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Concursos Federais: "atual necessidade é de 84 mil servidores", afirma Esther Dweck

Mesmos com o Concurso Nacional Unificado e outras seleções autorizadas, outros concursos federais são necessários, segundo ministra

Concursos Federais: "atual necessidade é de  84 mil servidores", afirma Esther Dweck
Concurso Nacional Unificado: ministra da Gestão Esther Dweck: crédio Adalberto Marques MGI
Fernando Cezar Alves

Fernando Cezar Alves

fernando@jcconcursos.com.br

Publicado em 22/01/2024, às 10h06

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Mesmo com o Concurso Nacional Unificado em andamento e diversas outras seleções com editais publicados ou em vias de publicação, o estado conta com necessidade de contratação de aproximadamente 84 mil servidores por meio de concursos federais. A confirmação foi feita pela ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck, em entrevista publicada pelo Correio Braziliense no último domingo, 21 de janeiro.

De acordo com a ministra, desde 2016 o governo federal perdeu nada menos do que 70 mil servidores."O Estado é para servir à população, ele tem que ser eficaz e eficiente, tem que ser ágil, não tem que ser grande, mas deve ter o tamanho necessário", disse.

Segundo Dweck, em 2023, ao assumir a pasta, em relação ao funcionalismo, o ministério contou com dois focos principais: a recomposição salarial dos servidores e contratação de pessoal para diminuir as defasagens surgidas nos últimos anos. "Uma das coisas que ajudam muito o servidor é a chegada de novos, para dividir o trabalho que está muito pesado. Acho que ter essa retomada de diálogo, ter espaço de negociação, ter tido 9% de reajuste no ano passado e ter a previsão de chegada de novos colegas são coisas que devem animar todos os servidores, porque, realmente, vamos recompor um pouco a capacidade laboral", explicou.

Embora explique que a necessidade do governo seja de aproximadamente 80 mil servidores não haverá recursos suficientes para suprir todas as necessidades. No entanto, acredita que nos próximos anos ao menos umas 10 mil oportunidades poderão ser preenchidas por novos concursos e convocação de aprovados nos certames em andamento."Não existe um número cravado. Ao longo do mandato, para deixar bem claro, é possível dobrar esse número. Ou seja, ter mais 9 mil a 10 mil novas vagas ao longo do mandato. E isso não significa novos certames",adverte. "Podemos chamar gente desse novo concurso e em áreas que ainda não tiveram concursos e que vamos abrir. O Ibama e o ICMBio, por exemplo, já estavam com concurso aberto, no ano passado, e não pudemos autorizar neste ano. Mas não tenho dúvida que poderá haver. Já autorizamos um provimento adicional para as vagas e, provavelmente, vamos chamar mais no ano que vem. Neste ano, estamos com pouco dinheiro para novos concursos. Fizemos um remanejamento interno, mas, se não for neste ano, no ano que vem, sem dúvida nenhuma, será uma área que será contemplada. Eu diria que vamos dobrar esse número este ano e ainda não será totalmente suficiente, mas dará uma alento muito grande", explicou.

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