Publicado: 19/10/2016 - 13:55 | Atualizado: 27/10/2016 - 16:04

Saiba como ocorrem as nomeações nos concursos públicos

Milhares de candidatos ainda aguardam convocação para a posse em cargos de diversos órgãos públicos do país. Confira alguns casos!

Todas as esferas

Por JCConcursos - Camila Diodato

Anualmente são liberadas milhares de vagas para diversos cargos em todo o país. São oportunidades para órgãos municipais, estaduais e federais, que sempre precisam minimizar a defasagem em seus quadros de pessoal.
Com a chegada dos concursos, muitas pessoas resolvem se tornar concurseiros com o objetivo de ser um funcionário público e, desta forma, conquistar a tão sonhada estabilidade empregatícia, sem contar os altos salários.
E no mundo dos concursos existem diversas dúvidas, sendo uma delas referente às nomeações. Muitos concurseiros ficam na incerteza se vale a pena prestar um processo seletivo e se realmente serão convocados.
O advogado, professor de direito administrativo e autor de livros, como “Resumão para Concursos”, Adilson Pera comenta que, segundo o artigo 10 da lei 8.112/90, a nomeação acontecerá com os candidatos habilitados no concurso, desde que “obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade”. Já a Constituição Federal, “se limita a estabelecer que aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira”, explica Pera.
Em determinados processos seletivos, milhares de pessoas conseguem a classificação e ficam na dúvida se poderão ser chamadas, mesmo que fora do número de vagas iniciais. O advogado comenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que os aprovados têm o direito subjetivo até o término da validade do certame, ou seja, a nomeação de quem não está dentro do número de oportunidades ficará a cargo da Administração, mediante a sua necessidade.
As nomeações em concursos acontecem dentro do seu prazo de validade, sendo que há possibilidade de prorrogação do tempo. Por isso, o órgão pode convocar os concursandos em questão de dias ou até mesmo no período de prorrogação. Agora, se isso não ocorrer, Adilson Pera enfatiza que será cabível um mandado de segurança.
O JC Concursos sempre tenta apurar o cenário para verificar se os órgãos públicos executam o que está de acordo com a lei e, assim, convocam os classificados, pelo menos os que estão dentro do número inicial de postos oferecidos. Confira alguns casos!

Concurso Educação/SP


Em setembro de 2013, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo liberou edital com 59.000 vagas para professor de educação básica II. O concurso ainda está em validade e tinha convocado apenas 38.000 profissionais, mas a boa notícia é que, na última sexta-feira (14), o governador Geraldo Alckmin autorizou a convocação de 20.900 professores. Com esta medida, o governo cumpriu o número de vagas dentro do prazo de validade e ainda pode convocar mais classificados, caso haja a verba necessária.

Concurso PM/SP


A Polícia Militar de São Paulo (PM/SP) realizou, em 2014, certame para o preenchimento de 5.000 vagas de oficial administrativo. O concurso teve 12.760 aprovados e até o momento não houve nenhuma convocação. Neste ano, a seleção foi prorrogada até 23 de julho de 2017 e o JC Concursos continuará cobrando do órgão a nomeação dos candidatos.

Concurso Caixa Econômica Federal


Foi no ano de 2014 que a Caixa lançou edital com oportunidades de cadastro reserva para técnico bancário, engenheiro e médico do trabalho. Até dezembro de 2015, o órgão tinha convocado 2.093 servidores, mas havia milhares de classificados que entraram na Justiça para que também fossem convocados. Neste cenário, a 6ª Vara do Trabalho, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT 10), determinou, no último dia 6 de outubro, a contratação de no mínimo 2.000 servidores.

Concurso INSS


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou em dezembro do ano passado um edital com 950 oportunidades, sendo 800 para técnico do seguro social e 150 para analista do seguro social na área de serviço social. As provas aconteceram em maio deste ano e a expectativa era de que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) liberasse as nomeações em agosto, mas como isso não aconteceu uma comissão de aprovados cobrou as nomeações. O grupo deseja que sejam convocados mais do que o número inicial de 950 vagas, com o adicional de 50% dos postos (475 excedentes) e mais alguns por meio de despachos presidenciais. Este certame teve 3.312 aprovados – deste total, 2.678 para técnico e 634 para analista.

Concurso IBGE


No final de dezembro de 2015, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou processo seletivo que visa a selecionar 600 profissionais. As chances estão distribuídas da seguinte maneira: 460 técnico em informações geográficas e estatísticas; 90 para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas; e 50 para tecnologista em informações geográficas e estatísticas. Em agosto, o MPOG liberou a nomeação de 600 candidatos. As primeiras nomeações já ocorreram e aos poucos todos irão iniciar o trabalho no órgão. Vale lembrar que até o final da validade do concurso mais concurseiros podem ser convocados.

Concurso Polícia Civil/PI


Um grupo de 103 aprovados no concurso de 2012 da Polícia Civil do Piauí pleiteou a nomeação. Eles já haviam feito o curso de formação e temiam o fim da validade do certame. A Justiça determinou que os candidatos fossem nomeados e o governo se pronunciou no início deste mês para informar que em breve devem ocorrer as nomeações. 
Veja também: PEC prevê aumento da validade de concursos em caso de suspensão generalizada

Vídeos Nomeação

O que fazer quando a banca não divulga o resultado?


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Atualizado: 05/02/2018 - 11:56

Canindé/CE abre concurso para 126 vagas

Os selecionados atuarão no Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Canindé (SAAE). A Prefeitura de Canindé oferece salários que variam de R$ 954 a R$ 8.433

Todos os níveis

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

A Prefeitura de Canindé, no Estado do Ceará, abrirá a partir do dia 8 de fevereiro as inscrições para o concurso público com 126 vagas para candidatos de todos os níveis de escolaridade. Os selecionados atuarão no Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Canindé (SAAE).

Concurso Público Canindé/CE 2018

Há cargos disponíveis para agente de endemias, arquiteto, assistente social, desenhista cadista, enfermeiro, engenheiro ambiental e sanitarista, engenheiro civil, fiscal ambiental, fiscal de obras e posturas, fiscal tributário, fisioterapeuta, inspetor sanitário, merendeira, nutricionista, professores (PEB I e PEB II nas áreas de Biologia, geografia, história, inglês, português e matemática), publicitário, recursos humanos, secretario escolar, topógrafo, turismólogo, veterinário, vigia, encanador, leiturista, operador de sistema, artífice especializado, auxiliar de administração e pedreiro.

A Prefeitura de Canindé oferece salários que variam de R$ 954 a R$ 8.433. As jornadas oscilam de 36 a 40 horas semanais.

O processo seletivo consistirá em provas objetiva, discursiva/produção textual e avaliações de títulos. A primeira etapa ocorrerá no dia 15 de abril.

Inscrições

As inscrições para o concurso da Prefeitura de Canindé vão até o dia 9 de março, no site www.cetrede.com.br. A taxa de participação custa de R$ 65 a R$ 125.

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Atualizado: 14/07/2017 - 11:05

Quanto custa a preparação para concursos públicos

O valor total pode ser considerado alto e varia de acordo como a seleção pretendida. Especialista explica que o candidato deve encarar como investimento na preparação para o cargo desejado

Especial

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Muitos concurseiros se questionam sobre quanto é preciso investir para ser aprovado em um concurso público. Afinal, geralmente o candidato não gasta apenas com a taxa de inscrição. A maioria faz cursos específicos e ainda compram apostilas, livros, dentre outros materiais. Pensando nisso, o JC conversou com especialista para conferir quanto os concurseiros gastam, em média, para estarem aptos a conquistar um cargo. 

Investimento

Vale destacar que quando o assunto é investimento na preparação para concurso público, os valores variam de acordo como a seleção pretendida. Essa variação também acontece de acordo com a modalidade do curso: online ou presencial. “A média para investimento incluindo curso, material didático e suporte necessário, para um concurso como escrivão/agente da Polícia Federal fica em torno de R$ 8.000 por ano”, comenta Júlio Raizer, professor especialista no AlfaCon Concursos.

O valor é alto, mas o investimento está ligado com o concurso pretendido. Certames mais almejados, como auditor fiscal da Receita Federal, com uma remuneração de mais de R$ 18.000, exige um gasto um pouco maior. “O conteúdo programático é mais extenso também. Mas, o investimento não está diretamente relacionado ao conteúdo programático, e sim ao interesse dos concurseiros no concurso em questão, levando em conta a remuneração do cargo”, explica Raizer.

Quem estuda para concursos sabe que a aprovação dificilmente ocorre na primeira tentativa. Com isso, muitos se perguntam se fazer um curso preparatório específico pode acelerar essa conquista? Júlio responde: “são necessários três pontos para uma boa preparação: material didático eficiente, curso preparatório com qualidade e o compromisso do candidato. O curso preparatório e o material didático são importantes, mas acima de tudo, o compromisso do candidato é essencial”.

Existem opções para quem busca uma preparação mais em conta. Grupos de estudos podem ser mais baratos, mas requer uma atenção especial, já que provavelmente os candidatos estarão em níveis diferentes de aprendizado. Além disso, é comum encontrar na internet grupos de estudos que exigem gastos apenas com o material, cerca de R$ 500 ou R$ 600. Outros concurseiros optam por estudar apenas com conteúdos gratuitos que algumas escolas disponibilizam, no entanto, vale ressaltar que normalmente são conteúdos limitados e não abrangem todas as disciplinas do concurso.

Gastos além da taxa de inscrição

Do outro lado, Talita Souza é concurseira e estuda há quatro anos. Formada em administração, a jovem de 26 anos conta que gasta mensalmente R$ 430 com passagens (quando presta concurso fora de sua cidade natal Sorocaba), R$ 300 com alimentação e R$ 120 com livros e materiais. Além disso, fez um curso preparatório no valor total de R$ 6.000. “Somente com estudos, gastei mais de R$ 10.000 nos últimos anos. Ainda não fui aprovada em nenhum concurso, mas sei que o aprendizado fica para sempre”, destaca.

