Tempo para a família

Como conciliar família e trabalho sem haver perda em algum dos lados?

Redação
Publicado em 26/01/2011, às 13h59

Hoje, não é mais apenas o homem que disputa seu lugar no tão competitivo mercado de trabalho, a mulher também tem o seu espaço lá, portanto, em muitos casos, temos famílias inteiras extremamente comprometidas, devido à vida agitada do casal.


Mas existiria outra forma de se vencer profissionalmente sem ofertar ao mercado de trabalho um pouco a mais que o convencional? Sem permanecer por mais tempo na empresa, cumprindo uma maior carga horária?


Creio que a resposta mais coerente seja “não”.


Como conciliar família e trabalho sem haver perda em algum dos lados? No fundo, é pelos familiares que trabalhamos tanto e são também eles que necessitam de nossa presença!


A causa de problemas nesse aspecto não se encontra somente na inversão de valores, tais problemas podem ser vencidos com uma eficiente administração do tempo, o que, para muitos, é apenas um método teórico, enquanto deveria ser um estilo de vida. Basta você querer!


Quando lemos dicas sobre administração do tempo, deparamo-nos com várias regras que, na teoria, parecem bastante plausíveis, mas, para serem aplicadas, não nos parecem factíveis. Portanto não pretendo enumerar dicas e regras sobre esse tema, até porque existem profissionais bem mais interados sobre esse assunto específico, apenas desejo que você observe o que pode estar ao seu alcance.


O problema não está somente naquilo que enxergamos, mas quase sempre no que não vemos.

Estudos mostram que ocupamos 70% do tempo em que estamos acordados com o trabalho, ou seja, os outros 30% de nosso tempo sobrariam para dedicarmos ao que vale a pena. Mas, quase sempre, usamos esse tempo como extensão daqueles 70%, na maioria das vezes, em forma de murmuração. Assim fica difícil sobrar tempo para alguma outra coisa!


Sou um grande defensor de que podemos unir trabalho e família numa única relação. Acho que podemos tornar essa relação extremamente agradável, mas desde que exista o consentimento de todos os lados, ou seja, não force as pessoas a sempre ouvirem os seus relatos profissionais, mas procure, nesses pequenos momentos (os 30%) interessar-se pela história dos outros, como por exemplo saber sobre o dia de seu filho na escola, ou dê uma ligadinha para aquela saudosa tia, apenas para mandar um abraço. Que tal ouvir os sonhos de seu cônjuge em relação à vida de vocês?


Eu sei que a sua vontade é de chegar em casa e apenas se jogar num sofá, não fazer nada, ligar a TV e assistir àquele programa “vazio” como estratégia para esquecer da rotina que acabou de viver.
Minha sugestão: faça isso! Sim, faça o que está com vontade, mas convide mais gente para participar. Acomode-se nesse mesmo sofá com sua família e curtam JUNTOS o seu momento de lazer. E não esqueça da pipoca!


Ah! E nunca se esqueça de incluir Deus em todos os seus planos.


Prof. Edison Andrades é palestrante e escritor. Seu site: www.edisonandrades.com.br



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