Transparência anuncia recuperação de valores desviados

A soma de recursos públicos que foram desviados somam bilhões de reais em prejuízos aos cofres públicos. Indaga o leitor com muita propriedade: o dinheiro das propinas tem sido recuperado?

Duarte Moreira
Publicado em 12/03/2019, às 15h00

Nos últimos anos os brasileiros receberam um bombardeio de notícias, e rumores sobre corrupção no serviço público e nas licitações das grandes empresas.

Números astronômicos de propinas foram pagos a políticos que tiveram que se explicar sobre a origem dos recursos. A soma de recursos públicos que foram desviados somam bilhões de reais em prejuízos aos cofres públicos. Indaga o leitor com muita propriedade, o dinheiro das propinas tem sido recuperado?

Acreditamos que o intuito do atual Presidente ao criar o Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União deva-se a satisfação a ser dada a população brasileira e ao contribuinte em geral.

Vamos nas linhas abaixo conferir a atuação da (CGU) e a recuperação dessa dinheirama toda desviada.

Recuperação

O Ministério da transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) recuperou para os cofres públicos R$7,23 bilhões de janeiro a novembro deste ano, por meio das medidas  de controle interno no governo federal. O dado foi apresentado no balanço das principais ações e resultados da pasta em evento alusivo ao Dia Internacional contra a Corrupção.

No ano passado, as ações da CGU conseguiram retornar R$4,61 bilhões aos cofres da União. De acordo com o Ministério, a economia efetiva com iniciativas de controles entre 2012 e novembro de 2018 chega a R$29,7 bilhões. As ações de controle promoveram economia ao erário em razão das recomendações da pasta. Os valores incluem cancelamento de licitações e contratos, recuperação de valores pagos indevidamente, redução de custos, entre outras medidas.

Conforme balanço, apenas com a suspenção de pagamento continuado indevido no âmbito do INSS foram economizados R$5,8 bilhões. O número de refere à identificação e cancelamento de 96 mil benefícios pagos a pessoas já falecidas.

“A gente não almeja cortar beneficio de qualquer pessoa que o necessite. O que a gente quer é que o dinheiro chegue realmente em quem tem que receber esse dinheiro.

A fraude acontece de forma pulverizada, na ponta. O que a gente vem contribuindo é na criação de mecanismos de cruzamento de informações e detecção de problemas para que o gestor possa realmente adotar medidas que façam com que esse recurso não seja desviado”, disse o ministro da CGU,Wagner Rosário (ABr).

Fontes: Duarte Moreira e ABr.

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