Alterdata oferece vagas em 25 cidades brasileiras

São 46 oportunidades de emprego em diversos cargos e áreas de atuação. Os candidatos devem ter disponibilidade para início imediato

Douglas Terenciano
Publicado em 20/06/2016, às 09h45

A Alterdata, empresa brasileira especializada em software de gestão, recebe currículos para um total de 46 vagas de emprego em vários cargos e segmentos de atuação. As oportunidades estão distribuídas em 25 cidades nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Maranhão, Bahia, Amazonas, Goiás, Ceará, Espírito Santo, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

Vagas

postos de trabalho disponíveis nas fundações de gerente de filial, desenvolvimento, consultor comercial e técnico de suporte. Os candidatos ao cargo de gerente devem ter experiência em gestão de pessoas e liderança, além de conhecimentos em vendas externas e técnicas de negociação. Para o cargo de técnico de suporte, o profissional deve possuir conhecimento avançado em informática, instalação e implantação de software e facilidade em transmitir conhecimento. 

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Os interessados em concorrer ao posto de consultor comercial devem cursar ou ter concluído o ensino superior nas áreas de administração de empresas, marketing, análise de sistemas, ciências contábeis, informática ou correlatos e também experiência em vendas de softwares. Por fim, a empresa seleciona profissionais para a carreira de desenvolvimento, com capacidade de criar e manter sistemas, conhecimento técnico de informática e graduação completa ou cursando na área de análise de desenvolvimento ou correlatos.

De acordo com informações de assessoria de imprensa da Alterdata, a companhia solicita disponibilidade para início imediato em todas as vagas ofertadas. A jornada de trabalho será de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Os salários e os benefícios oferecidos são foram informados, no entanto, são compatíveis com o mercado, variando conforme o cargo pretendido.

Localidades

As vagas estão espalhadas por unidades da empresa nas cidades de São Paulo (SP), São José do Rio Preto (SP), Presidente Prudente (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Sorocaba (SP), Santos (SP), Teresópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Uberaba (MG), Varginha (MG), Belo Horizonte (MG), Feira de Santana (BA), Salvador (BA), Curitiba (PR), Londrina (PR), Imperatriz (MA), Goiânia (GO), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Teresina (PI) e Brasília (DF).

Etapas

O processo seletivo consistirá em análise a triagem de currículos, em que candidatos com o perfil desejado serão convocados para as fases presenciais de seleção com testes específicos e entrevistas junto a profissionais de recursos humanos e/ou gestores responsáveis pelo setor com vaga ofertada.

Inscrições

Interessados em participar da seleção devem cadastrar currículo exclusivamente no site www.alterdata.com.br. A companhia não determinou uma data limite para o término das inscrições, deixando as oportunidades em aberto até o preenchimento dos cargos.


Dicas para entrevista

O desafio de superar os demais concorrentes durante uma entrevista de emprego fica cada vez mais acirrado. Quem está fora do mercado de trabalho por um longo período tende a sentir ainda mais esse peso, já que é comum afetar a autoestima e a confiança desses profissionais. “A insegurança diante dos questionamentos de um recrutador é grande, especialmente na hora de explicar os motivos de estar tanto tempo fora do mercado”, explica Thais Roque, coach especialista na área de gestão estratégica e recursos humanos.

Postura otimista e transparência a respeito das dificuldades de recolocação podem ajudar a conquistar o novo posto, mas também é fundamental deixar claro que os meses parados não foram desperdiçados. Ao contrário, o tempo foi usado para se reciclar, fazer cursos, aprender e voltar ao trabalho ainda mais preparado do que antes. “O desânimo, o medo e a insegurança não podem predominar. O candidato deve ser transparente e franco com relação ao momento vivido, mas, ao mesmo tempo, mostrar-se confiante e seguro de que está pronto para dar o melhor de si na nova oportunidade”, acrescenta a especialista.

A instabilidade econômica faz com que muitas empresas cortem custos e, com isso, bons profissionais perdem seus postos. É importante analisar o campo de atuação em que busca uma vaga para observar as possibilidades. “Cada setor, cada área tem uma característica, tem maior ou menor velocidade de recolocação, mesmo nas crises”, finaliza Thais.

Evite erros no português

Muitos candidatos perdem boas oportunidades de inserção no mercado por conta do uso inadequado da língua portuguesa. Com as empresas adotando ferramentas como testes ortográficos e redações para funcionar como filtros, o número de trabalhadores e estudantes que não passam sequer na primeira etapa é cada vez maior.

A facilidade da tecnologia contribui para o problema, explica Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). “Com o fácil acesso à tecnologia e condições de correções automáticas de texto, pesquisar informações resumidas sem a necessidade de fazer uma busca integral sobre determinado assunto, dificultam o enriquecimento do vocabulário e a organização linguística”, diz.

Outro motivo que acaba influenciando na vida profissional dos candidatos é o costume de abreviar o português nas redes sociais. Ou seja, nem todos conseguem se adequar às mudanças exigidas quando o ambiente sai do universo dos perfis virtuais. “Alguns se condicionam muito com esse tipo de 'escrita encurtada' e acabam por cometer erros, tanto na elaboração de algum texto, quanto no envio de um simples e-mail profissional”, comenta Erick.

Se por um lado a tecnologia pode deixar as pessoas mal acostumadas, por outro, possibilita novas opções aos leitores, mesmo que de maneira virtual. Sperduti afirma que “a Era Digital também possui seus benefícios e permite o fácil acesso às obras e clássicos da literatura, inclusive por meio de smartphones. O grande problema está na mentalidade do brasileiro em não praticar o hábito da leitura”.

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