A paulista diz que decidiu fechar sua empresa na área do comércio para dedicar-se aos estudos e conquistar uma vaga de analista em tribunais. “Acredito que tomei a decisão acertada por ter confiança que a longo prazo terei mais segurança financeira e profissional”, conta. Ela sabe que essa é uma missão complicada e antes de abrir mão de seus negócios tomou alguns cuidados. “Guardei dinheiro suficiente para manter gastos pessoais e de estudos, mas tive a retaguarda da minha família para as demais despesas com a casa e minhas filhas”, afirma.

Mesmo que o candidato não seja aprovado, o dinheiro gasto não significa que foi perdido. Um curso preparatório pode auxiliar para outros concursos. “Matérias como língua portuguesa, raciocínio lógico, matemática, informática, direito administrativo e direito constitucional, são comuns para a maioria dos concursos. Estudar essas matérias nunca é perder tempo”, complementa Raizer.

Planejamento financeiro

Fazer um bom planejamento financeiro faz parte da preparação, especialmente para quem opta por cursos preparatório. Alguns candidatos, inclusive, começam os estudos antes da publicação do edital. “O estudo para concursos das carreiras administrativas pode começar um ano antes do edital/prova, para carreiras tribunais dois anos antes, carreiras policiais três anos antes, e para carreiras fiscais de três a cinco anos antes. Esse é o tempo médio. Não podemos desconsiderar que existe a possibilidade de aprovação com menos tempo também, só que esses casos são exceção”, comenta Júlio.

Geralmente, cursos on-line são mais baratos e práticos, já que o candidato pode estudar em casa. O professor ressalta que: “não existe caminho fácil para a preparação. Investir num bom aprendizado fará toda a diferença na hora da prova. Logicamente o valor do curso sofrerá alteração de acordo com: quantidade de aulas, quantidade de disciplinas, material incluso ou não, assistência ao aluno, plantão tira dúvidas, seguro aprovação, entre outras coisas”.

Além do valor investido, o candidato deve analisar diversos fatores antes de escolher por um curso. Raizer afirma que vale a pena analisar o número de aprovados pelo curso escolhido. “A estrutura que o curso oferece, o tempo de existência do curso, os canais de acesso e a preocupação do curso com a vida dos alunos. Quem procura pelo melhor preço, nem sempre encontra um produto com qualidade”, finaliza.

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Atualizado: 29/06/2017 - 09:44

Concurso público: saiba quando optar por recurso

O recurso visa garantir a justiça no concurso público, assegurando ao candidato a contestação dos gabaritos e das notas atribuídas às provas. Veja os principais pontos sobre o tema

Especial

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Em praticamente todas as etapas de um concurso público é assegurado ao candidato a contestação dos gabaritos e das notas atribuídas às provas. O famoso recurso visa garantir a justiça no certame. Afinal, convenhamos, o princípio da isonomia seria violado se as pessoas fossem avaliadas erroneamente quanto ao seu conhecimento.

Geralmente, os recursos são mais solicitados em duas fases do concurso público: provas objetivas e provas discursivas. De fato, é comum que em média de 48 horas após a realização de avaliações objetivas, as bancas disponibilizam o gabarito preliminar. A organizadora entende que este documento seja o correto, no entanto, pode apresentar erros, seja por equívocos na formulação do gabarito (erro de digitação, troca de questões etc.), ou equívocos na formulação da questão (perguntas com mais de uma alternativa correta, questão mal redigida, dentre outros).

As bancas não são perfeitas

“As bancas não são perfeitas, os examinadores não são ‘deuses’. Por isso os alunos podem e devem interpor recursos aos gabaritos preliminares das bancas, quando enxergar que tais equívocos foram cometidos”, comenta Victor Dalton, analista legislativo da Câmara dos Deputados, coordenador e professor do Estratégia Concursos.

Além disso, Victor recomenda que o candidato nunca deixe de confrontar sua prova com o gabarito preliminar. “Pode ser você a pessoa que vai encontrar um equívoco importante no gabarito da banca, cuja inversão de gabarito ou anulação da questão fará a diferença na sua classificação final. Em concursos, os recursos contra o gabarito preliminar costumam ter prazo para a interposição de recursos nos dois dias úteis que sucedem à divulgação do gabarito”, explica.

Mesmo que os recursos sejam mais comuns nas etapas de provas objetivas e discursivas, o candidato pode solicitar recursos em outras fases. “Todas as fases de um concurso público são passíveis de recurso. Hoje é muito comum que as provas orais (que ocorrem em concurso de Magistratura e Promotoria, por exemplo) sejam gravadas, de modo a possibilitar a interposição de um eventual recurso”, afirma Thállius Moraes, professor e coordenados no Alfacon Concursos Públicos e Oficial de Justiça Federal.

Leia as regras do edital

Antes de entrar com um recurso, Moraes salienta que é importante saber as regras do edital, como, por exemplo, o prazo para interposição. “O próprio edital do concurso já menciona fatores fundamentais como a maneira de interposição, prazo e demais regras que, caso não preenchidas, importam no não conhecimento do recurso”, diz.

A contestação é um direito do candidato que não concorda com o gabarito apresentado pela banca, podendo ser amplamente utilizado, mas quando o postulante a um cargo público deve optar por entrar com recurso? Lembrando que não basta o mero ato de recorrer, a iniciativa deve ser fundamentada, senão sequer será apreciada. De acordo com o coordenador do Alfacon Concursos Públicos, existem vários motivos que ensejam a interposição de recurso, vejamos os principais: questões com conteúdo fora do edital; questões com enunciado dúbio, o que dá margem para interpretações diversas; questões que cobram determinado posicionamento doutrinário, mas existe doutrina que possui um ensinamento diferente (divergência doutrinária sobre o assunto); questões que possuem mais de uma alternativa correta (quando de múltipla escolha); e questões cuja resposta está em desacordo com a legislação, doutrina e jurisprudência. Assim, sempre que uma questão der margem para violação da isonomia (seja por dubiedade, erro ou controvérsias), é cabível a interposição de recurso.

Posso solicitar recurso sozinho?

Outra dúvida comum dos nossos leitores é sobre o auxílio de um especialista. É melhor solicitar recurso com ajuda de um professor ou pode solicitar sozinho? Thállius explica: “é inegável que a ajuda de um profissional ajudará na elaboração de um recurso mais técnico e mais bem fundamentado. Entretanto, a interposição de um recurso é simples, não necessitando de muitos formalismos, podendo também ser feita de maneira individual e sem auxílio pelos candidatos. Precisa ter um pedido claro (anulação ou troca de gabarito), acompanhado de uma fundamentação justificando o pedido (divergência, dubiedade, etc). Hoje, em concursos maiores, é bastante comum que professores e cursinhos preparatórios elaborem modelos dos recursos cabíveis e disponibilizem para os alunos elaborarem seus próprios recursos”.

Cuidado: o candidato pode ser prejudicado

Um ponto bastante polêmico e que gera muita preocupação nos candidatos é sobre um eventual prejuízo no concurso público em caso de recurso indeferido. “Tratando-se de questões objetivas não existe prejuízo, pois no máximo o que haverá é a negativa do recurso e a situação permanece inalterada. Já nas provas dissertativas, como nas redações, por exemplo, o recurso muitas vezes consiste no pedido de uma nova avaliação. Essa nova análise da prova poderá culminar em um aumento, diminuição ou mesmo manutenção da nota, vez que se trata de uma nova correção da prova. Entretanto isso pode variar de acordo com cada edital, pois ele pode prever que, por exemplo, não haverá diminuição de nota em caso de recurso”, comenta Moraes.

O recurso é um procedimento administrativo e a banca tem o poder de aceitar ou não os recursos, de dar provimento ou rejeitá-los. Entretanto, essa decisão não é soberana, vez que em alguns casos é cabível a impugnação na via judicial. Thállius completa informando que “dependendo do ocorrido, o Ministério Público pode ser acionado, como em caso de suspeita de fraude ou um número muito grande de questões anuláveis, por exemplo”.

O concurso pode ser anulado?

Por fim, abordamos outro tema bastante pesquisado por concurseiros. Afinal, um concurso pode ser anulado por causa de recursos? Thállius Moraes explica que existem situações em que a quantidade de recursos e eventuais questões anuladas é tão grande que acaba por comprometer a validade do concurso. “Em alguns casos extremos, em que houve a anulação de cerca de 20% da prova, o Ministério Público solicitou o cancelamento do concurso e a realização de uma nova prova, contudo, isso não é muito comum de ocorrer”, conclui o especialista.

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Atualizado: 09/06/2017 - 09:58

A EAD nos estudos de pessoas com deficiência

Muitas pessoas buscam na Educação a Distância uma oportunidade de ganhar tempo e melhorar seu rendimento em exames para concursos ou vestibulares, porém cursos para pessoas com deficiência ainda precisam melhorar

Inclusão social

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Muitas pessoas buscam na Educação a Distância (EAD) uma oportunidade de ganhar tempo e melhorar seu rendimento em exames para concursos públicos ou vestibulares. Com isso, estudar em casa tem se tornado cada vez mais comum e para pessoas com deficiência, que normalmente enfrentam dificuldades de locomoção devido à falta de infraestrutura nas cidades, a modalidade é forte aliada na preparação dos estudos.

Realmente, é inegável o potencial da Educação a Distância, modelo que segue em franca expansão. Os preços geralmente são mais acessíveis, os horários flexíveis e o crescimento do mercado de smartphones nos últimos anos faz da EAD uma opção para quem quer investir em educação.

Além disso, os dados mais recentes apontam para uma elevação da modalidade no país. No geral, são mais de 3,8 milhões de alunos inscritos em cursos on-line, segundo dados do IBGE divulgados no ano passado. Este número era três vezes menor em 2013.

