Em busca da tão sonhada “estabilidade”

Hoje, 28 de outubro, é comemorado o dia do funcionário público! Inspire-se em algumas histórias de sucesso.

Redação
Publicado em 28/10/2010, às 09h29

Hoje, 28 de outubro, é comemorado o dia do funcionário público! E em tempos de desemprego e alta competitividade no mercado de trabalho, uma palavrinha mágica denominada “estabilidade” atrai milhares de pessoas em busca de um cargo público em repartições federais, estaduais ou municipais.

Inspire-se em algumas histórias de sucesso!

Um colecionador de primeiros lugares
Estar onde muitos querem estar, eis uma frase que pode ser usada com propriedade para ilustrar a história de Carlos Augusto Beckenkamp, um gaúcho de 27 anos, natural da pequena Vera Cruz. Não bastasse a aprovação no processo seletivo de 2009 da Receita Federal – talvez o mais almejado por concurseiros dos quatro cantos do país –, Carlos ainda pode se orgulhar de outro feito. Conquistou a primeira colocação no concurso, deixando para trás 77.893 inscritos na seleção.



“Passei em 1º lugar no concurso da Sabesp”

Confira o depoimento de Iago Kenj, que conquistou a primeira colocação no cargo de assistente técnico de serviços administrativos no concurso da Sabesp (ocorrido em março deste ano). Foram 10.563 inscritos para 40 vagas, o que resultou em uma alta concorrência (quase 300 candidatos por vaga).

Três décadas de amor e dedicação

Ela atua há trinta anos como auditora fiscal da Receita Federal em Belém (PA). Aos 57 anos, Cecília Inácia Machado, conhecida por todos na região como Nena, relembra a sua trajetória na área pública com empolgação e orgulho. A paraense, que começou a trabalhar desde cedo no comércio do pai, diz que aprendeu com ele a ser uma pessoa honesta, trabalhadora e principalmente disciplinada.

Filósofo, garçom e concurseiro

Quanto tempo dura a felicidade de passar em primeiro lugar em um concurso público? Para João Paulo Santos Leonel, 27, o prazo foi de nove meses. Tempo que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE/MG) levou para anular a questão número 50 do concurso para técnico judiciário. Com essa simples medida, João Paulo despencou de 1º para 4º colocado e ainda aguarda a convocação. Desiludido? Não. João Paulo continua um concurseiro de primeira.

A conquista da liberdade

Tudo se passa em São Luís, capital maranhense, cidade onde Fladamari nasceu e vive até hoje. Casada, mãe de uma menina de um ano e matriculada no curso de ciências contábeis da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), ela trabalhava como assistente financeira. Tudo ia bem, até que foi diagnosticada uma intolerância alimentar na filha de Fladamari e a jovem foi obrigada a abandonar o emprego e a faculdade para dedicar-se integralmente à casa e à menina, que, a partir daquele momento, precisaria de mais cuidados e atenção.

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