministra o curso Preparação Emocional em Concursos na Área VIP do JC&E www.jcconcursos.com.br, com mais de 88 vídeoaulas. Email: luizaricotta@hotmail.com. Twitter: @luizaricotta

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