Você é o que você come

Você já reparou que pessoas mal informadas perdem mais oportunidades?

Redação
Publicado em 31/05/2010, às 10h35

Não falaremos sobre o brilhante livro da Dra. Gillian McKeith, “Você é o que você come”, mas, como ela, faremos algumas analogias em relação aos alimentos prejudiciais à saúde. Em nosso caso: saúde profissional.


Você já reparou que pessoas mal informadas perdem mais oportunidades?


Recentemente, participei de um processo de seleção como orientador. O entrevistador perguntava aos candidatos coisas como: o nome do presidente dos Estados Unidos; o nome de nosso atual ministro da fazenda; quais cargos públicos serão disputados em 2010 no Brasil; pedia exemplos de empresas que realizaram fusões na última década; entre outras coisas.  Embora nem todas as perguntas sejam tão básicas, somente consegue respondê-las quem possui o mínimo de atualização sobre os fatos ao seu redor.


Infelizmente, ocorreu mais de 70% de reprovação naquele processo seletivo, sendo que todos os candidatos eram graduados.


Nos dias de hoje, o culto ao corpo é muito valorizado, é grande a preocupação com a escolha dos alimentos corretos, mas muitos se esquecem de abastecer-se com outro alimento também importante: a informação.


Algumas pessoas confundem informação com conhecimento. A diferença básica é que informação refere-se a dados, a elementos ou números que compõem o relato de determinada situação ou fato. Conhecimento é o resultado da exposição desses dados a um processo de análise. Análise é sinônimo de dissolução, ou seja, dizer que algo foi analisado significa dizer que foi dissolvido ou diluído.


Após a chegada de uma nova informação, temos capacidade de dissolver esse dado e transformá-lo em conhecimento, capaz de alterar não só nossas opiniões, mas também nossas atitudes. Mas que isso ocorra, de preferência, com sabedoria. Portanto, a qualidade do conhecimento que adquirimos em nossa vida depende, exclusivamente, da qualidade da informação que absorvemos. A informação é a matéria-prima do conhecimento. Com isso, entendemos que seria impossível um ser humano “dissolver” uma informação, transformando-a em algo benéfico para seu desenvolvimento, quando a essência dessa informação é irrelevante e fútil.


Caro leitor, do que você está se alimentando? Hoje temos acesso a inúmeros canais de informações. Refiro-me à internet, televisão, rádio, jornais, revistas etc. Faço questão de ressaltar que todos os canais, sem exceções, possuem boas e más informações. São apenas “hospedeiros” de dados. Isso nos remete à seguinte conclusão: a escolha é sua! De que conteúdos (dados) deseja apropriar-se? Não coloque a culpa nos canais, dizendo: “só tem porcaria nas programações da TV aos domingos”. Então desligue a TV! Faça melhor: desligue tudo que não edifica sua vida.  No mundo corporativo, poucos tomam essa atitude. Você é fruto de suas escolhas.


Ah! E nunca se esqueça de incluir Deus em todos os seus planos.

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