Aprendiz Supervia oferece 60 vagas no Rio de Janeiro

Podem se inscrever pessoas com idade entre 18 e 21 anos, que tenham o ensino médio completo ou que estejam cursando

Douglas Terenciano
Publicado em 18/11/2016, às 11h42

Estão abertas as inscrições para 60 vagas na área de atendimento do Programa Aprendiz Supervia. Podem se inscrever pessoas com idade entre 18 e 21 anos, que tenham o ensino médio completo ou que estejam cursando.

Interessados devem efetuar a inscrição no site da Fundação Mudes (www.mudes.org.br) ou pelo e-mail aprendizsupervia@mudes.org.br até o próximo domingo, dia 20 de novembro.

Evite erros no português

Muitos candidatos perdem boas oportunidades de inserção no mercado por conta do uso inadequado da língua portuguesa. Com as empresas adotando ferramentas como testes ortográficos e redações para funcionar como filtros, o número de trabalhadores e estudantes que não passam sequer na primeira etapa é cada vez maior.

A facilidade da tecnologia contribui para o problema, explica Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). “Com o fácil acesso à tecnologia e condições de correções automáticas de texto, pesquisar informações resumidas sem a necessidade de fazer uma busca integral sobre determinado assunto, dificultam o enriquecimento do vocabulário e a organização linguística”, diz.

Outro motivo que acaba influenciando na vida profissional dos candidatos é o costume de abreviar o português nas redes sociais. Ou seja, nem todos conseguem se adequar às mudanças exigidas quando o ambiente sai do universo dos perfis virtuais. “Alguns se condicionam muito com esse tipo de 'escrita encurtada' e acabam por cometer erros, tanto na elaboração de algum texto, quanto no envio de um simples e-mail profissional”, comenta Erick.

Se por um lado a tecnologia pode deixar as pessoas mal acostumadas, por outro, possibilita novas opções aos leitores, mesmo que de maneira virtual. Sperduti afirma que “a Era Digital também possui seus benefícios e permite o fácil acesso às obras e clássicos da literatura, inclusive por meio de smartphones. O grande problema está na mentalidade do brasileiro em não praticar o hábito da leitura”.

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