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Professor Ernani fala da Reforma Ortográfica

O professor Ernani Pimentel escreverá uma série de Dicas de Português sobre vários temas relevantes.



Redação
Publicado em 20/10/2008, às 14h24

O JC&E, mantendo a tradição de prestar o melhor e mais completo serviço aos concurseiros de todo o país, fechou parceria com o Professor Ernani Pimentel, um dos mais conceituados mestres e autores da Língua Portuguesa, fundador da Vestcon e um dos mais respeitados professores para concursos públicos.

O Professor escreverá exclusivamente para a versão impressa do JC&E, uma série de Dicas de Português sobre vários temas relevantes, de interesse comum aos concurseiros em geral. E para dar início à série resolveu abordar um dos temas que vem causando muita dor de cabeça em concurseiros de todas as áreas: a reforma ortográfica.

Apesar de o Decreto que institui a reforma ter sido assinado no dia 29 de setembro, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as novas regras começarão a valer somente a partir de 1º de janeiro do ano que vem.

De 2009 até 31 de dezembro de 2012, ou seja, durante quatro anos, o país terá um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Assim, concursos e vestibulares deverão aceitar as duas formas de escrita – a atual e a nova. Só mesmo em 1º de janeiro de 2013 não será mais admitida a forma antiga.

Mas é imprescindível que os concurseiros e estudantes de todo o país já comecem seu processo de adaptação, para não sentirem tantas dificuldades quando for definitivo.

A coluna será veiculada semanalmente, exclusivamente em nossa versão impressa, todo sábado, nas bancas.

Esperamos que os leitores possam aprender muito com o nosso novo colunista e aproveitar suas valiosas dicas para todas as provas.

Quem é Ernani Pimentel?

A metodologia didática do Professor Ernani Pimentel começa em 1966.

Dois anos de minuciosa pesquisa e “fichamento” de mais de quarenta gramáticos existentes na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, na capital paulista, levaram-no a comparar, definição por definição, capítulo por capítulo, os referidos autores, perceber-lhes as divergências, analisá-las e construir suas próprias definições, com o cuidado de ir eliminando contradições, para transmitir segurança e tranqüilidade aos alunos.

Em seguida, suas aulas passaram a ser impressas por vários cursos e colégios da capital paulista: Anglo, Objetivo, Bandeirantes, Etapa, Pré-Médico, Capi, Ciem, entre outros.

Antes de entrar no curso de Letras Clássicas da Universidade de São Paulo, USP, foi aluno de Carlos Vogt, Hakira Osakabe e, na universidade, colega desses e de outros, como Platão Savioli, A. Medina Rodrigues, Marisa Lajolo, Dácio A. de Castro, Ivan P. Teixeira... Foi aluno de Antônio Cândido, Davi Arrigucci, João Alexandre Barbosa, Alfredo Bossi, Massaud Moisés, Soares Amora, Isidoro Blikstein... Conviveu com Pedro Xisto, Augusto e Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Mário Chamie, entre outros.

Durante mais de vinte anos como coordenador de Literatura, Teoria Literária, Análise de Textos e Gramática, escreveu milhares de páginas didáticas para colégios e cursos destinados ao ensino médio e, como professor, aplicava sistematicamente seus textos em sala de aula.

Na luta por atingir maior eficiência e eficácia na transmissão dos conhecimentos, chegou à conclusão de que o melhor método de ensino não é o que oferece gratuitamente definições e conclusões ao aluno, mas o que lhe instiga o raciocínio por meio da multiplicação de perguntas e dúvidas que o levem a, por si mesmo, concluir e conceituar o objeto. Essa é a tônica de sua metodologia.

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