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Pnad Contínua: taxa de desemprego sobe e Brasil registra mais de 9 milhões de desocupados

Apesar da alta da taxa de desemprego, os dados da Pnad Contínua mostra que rendimento real dos trabalhadores se manteve estável

Pnad Contínua: taxa de desemprego sobe e Brasil registra mais de 9 milhões de desocupados
Agência Brasil
Victor Meira

Victor Meira

victor@jcconcursos.com.br

Publicado em 31/03/2023, às 14h47

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A taxa de desemprego no Brasil avançou para 8,6% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano. Na comparação com o trimestre encerrado em novembro de 2022, a taxa de desocupação subiu 0,5 ponto percentual. Apesar disso, houve queda de 2,6 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro de 2022 (11,2%).

Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

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A população desocupada foi de 9,2 milhões de pessoas em fevereiro deste ano, 5,5% a mais que em novembro (mais 483 mil pessoas), mas 23,2% a menos que em fevereiro de 2022 (menos 2,8 milhões de pessoas).

Já o contingente de população ocupada (98,1 milhões) diminuiu 1,6% (menos 1,6 milhão) em relação a novembro, mas subiu 3% (mais 2,9 milhões) ante fevereiro do ano passado. O nível da ocupação, isto é, o percentual de ocupados em relação à população em idade de trabalhar, ficou em 56,4%, menos que em novembro (57,4%) mas superior aos 55,2% de fevereiro de 2022.

O rendimento real habitual (R$ 2.853) ficou estável frente a novembro e cresceu 7,5% na comparação com fevereiro de 2022. A massa de rendimento real habitual (R$ 275,5 bilhões) também ficou estável frente a novembro, mas cresceu 11,4% na comparação com fevereiro de 2022.

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E os números da carteira assinada?

A taxa de informalidade é de 38,9% da população ocupada, a mesma taxa de novembro, embora seja inferior aos 40,2% de fevereiro do ano passado.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (sem contar trabalhadores domésticos) ficou estável ante novembro e cresceu 6,4% em relação a fevereiro do ano passado.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado caiu 2,6% ante novembro e subiu 5,5% na comparação com fevereiro de 2022. Os trabalhadores por conta própria caíram 1,2% ante novembro e o índice ficou estável ante fevereiro.

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