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Endividamento: 78% das famílias brasileiras estão inadimplentes; Veja pesquisa

Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quarta-feira (8), aponta que 78% das famílias continuam inadimplentes

Notas de dinheiro
Notas de dinheiro - Canva - Endividamento das famílias brasileiras
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 08/02/2023, às 14h45

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A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quarta-feira (8), no Rio de Janeiro, revela que as famílias do país continuam endividadas. Só para se ter uma ideia, o percentual de dizendo de 2022 foi mantido em janeiro deste ano. 

O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na faixa dos brasileiros que recebem até três salários mínimos, o endividamento chega a 79,2%. Os que ganham mais de dez salários esse percentual é de 74,4%.

As famílias com dívidas vencidas, conhecidas como inadimplentes, representavam 29,9% do total, ante 30% em dezembro, mas ante 26,4% em janeiro do ano passado. Os que ganham menos de três salários mínimos, 38,7% estão inadimplentes. Entre os que ganham mais de 10, a inadimplência chega a 13,5%.

11,6% das famílias que não tem condições de pagar as contas, ante 11,3% em dezembro e 10,1% em janeiro de 2022. Essa situação chega a afetar 17,4% dos que ganham três salários mínimos ou menos e 2,9% dos que ganham mais de dez salários mínimos.

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Cesta básica mais cara no país 

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou pesquisa nesta quarta-feira (8), referente ao preço da cesta básica em janeiro no país. No mês passado, os alimentos houveram alta em 11 das 17 capitais analisadas. 

No período entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, as maiores altas foram registradas nas cidades do Nordeste, já houve redução em cidades da região Sul do país. As cidades mais caras são Recife (7,61%), João Pessoa (6,80%), Aracaju (6,57%) e Natal (6,47%). Houve quedas em Curitiba (-0,50%), Porto Alegre (-1,08%) e Florianópolis (-1,11%).

*Com informações da Agência Brasil 

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