Prefeitura de Jundiaí SP abre concurso para professor

Edital tem oportunidades para docentes em 15 áreas de ensino. Salário inicial é de R$ 5,2 mil

JC Concursos - Samuel Peressin - Informe o Erro
Publicado: 27/09/2018 - 13:29 | Atualizado: 27/09/2018 - 13:34

A Prefeitura de Jundiaí, a cerca de 50 km da capital paulista, abriu processo seletivo destinado a formar cadastro reserva de professores temporários para o ano letivo de 2019.

Serão selecionados docentes com formação de nível superior para educação básica I e educação básica II nas áreas de educação física, arte, português, matemática, história, geografia, ciências, física, química, biologia, inglês, francês, italiano e espanhol. 

Todas as funções têm jornada semanal de 30 horas e pagam R$ 5.241,62. O valor é composto pelo salário-base de R$ 4.254,50, além do auxílio alimentação de R$ 635,12 e do auxílio transporte de R$ 352. 

Concurso Prefeitura Jundiaí: inscrição e etapas

Os interessados têm até as 23h59 de 21 de outubro para se inscrever. É necessário efetuar cadastro pelo site http://igdrh.org.br/concursos_igdrh/ e pagar taxa de R$ 50. 

A seleção prevê apenas prova objetiva, marcada para 11 de novembro. O exame trará 50 questões de múltipla escolha para serem solucionadas no tempo máximo de três horas. 

As perguntas abordarão língua portuguesa, legislação educacional e conhecimentos pedagógicos e específicos (todas as vagas), além de matemática (apenas para professor de educação básica I), de acordo com o edital.  

Concurso Prefeitura Jundiaí: conteúdo programático parcial

Língua portuguesa - Técnicas de Redação, Interpretação de Texto e Gramática. As questões de Língua Portuguesa têm por objetivo verificar no candidato a capacidade de leitura, de compreensão e de interpretação de texto, bem como, a sua habilidade de usar a linguagem como meio para produzir, expressar e comunicar ideias em diferentes situações – Tipos de Comunicação: Descrição – Narração – Dissertação –Tipos de Discurso – Coesão Textual. ESTILÍSTICA – Figuras e Vícios de Linguagem. Vocabulário técnico inerente à área. Fonologia; Ortografia; sistema oficial vigente. Emprego das classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção (classificação e sentido que imprime às relações entre as orações). Colocação pronominal. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Análise sintática: termos da oração. Emprego da Crase.

Conhecimentos pedagógicos - REFERÊNCIAS: APPLE, Michel; NOVOA, Antonio. Paulo Freire: política e pedagogia. Lisboa: Porto editora, 1998. ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: Imagens e Auto-imagens. 6 ed. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2002. BOFF, Leonardo. O cuidado necessário. Petrópolis: Vozes, 2012. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais rumo a uma pedagógica crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. HERNANDEZ, Fernando; A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. São Paulo: Penso, 2017. LA TAILLE, Yves de. Limites: três dimensões educacionais: São Paulo: Ática, 1998. JUNDIAÍ (SP). Diretrizes Curriculares da Educação Básica Municipal de Jundiaí SP / organização CEDUCAMP - Consultoria Educacional e Assessoria Pedagógica Campinas. - Jundiaí, SP: Prefeitura Municipal de Jundiaí SP, 2016. Disponivel em: https://jundiai.sp.gov.br/educacao/wp-content/uploads/sites/10/2016/12/Diretrizes-Curriculares-da-Educa%C3%A7%C3%A3o-B%C3%A1sica-Municipal-de-Jundia%C3%AD_v12.1-Colorido.pdf VASCONCELLOS, Celso dos Santos. (In) disciplina - Construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 15 ed. São Paulo: Libertad, 2000. (Coleção Cadernos Pedagógicos do Libertad).WERNECK, Claudia. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. 2 ed. Rio de Janeiro: WVA, 2000.

Legislação educacional - REFERÊNCIAS: Lei Federal 9394/96 – Incumbência dos estabelecimentos de ensino em relação às normas comuns e às do Sistema de Ensino ao qual pertencem. Lei n.º 8069 de 13.07.90 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Resolução CNE/CEB nº 04/2010 - Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Resolução CNE/CEB nº 07/2010: Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Resolução CNE/CEB nº 05/2009: Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Resolução CNE/CEB nº 02/2012: Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Resolução N.4, de 2/10/2009: Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Lei N. 13.257, de 8 de março de 2016. Dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância e altera a Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA), o Decreto-Lei no 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, a Lei no 11.770, de 9 de setembro de 2008, e a Lei no 12.662, de 5 de junho de 2012. Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Decreto n. 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo.

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