Basf recebe inscrições para programa de estágio

A remuneração oferecida varia de R$ 1.521 a R$ 2.226, mais benefícios. O contrato de estágio terá duração máxima de dois anos

Douglas Terenciano
Publicado em 23/01/2018, às 14h41

A Basf, indústria química alemã, recebe inscrições para seu Programa de Estágio Basf Corporativo 2018, com aproximadamente 60 vagas para estudantes dos ensinos técnico e superior de diversas áreas. Candidatos de todas as regiões do país podem participar do processo seletivo, desde que tenham disponibilidade para estagiar em São Paulo, incluindo a capital e região do Grande ABC Paulista.

Programa de Estágio Basf 2018

Com oportunidades em variados campos de atuação, a companhia aceita inscrições de universitários matriculados nos cursos de direito, psicologia, marketing, matemática, administração de empresas, ciências contábeis, química, farmácia, publicidade, biblioteconomia, engenharia (todas as modalidades), dentre outras áreas. O processo de seleção também está aberto para alunos de cursos técnicos profissionalizantes.

É necessário que os interessados estejam matriculados a partir do segundo ano, seja em cursos de graduação ou técnico, além de conhecimentos na língua inglesa e em informática, especialmente no pacote Office. Espirito de colaboração, saber trabalhar em equipe e orientação para resultado de aprendizagem completam o perfil desejado pela empresa.

A remuneração oferecida varia de R$ 1.521 a R$ 2.226, mais os benefícios de vale-refeição, seguro de vida, vale-transporte, assistência médica e assistência odontológica. O contrato de estágio terá duração máxima de dois anos, com jornada de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira.

Como se inscrever

Os interessados em participar do processo seletivo têm até o dia 10 de fevereiro para efetuar a inscrição no site www.ciadeestagios.com.br/basf.

Dica

Muitos candidatos perdem boas oportunidades de estágio por conta do uso inadequado da língua portuguesa. Com as empresas adotando ferramentas como testes ortográficos e redações para funcionar como filtros, o número de estudantes que não passam sequer na primeira etapa é cada vez maior.

A facilidade da tecnologia contribui para o problema, explica Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). “Com o fácil acesso à tecnologia e condições de correções automáticas de texto, pesquisar informações resumidas sem a necessidade de fazer uma busca integral sobre determinado assunto, dificultam o enriquecimento do vocabulário e a organização linguística”, diz.

Outro motivo que acaba influenciando na vida profissional dos candidatos é o costume de abreviar o português nas redes sociais. Ou seja, nem todos conseguem se adequar às mudanças exigidas quando o ambiente sai do universo dos perfis virtuais. “Alguns se condicionam muito com esse tipo de 'escrita encurtada' e acabam por cometer erros, tanto na elaboração de algum texto, quanto no envio de um simples e-mail profissional”, comenta Erick.

Se por um lado a tecnologia pode deixar as pessoas mal acostumadas, por outro, possibilita novas opções aos leitores, mesmo que de maneira virtual. Sperduti afirma que “a Era Digital também possui seus benefícios e permite o fácil acesso às obras e clássicos da literatura, inclusive por meio de smartphones. O grande problema está na mentalidade do brasileiro em não praticar o hábito da leitura”.

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