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Petrobras diz que não pode antecipar decisão de ajuste no preço dos combustíveis; entenda

A Petrobras afirmou que tem "sensibilidade dos impactos dos preços na sociedade", mas que postura reduz o risco da falta de produtos no país

PEDRO MIRANDA* | REDACAO@JCCONCURSOS.COM.BR
Publicado em 18/03/2022, às 20h21

A Petrobras lembrou que mercado internacional de petróleo já vinha enfrentando forte volatilidade.
A Petrobras lembrou que mercado internacional de petróleo já vinha enfrentando forte volatilidade. - Agência Brasil
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A Petrobras informou através de nota nesta sexta-feira (18) que não pode antecipar a decisão de ajuste no preço dos combustíveis. A empresa esclarece que o momento é “desafiador e de alta volatilidade”. Sobre os preços da gasolina, diesel e gás liquefeito de Petróleo (GLP), a companhia destacou mais uma vez que a guerra entre Rússia e Ucrânia impacta a oferta de petróleo e acaba gerando uma competição no mundo pelo fornecimento de derivados.

A nota diz ainda, que o cenário reforça a importância de manter os preços brasileiros em linha com os mercados globais para garantir a regularidade do abastecimento e reduzir o risco de desabastecimento do produto. Segundo a Petrobras, foi possível observar uma queda no nível internacional de preços dos derivados de petróleo nos últimos dias, mas houve uma forte alta na quinta-feira (17).

Na avaliação da companhia, ao evitar os preços internos as volatilidades das cotações internacionais e da taxa de câmbio, causadas por eventos conjunturais ajudou a reduzir o impacto para a população. De acordo com a empresa, o posicionamento permitiu que os preços nas refinarias da Petrobras permanecessem estáveis por 152 dias para o GLP e por 57 dias para a gasolina e o diesel, “mesmo nesse quadro de ascensão do preço internacional”.

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Petróleo já enfrentava elevada volatilidade

A Petrobras lembrou ainda que, nos últimos meses, o mercado internacional de petróleo já vinha enfrentando forte volatilidade devido à pandemia de Covid-19. Essa volatilidade de preços se soma aos efeitos das tensões geopolíticas na Europa que culminaram na invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

A empresa informou que ao avaliar as condições de mercado e os preços de acordo com a governança estabelecida, decidiu não transmitir a volatilidade imediatamente, monitorando diariamente os preços do petróleo. O relatório diz ainda que “somente no dia 11 de março, após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, a Petrobras implementou ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras de gasolina, diesel e GLP”.

A companhia esclareceu que o valor aplicado naquele momento, apesar de elevado, apenas refletiu a subida dos preços internacionais do petróleo que foram fortemente impactados pela oferta limitada, frente à demanda mundial por energia”.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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