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Gastos com militares inativos chama atenção do TCU em relatório sobre previdência

O Tribunal de Contas da União (TCU) divulga análise de gastos da previdência de servidores; gastos com militares inativos chamou a atenção da Corte

Jean Albuquerque | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 30/06/2022, às 14h52

Fachada da Corte
Fachada da Corte - Divulgação - Gastos com militares inativos chama atenção do TCU
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O Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou a auditoria financeira das estimativas contábeis de 2021 referente ao passivo atuarial do Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores da União (RPPS) e do Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas (SPSMFA). Os gastos com militares inativos chamou a atenção do órgão de controle. Entenda. 

Após análise, foi constatado que houve uma superavaliação de R$ 0,9 bilhão e subavaliação de R$ 9,3 bilhões das provisões do RPPS. O TCU também constatou superavaliação de R$ 100,6 bilhões e subavaliação de R$ 9,3 bilhões da provisão de benefícios para militares inativos. E, ainda, R$ 0,7 bilhão da provisão de pensões militares, o equivalente a 0,2% do saldo.

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TCU divulga análise de gastos da previdência de servidores

O total de recursos examinados é de R$ 2,2 trilhões. A provisão de RPPS passará de R$ 1,1 trilhão em 2020 para R$ 1,3 trilhão em 2021. Os gastos com militares inativos também aumentaram no mesmo período. No ano passado, passaram de R$ 406 bilhões para R$ 555 bilhões. As pensões militares aumentaram de 298 bilhões de reais para 335 bilhões de reais em 2021. 

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O ministro e relator do TCU, Aroldo Cedraz, afirmou que “as projeções dos valores do passivo atuarial são fundamentais para estimar as necessidades de financiamento de longo prazo da UE para manter os pagamentos e para medir a sustentabilidade temporal dos sistemas previdenciários RPPS e RGPS, pois refletem mudanças e regras de elegibilidade nas contas públicas da população ". 

*Com informações do Money Times 

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