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Inflação do aluguel (IGP-M) registra ligeira queda em relação a fevereiro, mas ainda está acima de 14%

O FGV-Ibre destaca que os produtos vinculados aos combustíveis, trigo e pães foram os principais responsáveis pela inflação do IGP-M de março

victor meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 30/03/2022, às 12h18

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A inflação ainda continua sendo um dos principais pesadelos na vida dos brasileiros. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que é utilizado para reajuste nos contratos dos aluguéis no país, apresentou uma inflação de 1,74% em março. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre).

O IGP-M é inferior ao divulgado no mês anterior, que foi de 1,83%, e bem menor ao que foi registrado em março de 2021, que foi de 2,94%.

No primeiro trimestre de 2022, o indicador já acumula uma alta de 5,49%. Em 12 meses, a taxa é ainda mais e chega a 14,77%. Apesar do indicador ser bem alto, ele ainda é metade do que fora registrado em março do ano passado, que era de 31,10%. 

De acordo com o coordenador dos Índices de Preços, André Braz, os combustíveis foram os vilões do IGP-M no mês de março, que teve os preços reajustados a partir do dia 11. 

“O preço do Diesel avançou para 8,89% ao produtor e, o da gasolina, subiu 1,36% ao consumidor. Os preços do trigo (de 1,69% para 4,90%), da farinha de trigo (de 2,68% para 6,25%) e dos pães e bolos industrializados (de 1,11% para 1,20%) também começaram a registrar aceleração no índice ao produtor”, afirma Braz

Segundo o FGV-Ibre, a queda da taxa de fevereiro para março foi impulsionada pelos preços no atacado. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede este segmento, recuou de 2,36% em fevereiro para 2,07% em março.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, por outro lado, teve alta na taxa, ao passar de 0,33% em fevereiro para 0,86% em março. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também subiu, de 0,48% para 0,73% no período.

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