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As cartas brasileiras de Léa Freire

Novo disco junta time grandioso de músicos brasileiros



Redação
Publicado em 14/05/2007, às 15h08

Novo disco junta time grandioso de músicos brasileiros

por Beto Feitosa

Léa Freire está lançando seu novo CD, Cartas brasileiras. Quinto trabalho solo marca o encontro sem fronteiras entre o erudito e o popular. Uma declaração de amor à música de seu país, remete o ouvinte a várias paisagens imaginadas por Léa e uma turma de peso. A frase de Caetano que diz que é bom tocar um instrumento é levada ao máximo em cada instante de audição.

Sua ficha técnica é uma espécie de mapa da música instrumental produzida no Brasil. Lançado pelo selo Maritaca, onde ela própria abre espaço para esses nomes, as cartas de Léa serão apresentadas ao vivo em três apresentações no Auditório Ibirapuera, onde recebe convidados especiais.

O selo na capa, característica dos lançamentos da Maritaca, adverte: "Produto artisticamente sustentável". Carimbos à parte, a obra de Léa Freire é um verdadeiro bálsamo que afasta da mesmice do mercado, das fórmulas milagrosas de sucesso e ainda das insuportáveis paradas de sucesso. Trocando o jabá pela arte, a compositora passa à margem de um mercado cada vez mais viciado e descartável. Seu CD é atemporal, traz uma verdade artística que é característica das grandes obras. Dessas que ficam para sempre.

A obra de Léa Freire é o fio condutor para as grandes viagens musicais, conduzidas sob regência do maestro Gil Jardim e direção musical de Teco Cardoso. O trio principal de remetentes dessa obra casam a grande orquestra com a riqueza da percussão brasileira e ainda abrem espaço para o papo entre músicos, recheados de improviso.

"Escrever para orquestra é minha nova paixão", revela a artista. "É o resultado de uma formação musical democrática que compartilho com vários músicos. Adoro trabalhar em parceria", conta. "A música é a mais coletiva das artes porque ela, no momento em que acontece, é a reunião de esforços", vibra.

E esse trabalho coletivo ganha contornos gigantescos, contando com 66 músicos nas 11 faixas do álbum, gravadas ao longo de dois anos. Todas as músicas são composições da própria Léa, que fez questão de escrever prefácios para cada uma das obras no encarte, ricamente ilustrado. Com intimidade, Léa apresenta todos os músicos e faz seus agradecimentos emocionados aos companheiros nessa viagem.

A rica diversidade da música brasileira está representada nas bem traçadas linhas de Léa Freire. Espécie de figura central de um movimento de músicos que não enxergam limites e nem fronteiras, ela fez desse grandioso disco uma carta de intenções, apresentações e revelações.


* Artigo extraído, na íntegra, do site Ziriguidum (www.ziriguidum.com).

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