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Brasil fecha mês de março com a criação de 136 mil empregos formais, diz Caged

Os dados foram apresentados nesta quinta (28). O número de empregos é menor que o registrado no mesmo período do ano passado; confira os detalhes

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 28/04/2022, às 17h25

O número de empregos é menor que o registrado no mesmo período do ano passado
O número de empregos é menor que o registrado no mesmo período do ano passado - Divulgação
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Os brasileiros estão conseguindo, aos poucos, se estabilizar em meio à crise no país. No mês de março, o Brasil conseguiu criar 136.189 empregos formais, de acordo com o levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com 153.431 empregos gerados.

O ministro José Carlos Oliveira destacou durante a apresentação do resultado que “Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos". Ele afirmou que essa expansão “permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos", acrescentou.

Os dados mostraram que os níveis de emprego em 4 das 5 categorias de atividade econômica estavam em saldo positivo em março. A maior parte dos 111.513 novos postos de trabalho foi criada no setor de serviços, principalmente nas áreas de informação, comunicação e finanças, imobiliária, atividades profissionais e administrativas.

O setor de construção civil foi o segundo que gerou mais empregos em março, com saldo positivo de 25.059 postos de trabalho, seguido pela indústria (15.260 novos empregos) e comércio, com saldo de 352. O setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve saldo negativo de geração de empregos, com 15.995 desligamentos a mais do que contratações.

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Mês de março teve saldo positivo de empregos em quatro das cinco regiões

O Sudeste gerou 75.804 empregos, seguido pelo Sul com 33.601 novos postos de trabalho; o Centro-Oeste criou 33.601 empregos e o Norte 9.357 empregos. No Nordeste, o saldo de geração de empregos foi negativo, com 4.963 perdas de empregos relacionadas a contratações.

A explicação do ministério para o saldo negativo no Nordeste é o período de desmobilização do setor sucroenergético, principalmente nos estados de Sergipe, Pernambuco e Alagoas, onde foram demitidos trabalhadores temporários.

Em março, 23 dos 27 postos de trabalho registraram saldos positivos. Os estados com melhores resultados foram São Paulo (34.010 empregos), Minas Gerais (27.452 empregos) e Rio Grande do Sul (13.744 empregos). Os estados com pior saldo de demissões do que contratações estão no Nordeste: Sergipe (-2.502 empregos), Pernambuco (-6.091 empregos) e Alagoas (-10.029 empregos).

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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