Parece animador, não? Mas mesmo com bons número e constante crescimento, nem tudo são flores. Deficientes visuais e auditivos ainda enfrentam bastante dificuldade sem materiais específicos. Já os deficientes físicos encontram cursos virtuais para complementar os estudos, mas geralmente não otimizados para eles. Confira, a seguir, um panorama da Educação a Distância para pessoas com deficiência.

EAD para deficientes visuais e auditivos

A educação para cegos, hoje se faz principalmente com o uso de softwares educacionais com base em saídas de áudio. É verdade que muitos livros hoje em dia são feitos em braile, mas a oferta ainda é bastante limitada, especialmente para temas específicos, como os concursos públicos. Já as pessoas com deficiência auditiva basicamente estudam com vídeos na internet que possuam a linguagem dos sinais.

Conversamos com Eline Cavalcanti, CEO da Elfus, consultoria em gestão organizacional especialista em negócios educacionais e e-Learning, sobre os desafios da implantação de um programa de EAD. A especialista surpreende e aponta que, por incrível que pareça, boa parte dos problemas reside no conteúdo, já que a atividade principal de uma instituição de ensino é a sua excelência acadêmica, como professores titulados e processo de avaliação coeso e robusto. “A grande chave deste processo está na capacidade de identificar uma equipe docente qualificada em termos de produção de conteúdo, estética, e conhecimento de recursos de tecnologia virtual”, explica.

O avanço da Educação a Distância para deficientes, especialmente visuais e auditivos, esbarra na aplicação do conteúdo. Na prática, a exigência da experiência em sala de aula cai por terra, segundo a executiva. “Um bom professor de sala de aula presencial não é sinônimo de um bom conteudista ou tutor. Isso pode ser muito injusto ao primeiro olhar, mas o fato é que essas são atividades parecidas, mas com competências e habilidades diferentes”, reforça Eline.

Elaborar um programa de EAD com base em cursos presenciais também não é o caminho mais indicado. O ideal é que todo o cronograma seja construído sobre bases próprias e exclusivas. “Exemplo disso é a capacidade, amplamente discutida, de como as pessoas se relacionam de uma maneira diferente nas redes sociais e na ‘vida real’”, aponta a especialista.

Bom exemplo

Com objetivo de facilitar o acesso ao conteúdo programático desenvolvido nas escolas de ensino regular, o Centro de Apoio para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP), ligado à Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (Sedu/ES), aceita solicitações gratuitas de livros e materiais didáticos em braile ou em formato Daisy (áudio) para pessoas com deficiência visual.

Qualquer pessoa com algum tipo de deficiência visual pode realizar o pedido. Se for estudante da rede estadual, basta informar o professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) ou pedagogos da unidade escolar, que farão o encaminhamento dos materiais necessários. Se não for estudante, é só encaminhar o material para o e-mail solicitelivroscap@sedu.es.gov.br. Assim que produzido, o material será entregue pelos Correios.

EAD para deficientes físicos

O analista de sistemas Guilherme de Araújo, de 57 anos, é aluno do curso de nível superior em administração e destaca as vantagens de estudar a distância. “A possibilidade de ajustar os horários de estudo à minha disponibilidade de tempo está entre as maiores vantagens. Também não preciso me deslocar de casa para a escola, o que representa uma economia de tempo e dinheiro que, no meu caso, praticamente inviabilizaria participar do curso”, comenta Araújo, que é tetraplégico desde 1993, vítima de acidente de automóvel.

Para que os estudos sejam realmente produtivos, o analista ressalta que é preciso muita força de vontade. “Os cursos na modalidade EAD são inviáveis para quem não tem autodisciplina para realizar tarefas sozinho. É necessário estudar de três a quatro horas diariamente”, completa.

Também tetraplégico decorrente de um acidente no trânsito, o carioca Ricardo Souza, 34, viu na modalidade EAD uma oportunidade para realizar seu sonho: formar-se em ciências biológicas. Ele conta que os benefícios da educação a distância são vários. “Otimização do tempo, flexibilidade e autonomia nos estudos. Muito importante para quem, por motivos de distância, trabalho ou outra dificuldade, não tem condições de frequentar diariamente uma universidade”, diz.

Custo x Benefício

Além de novos métodos de estudos, tanto Ricardo quanto Guilherme valorizam o custo-benefício da modalidade. “Sem a menor dúvida, vale a pena. Hoje em dia, o custo elevado e principalmente o tempo gasto para se deslocar entre casa, trabalho e escola, inviabiliza a participação de muitas pessoas em treinamentos. Assim fica bem mais fácil e barato”, destaca Guilherme. Já o biólogo prevê longevidade para a EAD. “O ensino semi-presencial e a distância é uma ferramenta do mundo moderno digital, essencial para a ampliação das oportunidades de inserção no mundo acadêmico e profissional e veio para ficar”, afirma.

A ausência de interação com outros alunos não é sentida pelos entrevistados. “Meus professores e também os colegas estão sempre presentes através dos chats, fóruns e e-mails. Não sinto falta”, revela o mineiro. “A falta de contato presencial é diminuída pela interatividade do mundo virtual, por isso a participação e frequência nos fóruns e atividades em grupo são essenciais”, completa Ricardo.

Para obter sucesso na EAD é necessário manter um ritmo de estudos com bastante determinação, alerta o analista de sistemas. “Mantenho uma rotina diária e sigo o calendário escolar. Quando tenho algum atraso compenso no fim de semana de maneira a não acumular matéria”, explica. Ricardo dá dicas aos leitores ressaltando que a disciplina é fundamental. “A programação deve ser rigorosa no sentido de estudar pelo menos duas horas todos os dias. Do contrário, o acúmulo de matéria e tarefas se torna um problema”, encerra.

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Atualizado: 08/06/2017 - 11:58

Fluência em terceiro idioma reforça a carreira

O que antes foi considerado um requisito diferencial na busca por uma vaga no mercado de trabalho, hoje é exigência em muitas empresas

Especial

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Além do português, falar outro idioma fluente já não é mais considerado um diferencial nos processos seletivos para vagas de emprego, estágio ou trainee, mas sim um requisito obrigatório em muitas empresas, especialmente aquelas que têm origem estrangeira. A questão é: com o Brasil passando por uma crise econômica e os crescentes indicativos na taxa de desemprego, quanto pesa ter um terceiro idioma no currículo na busca por uma vaga no mercado de trabalho? Conversamos com um especialista em educação sobre o tema. Confira!

Prepare-se para competir!

Antes de tudo, quando pensamos em mercado de trabalho, é imprescindível estar preparado para competir. Afinal, muitos candidatos querem a mesma vaga que você. Para o coordenador pedagógico da escola de idiomas Skill, Lucas Fischer Fabozzi, 28, essa preparação deve ser de imediato. “É necessário ter em mente que o mundo corporativo exige cada vez mais de seus colaboradores, não importa a categoria, cargo ou relevância da profissão. É aqui que entra o investimento em educação e, em nosso caso, com o ensino de uma segunda ou terceira língua”, explica.

Com tantos profissionais disponíveis, quem possui conhecimento em outro idioma, normalmente se destaca no mercado. Contudo, a nacionalidade da empresa deve ser levada em consideração. Atualmente, o inglês segue como a preferência de muitos interessados em aprender um novo idioma, mas vale ressaltar que algumas companhias adotam outras línguas como pré-requisito para admissão, como por exemplo espanhol, francês ou alemão. “Isso se deve não apenas ao fato de vivermos em um mundo cada vez mais globalizado, como também a uma necessidade básica por comunicação”, reforça Fabozzi, que há dez anos trabalha como professor de idiomas.

Nível intermediário basta?

Outra dica do especialista é para que o trabalhador ou estudante não acredite que o nível básico ou intermediário já lhe conceda garantia de uma boa colocação. “É importante manter-se atualizado e, caso já seja fluente num segundo idioma, buscar um terceiro. Quanto mais conteúdo for apreendido e aplicado, mais o colaborador avança em sua carreira e demonstra seu interesse por uma vaga ou posição”, comenta.

Além disso, Lucas Fabozzi opina que aprender uma nova língua deve ser encarado como investimento, especialmente neste momento da economia brasileira. “Se você se encontra numa situação de desemprego ou possível demissão, aproveite para investir em seu conhecimento, pois é isto que poderá garantir sua permanência em um emprego ou consequente aquisição de uma nova vaga”, diz.

De uns anos pra cá, é comum ver anúncios de cursos rápidos focados em vocabulário corporativo ou na preparação específica para testes de proficiência. Antes de se aventurar nos estudos, Lucas ressalta sobre a importância de entender a necessidade dos alunos para, então, direcioná-los à melhor opção. “Cursos rápidos podem ser eficazes, no entanto, é indispensável que o aluno esteja ciente da questão custo-benefício, uma vez que importa e muito sua fluência e conhecimento específico. Há casos em que se busca um curso preparatório para um certificado de proficiência, ou então aulas mais práticas focadas em vocabulário técnico de determinada área”, orienta.

Intercâmbios

Por fim, Fabozzi explica que fazer intercâmbios é importante, pois estudar outro idioma é um processo que conta com a disposição e interesse do aluno. “Uma viagem ao exterior, seja ela de cunho acadêmico, profissional ou turismo, contribui com o aprendizado, no entanto, há dois lados nesta questão: viajar sem conteúdo algum e voltar com uma vivência versus aprender em sala e tornar-se fluente, porém sem conhecimento real. Ambas se complementam e eu, como coordenador, incentivo ao máximo programas de intercâmbio, por mais curtos que sejam, pois sei o quanto eles apoiam a aprendizagem do aluno”, finaliza o especialista.

