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Caixa Econômica exonera superintendente que atuava no consignado do Auxílio Brasil. Entenda

Caixa emitiu uma declaração explicando os motivos da dispensa da servidora. Ela teve um papel chave na área do consignado do programa social

Superintendente teve participação ativa no programa Auxílio Brasil do governo anterior
Superintendente teve participação ativa no programa Auxílio Brasil do governo anterior - Divulgação/JC Concursos
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 10/08/2023, às 19h25

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Em uma reunião do Conselho da Caixa Econômica Federal realizada nesta quinta-feira (11), foi alcançada uma maioria de votos a favor da exoneração de Karla Montes Ferreira, a superintendente de crédito pessoa física. Karla desempenhou um papel chave na área do consignado do Auxílio Brasil.

A Caixa emitiu uma declaração explicando que a dispensa de Karla Montes Ferreira da função gratificada se deu por interesse administrativo. A decisão da maioria do Conselho é uma resposta ao recente episódio envolvendo a divulgação de documentos relacionados à operação do consignado.

Esses documentos, que foram inicialmente divulgados com tarjas para ocultar o conteúdo, causaram controvérsia pela falta de transparência. A Controladoria-Geral da União (CGU) exigiu que os documentos fossem divulgados sem tarjas, um pedido atendido pela Caixa.

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Superintendente teve participação ativa no programa Auxílio Brasil do governo anterior 

Karla Montes Ferreira teve participação ativa no programa do consignado, que resultou em prejuízos para o banco e está sob investigação. Embora seja reconhecida como uma profissional técnica competente, ela ocupou uma posição delicada na tomada de decisões do banco. Para a aprovação da proposta, o diretor dela e a então vice-presidente da área tiveram que dar sua aprovação, embora nenhum dos dois tenha sofrido punição até o momento.

A aprovação da proposta também envolveu a avaliação de dois comitês distintos, um composto por diretores e outro por vice-presidentes, que deram luz verde à operação. Além disso, há discussões em torno da permanência de Rita Serrano, a atual presidente da Caixa, em seu cargo.

O governo considera que ela não conseguiu responder rapidamente às necessidades de informações sobre eventuais irregularidades na operação do consignado. Adicionalmente, a permanência dos vice-presidentes e diretores que aprovaram a operação também está sendo questionada.

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