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Alimentação intuitiva: nova abordagem promove relação saudável com a comida

Abordagem inovadora na nutrição tem raízes em 1995 e está ganhando destaque como uma alternativa saudável às dietas tradicionais. Confira os nove princípios fundamentais

Confira os nove princípios fundamentais da alimentação intuitiva
Confira os nove princípios fundamentais da alimentação intuitiva - Divulgação/JC Concursos
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 28/10/2023, às 18h45

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Você já ouviu falar sobre a alimentação intuitiva? Embora possa parecer uma novidade, essa abordagem inovadora na nutrição tem suas raízes em 1995 e está ganhando destaque como uma alternativa saudável às dietas tradicionais.

A alimentação intuitiva foi desenvolvida pelas nutricionistas Evelyn Tribole e Elyse Resch, que se cansaram de ver seus pacientes voltando repetidamente ao médico após recuperarem o peso perdido com dietas convencionais. Diante dessa situação, decidiram explorar uma maneira diferente de lidar com o problema.

Em vez de focar na perda de peso, a alimentação intuitiva se concentra em estabelecer uma relação saudável com a comida, o corpo e a mente. Essa abordagem parte de um modelo de "peso neutro", não enfatizando o tamanho corporal, mas sim a cura da relação com a comida.

Não promete mudanças corporais, mas reconhece que elas podem ocorrer como consequência da aplicação dos princípios da alimentação intuitiva.

Confira os nove princípios fundamentais da alimentação intuitiva

Rejeitar a mentalidade da dieta: A cultura da dieta muitas vezes promove mitos e crenças sobre nutrição que não são baseados em evidências científicas sólidas. A alimentação intuitiva desafia essas ideias preconcebidas.

Honrar a sensação de fome: A alimentação intuitiva incentiva as pessoas a reconhecerem a fome como um sinal fisiológico natural que deve ser atendido, em vez de temido.

Fazer as pazes com a comida: muitos lutam com uma relação de amor e ódio com a comida. A alimentação intuitiva promove uma abordagem mais equilibrada em que a comida é vista como apenas uma parte da vida.

Desafiar a polícia da alimentação: Essa "polícia" é a voz crítica que julga constantemente as escolhas alimentares das pessoas. A alimentação intuitiva encoraja a identificação e a desconstrução desses padrões de pensamento.

Descobrir o fator satisfação: Comer deve ser uma experiência prazerosa, e a alimentação intuitiva convida as pessoas a desfrutar da comida sem culpa, independentemente de suas calorias.

Enfrentar as emoções com gentileza: A alimentação muitas vezes é usada como uma maneira de lidar com emoções desagradáveis, mas a abordagem intuitiva incentiva a busca de alternativas saudáveis para o enfrentamento emocional.

Respeitar o corpo: Em vez de buscar uma mudança constante no corpo, a alimentação intuitiva promove a aceitação e o respeito pelo corpo como ele é.

O movimento: A abordagem intuitiva incentiva a prática de atividades físicas não como uma forma de mudar o corpo, mas como uma fonte de bem-estar e prazer.

Honrar a saúde: A alimentação intuitiva envolve a escolha de alimentos que promovam a saúde e o bem-estar, sem restrições extremas.

Essa abordagem inovadora coloca ênfase na saúde mental, considera as condições socioeconômicas e ambientais das pessoas e defende que o acesso à saúde deve ser uma preocupação das políticas públicas. 

OBS:Esta matéria é apenas informativa, caso deseje adotar os hábitos da alimentação intuitiva, é importante procurar especialistas em alimentação e nutrição. 

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