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Atualizado: 24/05/2017 - 11:43

Dicas de como estudar atualidades para concursos

O conteúdo é bastante amplo e naturalmente gera diversas perguntas na cabeça dos concurseiros. Confira algumas dicas de especialista para se manter preparado para a prova!

Preparação

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Independente do órgão ou cargo envolvido, a disciplina de atualidades está presente em praticamente todos os concursos públicos. O conteúdo é bastante amplo e naturalmente gera diversas perguntas na cabeça dos concurseiros. Afinal de contas, como estudar sobre atualidades e se manter preparado para as provas? Pensando nisso, selecionados as dúvidas mais frequentes dos candidatos e conversamos com o Júlio Raizer, professor do AlfaCon Concursos e especialista no tema. Confira!

JC: Existe um período de recorte considerado pelas bancas organizadoras para temas na prova de atualidades?

Júlio Raizer: O recorte temporal ideal é um ano, com vinculações históricas que se estendem por períodos maiores. Por exemplo, pode ser cobrada uma questão sobre os atuais movimentos sociais, e compará-los com as Diretas-Já (1984), como fez a Cespe em 2013, na prova de escrivão da Polícia Federal.

JC: Sobre a preparação dos estudos. Os candidatos devem focar nos assuntos mais bombásticos do noticiário ou é importante variar sobre vários temas, mesmo que estes não estejam em forte evidência no momento?

Júlio Raizer: Vale a pena focar em assuntos permanentes, que tenham seus desdobramentos consistentes. A dica que tenho, é dividir o cadernos de estudo em tópicos, como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável, responsabilidade socioambiental, segurança e ecologia, e relacionar as notícias referentes a cada um desses tópicos. De tempos em tempos, faz-se necessário uma reformulação das anotações.

JC: Na sua visão, o ideal seria mesclar entre os meios de comunicação para se manter atualizado ou focar em apenas um para não se perder em meio a tanto conteúdo?

Júlio Raizer: As fontes mais eficientes são aquelas usadas pelas provas e concursos, como por exemplo os principais jornais, revistas, agência de notícias e emissoras de rádio e televisão.

JC: Ler blogs opinativos pode contribuir com os estudos ou é melhor evitar? Afinal, muitos blogueiros têm sua opinião formada sobre um determinado assunto. Alguns, inclusive, bem radicais e/ou com interesses políticos.

Júlio Raizer: Temos que ter em mente as seguintes perguntas: quero a informação para acertar a questão da prova, ou para poder ter um amplo conhecimento do assunto? A primeira pergunta deve orientar os concurseiros. Entender o que é a questão, quais motivos estão relacionados a ela, qual a sua consequência para a sociedade, e como isso pode ser cobrado em provas. Uma vez que as bancas não citam blogueiros (na matéria de atualidades, isso não é comum), não acho aconselhável a estruturação do estudo baseado nisso.

JC: A importância de ouvir os discordantes. Refletir sobre visões diferentes pode ajudar no entendimento de um determinado assunto?

Júlio Raizer: É aquela velha questão, ouvir discordantes pode criar uma tendência não cultivada pelas bancas organizadoras. Na matéria de atualidades, as provas normalmente exigem conhecimento sobre o assunto em questão, e não necessariamente a opinião do candidato. Há de se considerar a chance do assunto ser tema de questão discursiva, e mais uma vez, nesse caso, não existe um interesse na opinião, e sim na demonstração que o candidato reconhece o assunto, e tem ciência sobre a dimensão que ele alcançou. Na redação de 2014 na prova de agente da Polícia Federal, o tema foi terrorismo. Convenhamos, que não existe chance de uma opinião divergente sobre o assunto, ser bem recebida pelos corretores. Por isso, mesmo quando questionado em sua opinião, o candidato deve saber da importância de escrever de acordo com a expectativa da banca organizadora e do concurso pretendido. Uma coisa é o que pensamos, outra coisa é aquilo que escrevemos. O candidato não deve querer mudar o mundo com sua prova, ele deve sim querer passar no concurso.
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Atualizado: 30/03/2017 - 15:38

Novo Cabrais/RS: concurso público aberto

Cidade de Novo Cabrais, no Rio Grande do Sul, abriu concurso público com oportunidades e diversas áreas de atuação

Todos os níveis

Por JCConcursos - Da Redação/SP

A cidade de Novo Cabrais está com inscrições abertas para concurso público. O processo seletivo visa o preenchimento de sete vagas e formação de cadastro reserva para ofertas de todos os níveis de escolaridade. 
Quem tiver ensino fundamental incompleto pode se candidatar a eletricista, motorista, operador de máquinas, operário, pedreiro e servente, com salários de R$ 913,01 a R$ 1.669,31. Já quem concluiu o ensino fundamental disputa para agente comunitário de saúde, auxiliar administrativo e monitor de escola, com vencimentos de R$ 931,01 a R$ 1.315,01.
Aqueles que possuírem nível médio de escolaridade concorrem a agente administrativo, atendente de consultório dentário, atendente de creche, fiscal municipal, secretário de escola, técnico em contabilidade, técnico em enfermagem, tesoureiro e oficial legislativo. A remuneração varia de R$ 1.315,01 a R$ 2.895,74. 
Curso superior é requisito para as funções de psicólogo, professor de português, professor de matemática, professor de língua inglesa, professor de história, professor de geografia, professor de educação física, professor de educação artística, professor de ciências físicas e biológicas, professor de educação infantil e séries iniciais, nutricionista, médico veterinário, médico psiquiatra, médico pediatra, médico ginecologista e obstetra, médico do PFS, médico clínico geral, médico cardiologista, farmacêutico, engenheiro civil, enfermeiro, dentista, controlador interno, contador e assistente social. Os salários vão de R$ 1.486,76 a R$ 10.731,26.

Concurso de Novo Cabrais: participação


As inscrições para o concurso público de Novo Cabrais já estão abertas e devem ser feitas pela internet, através do site www.objetivas.com.br, até o dia 16 de abril. O valor das taxas de candidatura varia de R$ 52,79 a R$ 158,37. 
Todos os participantes executarão uma prova objetiva de múltipla escolha, que será aplicada no dia 21 de maio. Os candidatos aos cargos de motorista, operador de máquinas, pedreiro, operário, eletricista e servente também realizarão uma avaliação prática, que será efetuada no dia 16 de julho.
As informações a respeito do concurso ficarão disponíveis na Prefeitura e Câmara Municipal de Novo Cabrais e no site www.objetivas.com.br. 
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Atualizado: 19/10/2016 - 13:55

Saiba como ocorrem as nomeações nos concursos públicos

Milhares de candidatos ainda aguardam convocação para a posse em cargos de diversos órgãos públicos do país. Confira alguns casos!

Todas as esferas

Por JCConcursos - Camila Diodato

Anualmente são liberadas milhares de vagas para diversos cargos em todo o país. São oportunidades para órgãos municipais, estaduais e federais, que sempre precisam minimizar a defasagem em seus quadros de pessoal.
Com a chegada dos concursos, muitas pessoas resolvem se tornar concurseiros com o objetivo de ser um funcionário público e, desta forma, conquistar a tão sonhada estabilidade empregatícia, sem contar os altos salários.
E no mundo dos concursos existem diversas dúvidas, sendo uma delas referente às nomeações. Muitos concurseiros ficam na incerteza se vale a pena prestar um processo seletivo e se realmente serão convocados.
O advogado, professor de direito administrativo e autor de livros, como “Resumão para Concursos”, Adilson Pera comenta que, segundo o artigo 10 da lei 8.112/90, a nomeação acontecerá com os candidatos habilitados no concurso, desde que “obedecidos a ordem de classificação e o prazo de sua validade”. Já a Constituição Federal, “se limita a estabelecer que aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira”, explica Pera.
Em determinados processos seletivos, milhares de pessoas conseguem a classificação e ficam na dúvida se poderão ser chamadas, mesmo que fora do número de vagas iniciais. O advogado comenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que os aprovados têm o direito subjetivo até o término da validade do certame, ou seja, a nomeação de quem não está dentro do número de oportunidades ficará a cargo da Administração, mediante a sua necessidade.
As nomeações em concursos acontecem dentro do seu prazo de validade, sendo que há possibilidade de prorrogação do tempo. Por isso, o órgão pode convocar os concursandos em questão de dias ou até mesmo no período de prorrogação. Agora, se isso não ocorrer, Adilson Pera enfatiza que será cabível um mandado de segurança.
O JC Concursos sempre tenta apurar o cenário para verificar se os órgãos públicos executam o que está de acordo com a lei e, assim, convocam os classificados, pelo menos os que estão dentro do número inicial de postos oferecidos. Confira alguns casos!

Concurso Educação/SP


Em setembro de 2013, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo liberou edital com 59.000 vagas para professor de educação básica II. O concurso ainda está em validade e tinha convocado apenas 38.000 profissionais, mas a boa notícia é que, na última sexta-feira (14), o governador Geraldo Alckmin autorizou a convocação de 20.900 professores. Com esta medida, o governo cumpriu o número de vagas dentro do prazo de validade e ainda pode convocar mais classificados, caso haja a verba necessária.

Concurso PM/SP


A Polícia Militar de São Paulo (PM/SP) realizou, em 2014, certame para o preenchimento de 5.000 vagas de oficial administrativo. O concurso teve 12.760 aprovados e até o momento não houve nenhuma convocação. Neste ano, a seleção foi prorrogada até 23 de julho de 2017 e o JC Concursos continuará cobrando do órgão a nomeação dos candidatos.

Concurso Caixa Econômica Federal


Foi no ano de 2014 que a Caixa lançou edital com oportunidades de cadastro reserva para técnico bancário, engenheiro e médico do trabalho. Até dezembro de 2015, o órgão tinha convocado 2.093 servidores, mas havia milhares de classificados que entraram na Justiça para que também fossem convocados. Neste cenário, a 6ª Vara do Trabalho, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT 10), determinou, no último dia 6 de outubro, a contratação de no mínimo 2.000 servidores.

