A expectativa é de que o Concurso Nacional Unificado (CNU) ofereça 3,5 mil vagas para diversos cargos. Certame ocorrerá ainda em 2025
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, em entrevista ao portal Metrópoles, deu novos detalhes sobre a segunda edição do Concurso Nacional Unificado. No último dia 24 foi confirmado que novos detalhes sobre a seleção seriam divulgados em abril. Agora, a ministra confirmou que na primeira quinzena do próximo mês deverá ser divulgado o termo de referência da seleção, documento utilizado para que as bancas organizadoras interessadas possam apresentar suas propostas. Além disso, a ministra adiantou que a aplicação das provas, inicialmente prevista para ocorrer em agosto, deve ficar para setembro ou outubro.
A expectativa é de que o termo de referência confirme a oferta de vagas e os órgãos que farão parte do certame.
A intenção inicial era publicar o edital em março, com aplicação das provas em agosto, o que acabou não se concretizando em decorrência do atraso da aprovação do projeto de lei do orçamento federal de 2025.
Sobre isso, explicou a minsitra:
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"Eu tinha falado que a minha ideia era tentar em março ainda soltar o edital. Na verdade, não era bem o edital, era o TR (termo de referência), que é o chamamento para as bancas. Então, a gente, em princípio, vai chamar de novo, para de novo avaliar. Eu não queria fazer isso antes da sanção da Lei Orçamentária, porque eu preciso ter um orçamento aprovado, ter o recurso bem definido do que a gente pode fazer de vagas de concurso"
Dweck também antecipou que a seleção, diferente da anterior, contará com apenas um tipo de prova.
A intenção, segundo a ministra, é manter as taxas de inscrição e os locais de provas da primeira edição.
Desta forma, as taxas previstas são as seguintes:
A aplicação ocorreu em 228 municípios.
Além disso, a ministra cogita a possibilidade de aplicação das provas em dois dias.
A expectativa é de que a segunda edição conte com aproximadamente 3.500 vagas, como anunciado recentemente pelo secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, José Celso Cardoso Junior.
Ao menos seis órgãos com concursos públicos já autorizados confirmaram interesse em participar:
A ministra já havia confirmado que pretende incluir na segunda edição a oferta de vagas para novos cargos transversais que estão em fase de criação. Neste sentido, um projeto de lei deve ser encaminhado ao Congresso para a criação de 1.500 vagas, das quais aproximadamente 600 ou 700 poderão ser oferecidas.
Neste caso, a ministra antecipou que deve negociar com o Congresso para que as vagas possam ser oferecidas mesmo antes da aprovação do projeto.
As novas vagas serão distribuídas da seguinte forma:
Nos dois casos, para concorrer será necessário possuir formação de nível superior, com remunerações iniciais de R$ 9.711, podendo chegar a R$ 21.070, no final da carreira, com 20 níveis.
O Ministério da Gestão também conta com concurso autorizado para o cargo transversal de analista técnico administrativo, para formar cadastro reserva de pessoal. A tendência é de que também seja oferecido no Concurso Nacional Unificado.
Para concorrer é necessário possuir formação de nível superior. De acordo com oportunidades para o cargo oferecidas no primeiro Concurso Nacional Unificado, a remuneração inicial é de R$ 5.488,70, incluindo vencimento básico de R$ 2.149 e gratificação de desempenho de até 3.068,80.
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MGI
- Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
Vagas: Não definido
Taxa de inscrição:
Não definido
Cargos:
Não definido
Áreas de Atuação:
Não definido
Escolaridade:
Não definido
Faixa de salário:
Estados com Vagas: AC,
AL,
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AM,
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