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Inflação desacelera em janeiro entre os mais pobres, aponta Ipea

Ipea divulgou nesta terça-feira (14) levantamento que aponta a desaceleração da inflação em janeiro para os mais pobres; Saiba mais detalhes

Notas de dinheiro
Notas de dinheiro - Canva - Inflação janeiro 2023
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 14/02/2023, às 14h57

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A inflação desacelerou em janeiro entre os mais pobres, é o que aponta o indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, ao analisar o período do mês passado, ante dezembro de 2022. A desaceleração foi observada em quase todos os grupos, com exceção de quem possui renda alta e média-alta.  

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgou o levantamento nesta terça-feira (14). Os dados mostram que a menor taxa inflacionária foi observada no grupo de famílias de renda muito baixa e baixa, o que representa 0,47%, já entre os com renda média-alta, ficou entre 0,59%.

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Veja grupo com menor taxa inflacionária dos últimos 12 meses

Ao comparar o acumulado dos últimos 12 meses, até janeiro, o grupo de famílias com renda alta, a taxa ficou elevada em 7,05%. Já entre a renda média-baixa, obteve a menor taxa inflacionária, com 5,53%. 

Segundo o Ipea, entre os grupos de alimentos e bebidas, transportes e comunicação, foi observada maior pressão inflacionária em todas as faixas de renda. “Cabe observar que, em janeiro, as deflações das roupas (-0,7%) e dos artigos de higiene pessoal (-1,3%) amenizaram a alta da inflação para todas as classes de renda".

Alta no grupo de alimentos em janeiro

Em relação aos alimentos, foi observado queda de preços das carnes (-0,47%) e de aves e ovos (-1,2%). Veja abaixo produtos que obtiveram alta:

  • Cereais (3,5%);
  • Hortaliças (6,4%);
  • Frutas (3,7%);
  • Farináceos (0,98%);
  • Panificados (0,55%).

A alta apresentada neste grupo ajuda a explicar o impacto da inflação no primeiro mês do ano. Já no grupo de transportes, no mês de janeiro, houveram aumento das tarifas dos ônibus urbanos (0,91%) e interestadual (2,1%), e da gasolina (0,8%).

Queda no preço das passagens aéreas 

A queda do preço das passagens aéreas (-0,51%) e dos transportes por aplicativo (-17%) ajudaram a diminuir o impacto provocado pela alta dos combustíveis, além dos gastos com emplacamento, seguro e manutenção veicular para as famílias de renda mais alta.

Impulsionou a inflação neste grupo, o reajuste dos planos de assinatura de TV (11,8%) e dos combos de TV, telefonia e internet (3,2%). Além disso, também impactou as famílias de maior renda, os serviços pessoais (0,75%), e a recreação (0,89%).

*Com informações da Agência Brasil 

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