Concurso INSS


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou em dezembro do ano passado um edital com 950 oportunidades, sendo 800 para técnico do seguro social e 150 para analista do seguro social na área de serviço social. As provas aconteceram em maio deste ano e a expectativa era de que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) liberasse as nomeações em agosto, mas como isso não aconteceu uma comissão de aprovados cobrou as nomeações. O grupo deseja que sejam convocados mais do que o número inicial de 950 vagas, com o adicional de 50% dos postos (475 excedentes) e mais alguns por meio de despachos presidenciais. Este certame teve 3.312 aprovados – deste total, 2.678 para técnico e 634 para analista.

Concurso IBGE


No final de dezembro de 2015, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou processo seletivo que visa a selecionar 600 profissionais. As chances estão distribuídas da seguinte maneira: 460 técnico em informações geográficas e estatísticas; 90 para analista de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas; e 50 para tecnologista em informações geográficas e estatísticas. Em agosto, o MPOG liberou a nomeação de 600 candidatos. As primeiras nomeações já ocorreram e aos poucos todos irão iniciar o trabalho no órgão. Vale lembrar que até o final da validade do concurso mais concurseiros podem ser convocados.

Concurso Polícia Civil/PI


Um grupo de 103 aprovados no concurso de 2012 da Polícia Civil do Piauí pleiteou a nomeação. Eles já haviam feito o curso de formação e temiam o fim da validade do certame. A Justiça determinou que os candidatos fossem nomeados e o governo se pronunciou no início deste mês para informar que em breve devem ocorrer as nomeações. 
Veja também: PEC prevê aumento da validade de concursos em caso de suspensão generalizada
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Atualizado: 10/10/2016 - 12:08

Mercadocon: novo site e benefícios aos concurseiros

Mercadocon.com.br integra fornecedores de material preparatório para concursos públicos e possibilita ao candidato pesquisar as melhores ofertas para preparação disponíveis no mercado

Descontos e brindes Se já era fácil encontrar produtos no Mercadocon, agora você não precisa nem mais procurar. A novidade anunciada esta semana pela primeira megastore dos concursos públicos são as páginas por órgão, onde são relacionados todo o tipo de material preparatório (cursos, apostilas, e-books etc.) vinculado ao órgão em questão. Tudo reunido em um só lugar, para facilitar a busca do usuário e possibilitar que ele encontre, dentre os mais de 4 mil produtos cadastrados na plataforma, aquele que melhor vai atender a suas necessidades.
Um das principais vantagens do Mercadocon é o fato de oferecer descontos especiais e exclusivos - muitas vezes, usuários vão encontrar produtos e serviços com preços mais baixos que aqueles apontados nos próprios sites dos fornecedores! O comparador de preços ainda ajuda o usuário a chegar ao melhor custo-benefício dentre os diversos itens disponibilizados no site. Além disso, todo usuário que efetuar uma compra ganha na hora: 5% de desconto, um e-book grátis e uma Assinatura VIP JC Concursos (nas compras acima de R$ 100).
O sistema de integração automática com os fornecedores permite, ainda, que os usuários adquiram o que há de mais atualizado no mercado, considerando os conteúdos programáticos dos últimos editais publicados. A qualidade também é garantida, uma vez que, antes de serem cadastrados no site, todos os produtos são avaliados pelas equipes Mercadocon, E-Bit e ReclameAqui, tudo para garantir a satisfação e o melhor preço aos usuários.
Diante de seu fortalecimento no mercado de preparação para concursos públicos, vestibulares e exame da OAB, o Mercadocon vem trabalhando em novas ações promocionais e ofertas para impulsionar as suas vendas através de redes sociais, Google e sites parceiros.

Mais vantagens de comprar pelo Mercadocon


- Layout moderno, com novos conceitos market place, que facilitam a pesquisa pelos melhores produtos para os concursos de seu interesse;- Nova ferramenta de avaliação dos produtos, que facilita a interação entre usuários que se preparam para o mesmo concurso, além de simplificar a busca pelos melhores materiais para a preparação;- Ambiente 100% seguro em todo o site. Agora o usuário que navega no site www.mercadocon.com.br está protegido durante toda a navegação;- Integração com sites como Reclame Aqui, E-bit, que ajudam o candidato a ter mais confiança antes de investir na preparação para concursos.
Conheça o site e encontre conteúdos de primeira linha para turbinar a sua preparação em busca da tão sonhada vaga!
O Mercadocon segue cadastrando novos fornecedores. O contato pode ser realizado pelo e-mail contato@mercadocon.com.br.
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Atualizado: 05/11/2015 - 10:50

Mercadocon: preços atrativos em mais de 1.600 produtos

O primeiro comparador de preços do segmento de concursos públicos está lançando descontos especiais e exclusivos, além da integração automática com as lojas virtuais de seus fornecedores

Megastore dos concursos Primeiro comparador de preços do segmento de concursos públicos no país, o Mercadocon tem se mostrado uma plataforma que favorece, em diversos sentidos, concurseiros de todo o país. Há pouco mais de seis meses no ar, a megastore dos concursos públicos já possui mais de 1.600 itens cadastrados, entre produtos e serviços físicos e on-line. São conteúdos preparatórios de empresas especializadas com comparador de preços para garantir o melhor custo-benefício aos usuários.
Entre as novidades que já foram implantadas e que vão trazer ainda mais benefícios para quem almeja uma vaga na carreira pública, estão: descontos especiais e exclusivos para o Mercadocon, ou seja, muitas vezes, usuários vão encontrar produtos e serviços com preços mais baixos que aqueles apontados nos próprios sites dos fornecedores; além da integração automática com os fornecedores, o que permite que os usuários encontrem sempre o material mais atualizado e conveniente para sua preparação.
Confira outras vantagens de comprar através do Mercadocon:
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Vale ressaltar que todos os produtos disponíveis em www.mercadocon.com.br passam por uma análise para garantir a satisfação e o melhor preço aos candidatos. Além disso, toda ação promocional realizada pelos fornecedores e afiliados é automaticamente atualizada na megastore.
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O Mercadocon segue cadastrando novos fornecedores. O contato pode ser realizado pelo e-mail contato@mercadocon.com.br.
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Atualizado: 14/04/2015 - 16:24

MERCADOCON já tem mais de mil produtos cadastrados

Loja virtual reúne os materiais das melhores empresas do setor de concursos. Comparador de preços é um dos diferenciais

Megastore Em menos de um mês, o MERCADOCON, primeiro comparador de preços do segmento de concursos públicos no país, já ultrapassa mais de mil itens cadastrados, entre produtos e serviços físicos e on-line.
Criada para auxiliar a preparação de candidatos a concursos e também a vestibulares, exames da OAB e Enem, a primeira megastore do segmento no país reúne os melhores materiais do mercado. São conteúdos preparatórios de empresas especializadas com comparador de preços para garantir o melhor custo-benefício aos usuários.
“O intuito é reunir mais de dez mil produtos das melhores empresas preparatórias no segmento de concursos públicos, entre cursos on-line, presenciais, livros, apostilas, e-books, CDs e DVDs, facilitar a pesquisa e possibilitar a comparação de preços de acordo com o perfil do candidato. Queremos garantir a melhor experiência de navegação e os melhores produtos”, afirma o diretor de projeto do MERCADOCON.
Vale ressaltar que todos os produtos disponíveis em www.mercadocon.com.br passam por uma análise para garantir a satisfação e o melhor preço aos candidatos. Além disso, toda ação promocional realizada pelos fornecedores e afiliados é automaticamente atualizada na megastore.
Conheça o site e encontre conteúdos de primeira linha para turbinar a sua preparação em busca da tão sonhada vaga.
O MERCADOCON já está on-line e cadastrando novos fornecedores. O contato pode ser realizado pelo e-mail contato@mercadocon.com.br.O profissional responsável pela administração do site e fornecedores é Bruno Manhani.
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Atualizado: 07/01/2015 - 11:03

Conheça 20 aplicativos que podem auxiliar nos estudos

Os softwares, que já viraram febre, podem ajudar na preparação de candidatos para concursos públicos ou vestibulares

Preparação

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Com a tecnologia fazendo cada vez mais parte da vida das pessoas, a dica é aplicar o que ela tem de melhor no nosso cotidiano. Um bom exemplo são os smartphones e tablets, que cada dia mais vêm ganhando espaço devido à praticidade. Os aplicativos, ou APPs, como foram abreviados popularmente, por exemplo, vão muito além de conectar amigos em redes sociais. Hoje, muitas pessoas buscam nesses pequenos utilitários uma maneira de unir a tecnologia com os estudos, seja para a escola, vestibular ou na preparação para concurso público. O JC conversou com especialistas e usuários sobre essa prática e o quanto ela pode contribuir no período escolar, acadêmico ou na vida profissional.

A velocidade da informação é um dos pontos fortes que se destacam nos aplicativos. Por serem fáceis de usar e muito conectados às novas gerações, eles favorecem o aprendizado. “Resolvem problemas ou solucionam dúvidas de forma direta e rápida, evitando muitas vezes pesquisas intermináveis para se encontrar as soluções”, comenta Wagner Sanchez, 41 anos, diretor acadêmico especializado em meios tecnológicos para educação.

Destaque: Vídeoaulas de Português para Concursos Públicos. 

Já a professora de biologia e diretora pedagógica Rita Zaremba, 46, destaca a interatividade como maior benefício aos seus alunos. “Conseguimos trazer o mundo para a sala de aula. Dessa forma, podemos interagir com os estudantes por meio de diversas realidades. Assim, ganhamos tempo nas pesquisas e ainda estimulamos a criatividade quando utilizamos a tecnologia”, diz.

