Ensino médio

Sergipe: concurso de guarda depende de reestruturação

A previsão é de 312 vagas, com remuneração inicial de R$ 2,2 mil. Publicação do edital deve ocorrer ainda neste semestre

Fernando Cezar Alves
Publicado em 08/05/2017, às 14h59

A realização do aguardado concurso para guardas do Sistema Prisional de Sergipe ainda depende da reestruturação da carreira, que deve ocorrer por meio de aprovação de projeto de lei. A seleção vem sendo aguardada desde 20 de julho de 2016, quando autorizada pelo governador em exercício, Belivaldo Chagas. Desde então, uma comissão especial, formada por representantes da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão de Sergipe (Seplag/SE), da Justiça e Cidadania (Sejuc), Procuradoria Geral do Estado (PGE/SE) e do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores da Secretaria de Estado da Justiça (Sidpen) trabalha na elaboração do edital. 

A reestruturação deve alterar a lei complementar 72 , de 3 de julho de 2002, que dispõe sobre a carreira dos servidores do Sistema de Segurança Prisional.

A comissão é formada por dois representantes da Seplag, um da Procuradoria Geral do Estado (PGE), um dos sindicato dos guardas prisionais e dois da Secretaria de Justiça e Defesa do Consumidor (Sejuc)

Informações preliminares são de que o concurso deverá ser para o preenchimento de 312 vagas, com exigência de ensino médio e remuneração de R$ 2.200, para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

De acordo com o secretário de justiça, Antônio Hora, que esteve presente no Palácio de Despachos com o governador Belivaldo Chagas quando da assinatura da autorização do concurso, a publicação do edital estava prevista para ocorrer até o final de 2016, o que acabou não se concretizando.“Vamos colocar mais agentes no sistema e assim oferecer um serviço de maior eficiência”, disse o governador, na ocasião.

Um dos motivos pelo reforço no quadro diz respeito à inauguração de dois novos presídios, em Estância e Areia Branca.     

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