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Inflação do aluguel sobe 1,41% em abril e índice acumulado de um ano continua acima dos 14%

Um dos coordenadores do FGV-Ibre, André Braz, aponta que a alta inflação do aluguel, ou IGP-M, foi influenciada pelo preço dos combustíveis e fertilizantes

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 28/04/2022, às 10h53

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A inflação do aluguel, que é medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), subiu 1,41% no mês de abril. Com o resultado, o indicador já acumula alta de 6,98% em 2022 e o índice acumulado em 12 meses é maior ainda, com 14,66%.

Pelo menos, em comparação com abril de 2021, a inflação do aluguel era ainda maior. Segundo os dados, no ano passado, o índice havia subido 1,51% e acumulava alta de 32,02% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre).

+Inflação na cidade de São Paulo sobe 1,72% na 3ª quadrissemana de abril, aponta Fipe

O Coordenador dos Índices de Preços, André Braz, relata que as commodities agrícolas foram responsáveis pelo arrefecimento da inflação ao produtor, cuja variação passou de 2,07% em março para 1,45% em abril. 

“Soja, milho e café, grãos que respondem por 13% do IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo], apresentaram queda média de 7,3% e contribuíram para o recuo de 1 ponto percentual na taxa do IPA. A desaceleração só não foi mais expressiva, dado o aumento dos preços do Diesel (14,70%), da gasolina (11,29%) e dos adubos/fertilizantes (10,45%), que responderam por 60% da inflação ao produtor”, explica Braz.

Para que serve o IGP-M?

O IGP-M, também conhecido como um dos índices para a inflação do aluguel, é um dos principais componentes para reajustar as tarifas das empresas de telefonia e energia elétrica. Além dessas empresas, prestadoras de serviço de diversas categorias, como educação e planos de saúde também usam o indicador para promover aumentos ou diminuições nos preços.

Entretanto, o IGP-M se popularizou por ser amplamente utilizado como referência para o setor imobiliário, para o reajuste de contratos de aluguel.

*com informações do FGV-Ibre

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