Crises econômicas e estabilidade no emprego

Com as medidas adotadas pelo Governo, o impacto da crise mundial foi menor do que o esperado no Brasil. Mesmo assim, muitos brasileiros sentiram o reflexo do momento, principalmente na área do emprego.

Redação
Publicado em 04/10/2011, às 15h32

Paulo de Freitas
Estive acompanhando os noticiários internacionais nas últimas semanas e percebi o pessimismo em torno da situação econômica mundial. Os problemas enfrentados por países europeus como Grécia, Portugal e Itália e as dificuldades que tem passado os Estados Unidos na mesma área tem preocupado os especialistas, principalmente os economistas. Alguns deles afirmam que a atual crise econômica mundial é maior do que a ocorrida em 2008.
A crise econômica de 2008 teve origem no mercado imobiliário dos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo todo. A saída encontrada na época foi incentivar a prática do consumo para que a economia continuasse girando. No Brasil a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, construção civil e eletrodomésticos, dentre outras medidas, foi a solução encontrada para que não se reduzisse o consumo interno. 
Com as medidas adotadas pelo Governo, o impacto da crise mundial foi menor do que o esperado no Brasil. Mesmo assim, muitos brasileiros sentiram o reflexo do momento, principalmente na área do emprego. Muitas empresas, principalmente as multinacionais reduziram seus investimentos e optaram por demitir parte de seu quadro de funcionários na tentativa de enfrentar o problema.
Alguns especialistas dizem que ainda é cedo para se dizer se a crise atual também causará os mesmos estragos proporcionados pela de 2008. De qualquer forma, fica o alerta de que uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas em situações como esta é a enxugar seu quadro de funcionários. Nessas ocasiões, a pressão aumenta para o corte de gastos e as demissões encabeçam a lista das primeiras providências a serem tomadas.
Na época da crise de 2008 sugeri aos leitores que investissem em concursos públicos. Meu conselho continua o mesmo. Se a primeira providência das empresas é demitir em momentos de crise, então nada melhor do que se precaver batalhando por uma vaga em um cargo público que proporciona a estabilidade no emprego.
Por isso, não espere para ver até aonde a crise mundial pode chegar e se ela vai ou não afetar sua vida profissional. Todas as semanas o Jornal dos Concursos & Empregos divulga um leque de oportunidades em concursos públicos. Basta você escolher uma das opções e se empenhar na preparação para que possa ter a possibilidade de ingressar no funcionalismo público e alcançar a tão sonhada estabilidade.
Quem investiu em concurso público em 2008 e conseguiu atingir o objetivo, está muito mais tranquilo hoje, mesmo com uma nova crise batendo na porta. Se você, meu caro leitor, seguir pelo mesmo caminho, também vai estar menos preocupado com as crises financeiras mundiais que acabam refletindo em nosso país. 
Paulo de Freitas é jornalista e funcionário público. Tem mais de 13 anos de experiência na área de concursos públicos. E-mail: paulokassaco@ig.com.br

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