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Bolsa Família é mais rígido com beneficiários! Entenda os motivos

Lula articula para aprovar PEC que pode manter valor de R$ 600 e adicional de R$ 150 por filho menor de seis anos em 2023; veja regras do Bolsa Família

Uma mulher segura o cartão do Bolsa Família e notas de dinheiro
Uma mulher segura o cartão do Bolsa Família e notas de dinheiro - Agência Brasil - Bolsa Família
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 14/11/2022, às 14h32

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O calendário de novembro do Bolsa Família (Auxílio Brasil) volta a ser pago nesta quinta-feira (17) para quem possui Número de Identificação Social (NIS) final 1. O programa de transferência de renda irá realizar pagamentos de R$ 600 para cerca de 21 milhões de famílias.  

Pelas regras atuais do auxílio, os brasileiros precisam estar em situação de extrema pobreza com renda mensal de até R$ 105 por pessoa ou em situação de pobreza, possuindo renda mensal de até R$ 210 por pessoa, desde que na composição familiar tenha gestante ou menor de 21 anos. Assim como a faixa de renda, existem outras obrigações para que o benefício possa ser mantido, veja: 

  • Manter frequência escolar mensal mínima de 60% para crianças de 4 e 5 anos de idade;
  • Registrar frequência escolar mensal mínima de 75% para estudantes de 6 a 21 anos;
  • Cumprir o calendário nacional de vacinação;
  • Fazer o acompanhamento do estado nutricional de crianças com até 7 anos incompletos; e
  • Gestantes devem fazer o pré-natal completo.

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Bolsa Família mais rígido; entenda 

Se o governo eleito do PT manter as mesmas regras do benefício que sofreu alteração por decisão do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), o programa será mais rígido com os beneficiários em 2023. O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articula com parlamentares uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir manter o valor de R$ 600, tem como prioridade pagar R$ 150 a mais por filho menor de seis anos, no ano que vem.  

No entanto, para garantir o repasse do Bolsa Família, as famílias e o poder público precisam assumir compromissos nas áreas de Saúde e de Educação. Neste caso, o governo tem a responsabilidade de garantir o acesso e a qualidade desses serviços. 

De acordo com as regras do programa, cabe "ao poder público monitorar resultados, identificar motivos que impeçam o acesso das famílias aos serviços sociais básicos e agir para garantir o acesso". 

Sendo assim, as crianças menores de 7 anos devem ter o calendário vacinal em dia, além do acompanhamento do seu crescimento e desenvolvimento. Veja outras regras: 

  • Gestantes devem fazer consultas de pré-natal, pelo calendário do Ministério da Saúde. 
  • Todas as crianças e os adolescentes de 6 a 15 anos das famílias beneficiárias devem estar matriculados na escola e ter frequência mínima de 85% das aulas; 
  • Jovens de 16 a 17 anos devem estar matriculados na escola e ter frequência mínima de 75% das aulas.

Vale ressaltar ainda, que quem descumprir essas regras condicionadas para o recebimento do Bolsa Família será desligada gradualmente do programa. Neste caso, primeiro a família irá receber uma notificação. Logo após, se o problema persistir, o benefício será bloqueado e só depois suspenso. 

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