Wagner acredita que é muito cedo para que os smartphones substituam os métodos tradicionais de estudos, como apostilas e livros. Porém, em médio e longo prazo, sim. “Atualmente eles contribuem muito. O aluno do nosso ensino médio não utiliza mais livro didático, já que utilizamos o iPad com as apostilas e os APPs para agregar. Para outras idades e outros públicos, talvez ainda leve algum tempo. Vale lembrar que a geração touchscreen (acostumados com o toque de tela) está presente em diversas formas digitais de transmitir conhecimento”, salienta Sanchez, que trabalha em uma faculdade de tecnologia em São Paulo.

Rita concorda com o diretor e ainda reforça que essa substituição, além de contribuir com o aprendizado, pode também ajudar o meio ambiente, já que, em teoria, o uso de cadernos seria reduzido. “Ainda não atingimos um nível tecnológico que permita isso. Mas quando atingirmos vamos preservar muitas árvores”, ressalta.

Estudantes

Em meio a pontos de vista de professores e especialistas sobre o uso de aplicativos nos estudos, o que pensa e como lida o aluno com toda essa tecnologia? Para não ficar apenas com a opinião de quem ensina, mas também com a de quem aprende com essa prática, conversamos com o jovem Leonardo Zanatta Ribeiro, estudante do terceiro ano do ensino médio. O garoto de 16 anos destaca que tenta conciliar os novos métodos de estudo com os mais tradicionais. “Os livros nunca deixam de ser interessantes, mas os aplicativos trazem informações com maior velocidade e um dinamismo que os livros não têm. Isso me ajuda muito!”, comenta Leonardo, que se prepara para prestar vestibular no próximo ano.

Contudo, o estudante faz ressalvas sobre o uso em excesso. “Quando utilizo visando estudar para provas, por exemplo, às vezes perco o foco”, conta Zanatta, sobre a internet que pode desviar sua atenção. Outro problema é que para alguns programas é necessário ter domínio de outro idioma. “Sinto falta de aplicativos de humanas na língua portuguesa e também na área de exatas”, finaliza.

Veja mais: tecnologia eleva possibilidades do ensino a distância

É fundamental que os usuários não fiquem restritos apenas ao encantamento com os utilitários, segundo Zaremba. “Fazendo do método online uma ferramenta em potencial, pode servir para vestibulares e concursos. Mas depende de cada aluno, das habilidades e competências a serem desenvolvidas. Devemos incentivá-los a utilizar a tecnologia para a obtenção do saber e não só para divertimento”, explica.

Sanchez alerta que não há tecnologia que supere a falta de conscientização e de determinação. Segundo o diretor, não adianta ter acesso à ferramenta se não mantiver o foco. “É importante que o aplicativo faça muito sentido para o aluno, que ele esteja envolvido no processo e que saiba também que existirá cobrança e um reconhecimento daquele tempo que estiver se dedicando ao estudo”, conclui. Seja o seu intuito a aprovação em vestibular, concurso público ou mesmo na escola, a principal recomendação dos especialistas é usar os aplicativos com bom senso e objetividade.

Confira 20 aplicativos que podem auxiliar nos estudos:

Frog Dissection (iOS) Aplicativo para alunos dos ensinos fundamental ou médio sobre biologia e ciências.

The Elements (iOS) Tabela periódica dinâmica e interativa.

iStudiez Pro (iOS) Útil para a organização, calendário escolar e entrega de trabalhos.

Dicionário da Língua Portuguesa (iOS e Android) – Bom dicionário da língua portuguesa com as regras do novo acordo ortográfico.

Aldiko (Android) Aplicativo leitor de e-books. Além de ler documentos, permite você armazenar em estantes virtuais.

Test Your English Vocabulary (iOS e Android) – Ajuda a aprender palavras essenciais da língua inglesa de duas maneiras: você pode relacionar as palavras com seu significado ou os significados com as palavras.

Dropbox (iOS e Android) – Permite armazenar e organizar arquivos.

Cliqset (iOS e Android) – Reúne todas as principais redes sociais em um único lugar.

Dragon Dictation (iOS) – Transcreve o que você fala em texto.

Quickoffice (iOS e Android) – Permite que você crie e edite rapidamente documentos do pacote Microsoft Office.

StudyBlue (iOS e Android) – Estudar com fichas de anotação, fortalecendo métodos de memorização a aprendizado.

TED (iOS e Android) – Disponibiliza palestras de especialistas nas áreas de educação, tecnologia, medicina, negócios, entre outros.

Riddle This (Android) – Disponibiliza cerca de 600 charadas em inglês nas categorias de lógica, matemática, clássico e história.

Assignment Planner (Android) – Mantenha o controle de prazos para lições de casa, projetos, cursos e outros trabalhos.

Zwoor (Android) – Se você precisa fazer algum tipo de pesquisa ou coleta de opiniões, o aplicativo permite que você armazene dados de entrevistados com facilidade.

Pulse (iOS e Android) – Fique atualizado sobre notícias e leituras em diversas áreas de atuação ou pesquisas.

Study Tracker (iOS) – Permite que você mantenha controle sobre suas notas, tempo gasto em tarefas e fazer comparações entre elas.

Mint (iOS e Android) – Além de manter controle sobre seus trabalhos, o aplicativo também pode administrar suas finanças.

iAnnotate (iOS e Android) – Permite que você faça anotações e converta arquivos em formato PDF.

Open Culture (iOS) – Disponibiliza cursos online.

Onde encontrar?

Os aplicativos podem ser baixados nos sites https://play.google.com (Android) e https://itunes.apple.com (iOS).


*matéria atualizada às 11h04 de 7 de janeiro de 2015.
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Atualizado: 05/12/2014 - 15:49

União do Sul/MT publica edital com 85 vagas

A remuneração oferecida varia de 803 a R$ 1.350, considerando a função desempenhada e jornada exercida, que pode ser de 20h, 30h ou 40h semanais.

Inscrições abertas

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

A Prefeitura de União do Sul, no Estado do Mato Grosso, publicou edital de concurso visando ao preenchimento de 85 vagas em diversos cargos e níveis de escolaridade. Além das oportunidades imediatas, a seleção formará cadastro reserva de pessoal.

As colocações com exigência de nível fundamental ou apenas alfabetização são nas carreiras de agente comunitário de saúde, agente de combate as endemias, auxiliar administrativo da saúde, auxiliar de consultório odontológico, condutor de veículo emergencial, condutor de veículo escolar, inspetor de alunos, merendeira, zeladora, auxiliar administrativo, gari, motorista, operador de maquinas, pedreiro e zeladora.

Candidatos de nível médio encontram chances nas funções de assistente de controle administrativo, fiscal de vigilância sanitária, ouvidor do SUS, técnico de enfermagem, técnico de vigilância sanitária, técnico em radiologia, agente administrativo educacional, agente de multimídias, secretario escolar, técnico em laboratório de informática, técnico operacional de sistema, ouvidor municipal e fiscal de tributos.

O município também seleciona profissionais graduados para os cargos de auditor em saúde pública, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico clinico geral, nutricionista, psicólogo, nutricionista, professor graduado - educação física e pedagogia, assistente social, contador, gestor administrativo e financeiro e psicólogo.

A remuneração oferecida varia de 803 a R$ 1.350, considerando a função desempenhada e jornada exercida, que pode ser de 20h, 30h ou 40h semanais.

As provas serão aplicadas no dia 18 de janeiro, em local e horário a serem divulgados oportunamente.

As inscrições devem ser efetuadas até o dia 18 de dezembro, no site www.consultoriaatos.com. As taxas variam de R$ 30 a R$ 100.

Confira o edital de abertura completo no anexo da notícia.

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Atualizado: 30/10/2014 - 11:40

Caconde/SP reúne mais de 26 postos em seleção pública

Prefeitura oferece salários de até R$ 2,3 mil em empregos espalhados por diversos seleções. Seleção dos participantes será feita por exames objetivos e prático no dia 7 de dezembro

A 289 km da capital

Por JCConcursos - Pâmela Lee Hamer

No interior do Estado de São Paulo, a uma distância de cerca de 289 km da capital, a Prefeitura da Estância Climática de Caconde busca 26 profissionais para ocupar postos públicos em todos os níveis de escolaridade.
Ajudante de serviços gerais (2) é a função disponibilizada para quem possui nível alfabetizado.
No ensino fundamental há chances para quem não concluiu a formação, nos postos de pedreiro (2) e servente (2), assim como para os concursandos com o nível completo, e que poderão se candidatar a auxiliar administrativo (1), inspetor de alunos (1), motorista (2), monitor de atividades diversas (vagas não informadas) e operador de máquinas pesadas (1). Para motorista e operador de máquinas também é preciso ter carteira de habilitação, respectivamente nas categorias “D” e “C”.
Profissionais com certificado de ensino médio escolhem entre os empregos de agente de saneamento (1), escriturário (1), auxiliar de enfermagem – com registro no conselho da classe (1) e operador de sistema de água (1). Para as duas últimas colocações também é necessário curso técnico.
Quem tem nível médio e magistério tenta ocupar os cargos de professor assistente (1), de ensino fundamental (1) e de ensino infantil (1). Para docentes nas áreas de educação artística (1) e de inglês (1) é preciso ter diploma de graduação. Ensino superior, juntamente com o registro profissional, também é requisitos para as carreiras de dentista (1), enfermeiro padrão (2), farmacêutico (1), fisioterapeuta (1) e psicólogo (1).
Os postos conferem salários na faixa de R$ 839,16 a R$ 2.377,66. A jornada semanal de trabalho varia de 20 a 40 horas.
Inscrições – Interessados poderão preencher a ficha de participação no processo seletivo até o dia 12 de novembro. Para isso basta visitar o site www.directacarreiras.com.br e pagar a taxa correspondente, que varia de R$ 20 a R$ 35.
Etapas – Serão dois testes para avaliar os inscritos, no dia 7 de dezembro. O primeiro será a prova objetiva de língua portuguesa, matemática, legislação, conhecimentos gerais e disciplinas específicas, para todos os candidatos. O segundo exame será o prático, apenas para o ofício de operador de máquinas pesadas. 
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Atualizado: 29/10/2014 - 11:13

