Um corvo em minha vida

Nesta semana, o professor Edison elenca os três tipos de colaboradores encontrados em uma empresa.

Redação
Publicado em 20/09/2010, às 11h32

Colaborador interno, o principal cliente da empresa! Uma organização visionária entende que o único bem intangível que poderá fazer toda a diferença numa competitividade é seu funcionário. Alguns dizem: “a única coisa que presta numa empresa são as pessoas”. Um tanto radical esse pensamento, mas conseguimos admitir que tecnologia, infraestrutura e produtos são facilmente copiados pela concorrência. Pessoas são únicas.


Mas, infelizmente, temos um índice muito elevado de colaboradores que jogam contra, ou seja, estão contra a própria empresa. Imaginem se um técnico de futebol permaneceria com um jogador que constantemente realiza gols contra. Provavelmente não. Mas, nas empresas, esse comportamento avesso é tolerado.


Tem muito artilheiro de gols contra aí, ao seu lado, na organização. Muitos gestores fazem vista grossa em relação a eles. No final do “campeonato”, não vai adiantar substituí-los, ou seja, quando a empresa já estiver em declínio, poderá ser tarde, aí nem os melhores profissionais poderão mudar esse placar negativo.


Nas empresas temos três tipos de colaboradores:


O primeiro tipo podemos chamar de “a favor”. Fazem parte desse grupo pessoas que torcem para que as coisas deem certo, buscam inovação, preocupam-se com seu par, ajudam no que for preciso, não reclamam do seu salário, pois reconhecem suas escolhas. Evitam rodas de fofoca. Procuram boas leituras e interessam-se pelo segmento no qual sua empresa está inserida. Sempre trazem, na “ponta da língua”, boas novas aos seus próximos. Enfim, pessoas “SHOW”.


Outros colaboradores estão num grupo que chamamos de “indiferente”. Formado por aqueles que não influenciam. Não são negativistas, mas também não têm nada de positivo a oferecer. Habitam em um mundo próprio. Alienados às questões de sua empresa, apenas cumprem o horário. O trabalho, para o indiferente, é apenas um cumprimento de tabela. Não compartilham conhecimento e seu maior objetivo é a aposentadoria.


Por fim, temos os colaboradores que são “do contra”. São os “corvos” das organizações. Andam, geralmente, em “bando”, sempre têm seguidores. Não aguentam contemplar o sucesso alheio e oferecem seu pior. Poluidores de ambientes sabem, antes de todos, das más notícias, como demissões em massa, dissídio baixo, falência da empresa etc. Assumem a tutoria dos novatos, mas com o objetivo de detonar a organização e captar adeptos para o “bando”. Falam mal do patrão, da empresa e do próprio salário, mesmo que dependam exclusivamente deles. Sempre planejam algo que os fará ganhar alguma coisa de forma ilícita. Mestres em induzir pessoas, abrem aos clientes externos os problemas internos da empresa e sempre julgam a concorrência como melhor. Ufa!

Já passaram vários “corvos” por minha vida. Nunca os vi prosperar. 


Saiba que, no mundo corporativo, existem mais pessoas indiferentes e “corvos” do que pessoas “a favor”. Significa a abundância das duas primeiras espécies. E, por estarem em maioria, têm menos valor.


Quanto mais raro, mais caro. Pessoas a favor são escassas, por isso valem mais.

Agora é só decidir a qual grupo você deseja pertencer.


Ah! E nunca se esqueça de incluir Deus em todos os seus planos.

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