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Assalto a bancos: Brasil alcança menor número de roubos dos últimos seis anos

O Paraná é um dos cinco estados, além da própria PF, que já receberam os primeiros equipamentos e aderiram ao sistema de combate a assalto a bancos

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 27/05/2022, às 18h06

Em 2021, um total de 388 bancos foram assaltados em todo o país
Em 2021, um total de 388 bancos foram assaltados em todo o país - Governo do Paraná
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Os assaltos a bancos em todo o país reduziram em 70%, com relação ao ano de 2015, início da série histórica de compilação de dados. Em 2021, um total de 388 instituições financeiras foram assaltadas em todo o país. Em 2015, esse número era de 1.271, segundo levantamento do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do governo federal. Ele coleta estatísticas fornecidas pelas unidades federativas.

Os dados de furtos de instituições financeiras incluem ações de quadrilhas da cidade para facilitar roubos em grande escala – mais conhecidos como “Novo Cangaço”. E a redução pode ser maior nos próximos anos, caso seja aprovado pelo Congresso Nacional o Projeto de Lei, elaborado pelo MJSP, que aumenta as penas mínimas de 3 para 6 anos e a máxima de 8 para 20 anos de quem comete assalto a bancos.

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Algumas ações são implementadas para combater o assalto a bancos no país

O Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab) pode ajudar a desvendar crimes como o ocorrido em Guarapuava (PR) em meados de abril, quando bandidos armados invadiram a cidade e sequestraram moradores que tentavam assaltar uma empresa que transportava objetos de valor.

Por exemplo, munições disparadas por criminosos em ação foram coletadas e estão sendo analisadas e incluídas no Sinab, que fornece dados para auxiliar nas investigações para melhorar a velocidade de resolução de crimes com uso de arma de fogo.

“As informações são cruzadas para tentar descobrir se é o mesmo armamento utilizado em outras ocorrências, por exemplo. Isso pode ajudar as polícias a desvendar se os crimes foram praticados por uma mesma quadrilha”, explica Lehi Sudy dos Santos, coordenador do Comitê Gestor do Sinab.

O Paraná é um dos cinco estados, além da própria Polícia Federal, que já receberam os primeiros equipamentos e aderiram ao sistema. “O investimento em tecnologia é considerado essencial para o MJSP. O Sinab, por exemplo, pode auxiliar as polícias a desvendar com mais rapidez e precisão crimes como o de Guarapuava, garantindo melhores condições de realizar a repressão qualificada no enfrentamento deste tipo de crime”, avaliou o secretário Nacional de Segurança Pública, Renato Paim.

Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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