Ilhabela/SP inscreve para 323 ofertas até R$ 5,7 mil

Postos serão preenchidos em funções operacionais, administrativa e nas áreas de saúde, educação e fiscal. Registro de participação poderá ser feito até 13 de novembro, com taxas de R$ 15 a R$ 45

Diversas áreas

Por JCConcursos - Pâmela Lee Hamer

Foi lançado pela Prefeitura Municipal da Estância Balneária de Ilhabela, no litoral do Estado de São Paulo, a cerca de 208 km da capital, concurso público com o intuito de contratar 323 servidores para postos em todos os graus de formação. Desse total, 29 chances são para pessoas com necessidades especiais.
O nível alfabetizado é requisito para concorrer a 143 vagas de auxiliar de serviços gerais, com salário de R$ 941,93.
Destaque: Simulado da Prefeitura. 
Ensino fundamental incompleto habilita para as funções de auxiliar de cozinha (3), mecânico (2), merendeira (11), motorista (4), operador de máquinas (2) e vigia (28), com remunerações mensais entre R$ 976,07 e R$ 1.408,63. No caso dos empregos de motorista e operador de máquinas também é preciso ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria “C” ou “D”, enquanto o ofício de mecânico pede experiência na área. 
Para os candidatos que completaram o nível fundamental são oferecidas duas oportunidades de telefonista, que pagam R$ 1.408,63.
Ensino médio é a exigência para disputar os cargos de assistente de controle interno (4), auxiliar administrativo – CAT I (77), cuidador de idoso (6), fiscal municipal – com CNH “A” e “B” (11), monitor de alunos (20), orientador social (4) e agente municipal de trânsito – com CNH “A” e “B” (6). Nestes casos, os ganhos mensais variam de R$ 976,07 a R$ 2.620,91.
Candidatos que possuam curso técnico escolhem entre as carreiras de técnico de informática – exige CNH e inglês básico (4); técnico em segurança do trabalho (2); e técnico em turismo (4). Os vencimentos são de R$ 2.324,97 (turismo) e R$ 2.620,91 (segurança e informática).
Graduados com registro profissional (quando aplicável) tentam as posições de administrador de redes (1), advogado (1), analista ambiental (1), analista de controle interno (1), analista de sistemas (1), analista de suporte (1), arquiteto (1), bibliotecário (2), fonoaudiólogo (1), pedagogo (1), procurador (4), psicopedagogo (1) e turismólogo (3). Os empregos de administrador de redes e analista de sistemas também pedem inglês fluente e CNH, enquanto as vagas de analista de suporte requerem inglês fluente e as de advogado e procurador exigem experiência de um ano. Os salários vão de R$ 2.620,91 a R$ 5.705,70.
Registro de interesse – Para confirmar a participação no concurso é preciso se inscrever no site do Instituto Mais (www.institutomais.org.br) até as 18h do dia 13 de novembro e desembolsar o valor da taxa, que varia de R$ 15 a R$ 45. O atendimento aos candidatos também será realizado, das 9h às 12h e das 13h às 16h, no paço municipal da prefeitura, na rua Pref. Mariano Procópio de Araújo Carvalho, 86 – Perequê – Ilhabela (SP).
Avaliações – As provas objetivas estão marcadas para os dias 6 (sábado) e 7 (domingo) de dezembro. No sábado, às 14h, serão aplicados os testes de múltipla escolha para advogado e auxiliar administrativo, além do exame dissertativo para o posto de advogado. No domingo haverá avaliações objetivas às 8h e 14h, além de prova de peça processual, às 14h, para os pretendentes a procurador.
A triagem dos participantes também será feita por teste de aptidão física (guarda) e exame prático (mecânico, merendeira, motorista e operador de máquinas).
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Atualizado: 02/05/2014 - 15:19

UFJF/MG abre 53 vagas em diversos cargos

Os vencimentos oferecidos variam de R$ 1.640,34 e R$ 3.392,42. A jornada de trabalho oscila entre 30h e 40h semanais.

Em dois editais

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no Estado de Minas Gerais, publicou em dois editais a abertura de concursos públicos com um total de 53 vagas em diferentes cargos a áreas de atuação.

Quem possui nível fundamental pode concorrer ao posto de assistente de laboratório. Já as oportunidades de nível médio são de assistente de alunos, assistente de tecnologia da informação, técnico de laboratório bioterismo, técnico em autonomia e necropsia, técnico em equipamentos médico-odontológico, técnico em radiologia, técnico em segurança do trabalho, técnico em análises clinicas, técnico em agroecologia, técnico em contabilidade, técnico em patologia, técnico em audivisual, técnico em edificações, técnico em arquivo, técnico em eletroeletrônica, técnico em mecânica, técnico em prótese dentária e técnico em refrigeração.

Por fim, profissionais de nível superior encontram posições nos cargos de geógrafo, músico, fisioterapeuta, engenheiro elétrico, economista, auditor, arquiteto, médico do trabalho, farmacêutico bioquímico e engenheiro mecânico.

Os interessados nos cargos técnicos e os candidatos de nível superior devem ter registro profissional no respectivo órgão da classe ativo.

Os vencimentos oferecidos variam de R$ 1.640,34 e R$ 3.392,42. A jornada de trabalho oscila entre 30h e 40h semanais.

As provas objetivas serão aplicadas nos dias 1° e 8 de junho, de acordo com o cargo pretendido, no turno da manhã. Os locais serão divulgados oportunamente.

Interessados devem efetuar inscrições no site www.ufjf.br/copese, até o dia 16 de maio. As taxas cobradas oscilam entre R$ 40 e R$ 80.

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Atualizado: 17/04/2014 - 14:14

Eleições não impedem realização de concursos

Entenda os motivos das determinações da lei eleitoral e o que pode ou não ser feito no que diz respeito a concursos públicos

Lei eleitoral

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A lei 9.504/97, que determina os procedimentos para as eleições, também conhecida como Lei Eleitoral, costuma gerar polêmicas e dúvidas entre quem pretende ingressar no funcionalismo público. O motivo é o inciso V do artigo 73, que diz o seguinte: “Fica proibido nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e ainda, ex ofício, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunstância do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade do pleno direito”.

Com isto, muitas pessoas acreditam que fica terminantemente proibida a realização de concursos no período eleitoral, o que não é verdade. A lei especifica que somente poderão ser nomeados, dentro do período eleitoral, ou seja, a partir de três meses antes do primeiro turno e até a posse dos eleitos, aprovados em concursos homologados até antes do início deste prazo.

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Acontece que a lei determina algumas ressalvas, que incluem nomeações em cargos comissionados, em cargos do Judiciário, Ministério Público, tribunais, conselhos de contas e órgãos da presidência da República; nomeação de aprovados em concursos homologados até o início daquele prazo; e nomeação ou contratação necessária à instalação ou funcionamento de serviços públicos essenciais.  

Para sanar as dúvidas que ainda persistem sobre o tema, o JC&E ouviu o diretor acadêmico do site Questões de Concursos, Fernando Bentes; o professor do curso Ênfase, Julian Barros; e o advogado especializado em direitos dos concurseiros, Sérgio Camargo. Os especialistas explicam exatamente o que pode ou não ser feito em termos de concursos públicos durante o período eleitoral.   

De acordo com o diretor acadêmico do site Questões de Concursos, Fernando Bentes, existem motivos bastante justificáveis para que o governo adote estes procedimentos. “Este dispositivo se justifica em dois princípios constitucionais: a moralidade na administração pública e a igualdade, no campo das disputas políticas”. Segundo ele, o objetivo é impedir que governantes usem a nomeação de aprovados como fins eleitoreiros. “Governantes poderiam fazer concursos e esperar às vésperas das eleições para nomear os aprovados que, em contrapartida, votariam novamente naquele candidato”, diz. “Isso é imoral e deve ser coibido por lei. Qualquer uso eleitoreiro dos concursos é um desvio imoral de sua finalidade”.  

Fernando Bentes ainda afirma que, do ponto de vista da igualdade, o dispositivo coloca em um mesmo patamar os candidatos que já ocupam cargos públicos e os demais. “Se não houvesse essa lei, os governantes e seus afilhados políticos teriam avantagem de conquistar votos por meio de nomeações, em posição desigual aos candidatos de oposição. Este uso da máquina estatal em benefício próprio poderia gerar uma eternização do mesmo grupo no poder”, diz.  

O professor do curso Ênfase, Julian Barros, observa que, além disto, esta prática acabaria desvirtuando e influenciando a opção do eleitor, impedindo de se concretizar uma das principais características da democracia: a necessidade de alternância no poder.

Fernando Bentes enfatiza que, mesmo assim, é possível realizar concursos durante todo o período de eleições, incluindo publicação de editais, recebimento de inscrições e aplicação de provas. “A homologação é uma das fases finais do concurso. Se a homologação ocorrer antes do prazo de três meses das eleições, as nomeações podem ser feitas a qualquer tempo, inclusive durante as eleições. Se a homologação ocorrer após este prazo, as nomeações terão que acontecer posteriormente à posse dos políticos escolhidos nas eleições, no início do ano posterior”, explica. “A lei, na minha opinião, mostrou um silêncio eloquente, ou seja, não proibiu a realização de concursos públicos como uma demonstração de sensibilidade à necessidade de a administração pública continuar trabalhando. A administração pública não pode parar porque eleições estão ocorrendo”.

Para Fernando Bentes, é totalmente errado o mito popular que diz que não podem ser realizados concursos durante o período eleitoral. “Os concursos podem acontecer, acontecem e continuarão acontecendo em anos eleitorais”, diz. A vedação legal, segundo ele, não se relaciona ao trâmite do concurso em si, masa seu resultado. “Se for ano de eleição, o candidato terá de esperar para ser aprovado, se a homologação ocorrer no período eleitoral”. 

O professor Julian Barros reitera esta opinião. “Este mito popular é totalmente equivocado. É uma visão retorcida da realidade, mas que parece ter ficado no inconsciente coletivo”, explica. 

Já o advogado especializado em direitos dos concurseiros, Sérgio Camargo, ratifica que “desde que o edital seja publicado em Diário Oficial, o certame poderá ocorrer livremente, ressalvando nesse caso nomeações e posse”.

Lei de Responsabilidade Fiscal – A Lei Eleitoral, de certa forma, possui objetivos muito próximos da Lei de Responsabilidade Fiscal, uma vez que ambas têm como objetivo punir o governante que usa o cargo político em benefício eleitoral. “A Lei Eleitoral pune o governante que não se pauta na moralidade para equipar a burocracia estatal com recursos humanos, usando os concursos com fins eleitoreiros. Da mesma forma, a Lei de Responsabilidade Fiscal impõe deveres de regularidade, rigor e limitação ao proibir que o gestor aumente a despesa pública sem apontar a origem dos recursos que financiarão novos gastos”, diz Fernando Bentes. “Assim como a Lei Eleitoral, a Lei de Responsabilidade Fiscal tem especial destaque em concursos, pois impede que o gasto público aumente apenas para realizar concursos, sem que existam fontes para estas despesas. Caso contrário, os governantes ainda fariam concursos para garantir votos, mesmo aumentando a dívida pública e inviabilizando a manutenção dos serviços e até mesmo a nomeação dos aprovados”, afirma Fernando Bentes.

Julian Barros ressalta que a Lei de Responsabilidade Fiscal não deve preocupar os candidatos, “pois é plenamente possível admitir servidores sem necessidade de aumentar as despesas com folha de pagamento”.

Exceções – A Lei Eleitoral prevê a possibilidade de nomeação ou contratação necessária à instalação ou funcionamento de serviços públicos essenciais, mesmo durante o período eleitoral, o que permite uma certa flexibilidade, em casos excepcionais. Fernando Bentes ressalta que existe distinção entre a questão jurídica e a questão política. “O aprovado em concurso dentro do número de vagas tem direito subjetivo à nomeação, independente da vontade do administrador. Além disso, existem casos de extrema necessidade de quadros técnicos de que a administração necessita para planejar e fiscalizar suas políticas públicas. O que não se pode permitir é a nomeação ilegal, nos moldes descritos pela Lei Geral das Eleições. Mas não pode ser permitido que os governantes se utilizem da emergência e da extrema necessidade para perpetrar o desrespeito à lei, por fins eleitoreiros. Desta forma, considero necessário que não sejam permitidas brechas na lei”, diz.

Já o advogado Sérgio Camargo considera qualquer tipo de contratação nestas condições como ilegítima. “Este procedimento é ilegal, ressalvados os casos de concursos que não entram no que determina a lei, como do Poder Judiciário e Ministério Público”, comenta.

O professor Julian Barros considera legítima a existência destas exceções, desde que efetivamente comprovado que sejam para garantir a continuidade dos serviços públicos e não prejudique a população.

Para finalizar, Fernando Bentes reforça que não há motivos para que os candidatos se preocupem com a Lei Eleitoral. “Concursos podem acontecer normalmente durante as eleições. Portanto, nada de medo, receio ou reticências em participar. Quem pretende concorrer em ano eleitoral pode ter a certeza de que vários editais serão publicados, provas acontecerão e se os candidatos não estudarem e participarem dos concursos, perderão tempo e oportunidades preciosas para a aprovação”.    

Sérgio Camargo também tranquiliza os interessados. “Não há o que temer. O que de fato ocorre é uma diminuição nos certames públicos, pois o Judiciário é o gestor da eleição e os pleitos eleitorais muitas vezes envolvem o Executivo e o Legislativo”,explica.

Nas urnas – Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, deputados e senadores. O primeiro turno está marcado para 5 de outubro e o segundo para o dia 26 de outubro.

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Atualizado: 11/04/2014 - 15:26

Câmara de Itapecerica da Serra/SP abre dez vagas

As provas serão aplicadas na data provável de 1° de junho, em locais e horários a serem informados oportunamente.

Inscrições abertas

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

A Câmara Municipal de Itapecerica da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo, publicou edital de abertura para concurso público visando o preenchimento de dez vagas em diversos cargos e níveis escolares.

Para o ensino fundamental as vagas são de copeira e vigia. Os salários são respectivamente de R$ 1.089,53 e R$ 1.317,46, com jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

Já as colocações para candidatos de nível médio são de almoxarife e assistente de comunicação. Os vencimentos são de R$ 1.714,32 e R$ 2.073,44 e a carga horária varia de 30h a 40h por semana.

Por fim, as vagas de nível superior são de contador, procurador, técnico em informática e técnico em recursos humanos. As remunerações oscilam entre R$ 2.232,38 a R$ 3.632,55 e a jornada será de 30 horas semanais.

Serão reservadas 5% das vagas para candidatos com deficiência.

As provas serão aplicadas na data provável de 1° de junho, em locais e horários a serem informados oportunamente.

Interessados devem efetuar inscrições até o dia 30 de abril, no site www.iq.org.br. A taxa de participação varia de R$ 40 a R$ 80.

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Atualizado: 09/04/2014 - 10:29

Câmara de Campinas/SP seleciona para 84 vagas

Ofertas estão em três concursos, com exigência de nível médio, técnico ou superior. O valor da taxa de inscrição varia entre R$ 53 e R$ 98

No interior paulista

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

A Câmara Municipal de Campinas, no interior de São Paulo, publicou em três editais a abertura de concurso público visando o preenchimento de 84 vagas em diferentes cargos e níveis de escolaridade.

Profissionais de nível superior podem concorrer aos postos de médico do trabalho (2 vagas), procurador (6) e analista legislativo, nas áreas de administração (4), arquitetura (2), arquivo (1), assessoramento jurídico (7), auditoria (1), biblioteca (1), contabilidade (4), economista (2), engenharia (1), gestão pública (2), história (1), letras (2), pedagogia (1), psicologia (1), relações públicas (3), secretariado executivo (2), serviço social (1) e tecnologia da informação (2).

Já as oportunidades para os trabalhadores com ensino médio completo são de técnico legislativo (32). Quem possui curso profissionalizante e respectivo registro profissional pode se inscrever nos cargos de técnico de segurança do trabalho (1), técnico de transcrição (3) e agente de segurança legislativa (2).

O destaque fica por conta do cargo de procurador, que oferece o maior salário, no valor de R$ 7.144. O profissional será responsável por prestar assessoramento jurídico à mesa diretora, às comissões e aos vereadores, emitindo pareceres sobre assuntos em tramitação no Plenário. Além disso, também será parte das tarefas o estudo e produção de minutas de atos internos ou externos, bem como documentos contratuais de toda espécie, em conformidade com as normas legais do município.

Os vencimentos para as demais colocações oscilam entre R$ 1.811 e R$ 5.872, conforme o cargo. A Câmara Municipal de Campinas também oferece os benefícios de auxílio-refeição/alimentação no valor de R$ 982,40 e auxílio-transporte na quantia de 240.

Candidatos com deficiência terão 5% das oportunidades reservadas. O laudo médico deverá ser entregue até o dia 28 de abril e serão consideradas as deficiências físicas, auditivas, visual e mental, desde que as atribuições do cargo sejam compatíveis.

A prova objetiva está prevista para os dias 18 ou 25 de maio, a ser confirmada oportunamente no Diário Oficial do Município e também no site do Ibam, organizadora do concurso. No exame, os candidatos responderão questões sobre as disciplinas de língua portuguesa, raciocínio lógico, conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, variando de acordo com o cargo pretendido.

Como se candidatar – Interessados em participar do concurso público devem efetuar suas inscrições até o dia 28 de abril, no site www.ibamsp-concursos.org.br. O valor da taxa de inscrição varia entre R$ 53 e R$ 98, com o pagamento do boleto podendo ser pago até o dia 29.

Confira os três editais de abertura anexados ao lado.

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Atualizado: 19/02/2014 - 11:54

Projeto pretende assegurar comunicações dos concursos

Se o Projeto de Lei nº 69, de 2014, for aprovado, os concursandos poderão escolher entre e-mail ou carta para receberem as informações sobre as seleções públicas em que estão inscritos

E-mail ou carta

Por JCConcursos - Pâmela Lee Hamer

Escolher entre a comunicação por e-mail ou carta registrada para todas as etapas dos concursos públicos, com a garantia de ser informado em tempo hábil. Essa é a proposta do Projeto de Lei nº 69 encaminhado nesta quarta-feira (19) à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
O projeto estabelece que “as empresas e instituições organizadoras de concursos públicos ficam obrigadas a encaminhar todas as comunicações aos candidatos inscritos no edital, informando as ocorrências e fases do concurso público, sem prejuízo da publicação de editais de convocação, retificações e afins”.
Assim, o concursando poderá optar, no momento da inscrição, se prefere ser informado por carta registrada, com aviso de recebimento (AR), no endereço informado, ou por mensagem para o endereço eletrônico cadastrado, com confirmação de leitura.
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Segundo o deputado autor da proposta Carlos Giannazi, do PSOL, o Projeto de Lei 69 visa facilitar a vida dos inscritos em concursos. “O presente projeto tem por objetivo facilitar a verificação de todas as etapas do concurso em que o candidato se inscreveu. É comum haver atraso na entrega de correspondência física, ou mesmo de não envio de e-mail, fazendo com que os candidatos percam fases importantes. E nem sempre se tem acesso fácil às publicações oficiais, como o Diário oficial”, escreve o parlamentar na justificativa para o projeto. 
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