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Joias de Bolsonaro: advogados do ex-presidente já estão com os itens para devolver à União

Os advogados de Bolsonaro tiveram acesso ao inquérito que investiga o ex-presidente pelo suposto envolvimento no caso das joias. Veja o que diz a defesa

Relembre o caso das joias recebidas por Bolsonaro da Arábia Saudita
Relembre o caso das joias recebidas por Bolsonaro da Arábia Saudita - Divulgação/Reuters
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 20/03/2023, às 19h32

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As joias doadas pela Arábia Saudita para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que devem ser devolvidas à União por ordem do Tribunal de Contas da União (TCU), já estão em posse da defesa de Bolsonaro em Brasília, e serão entregues assim que a defesa for notificada pelo tribunal. A defesa de Bolsonaro argumenta que as joias sejam devolvidas em uma agência da Caixa Econômica, e não na Secretaria-Geral da Presidência, como ordenou o TCU. 

A defesa de Bolsonaro ainda não devolveu as joias porque ainda não foi notificada sobre a decisão, como destaca a coluna do jornalista Igor Gadelha no jornal Metrópoles. Recentemente, os advogados de Bolsonaro tiveram acesso ao inquérito que investiga o ex-presidente pelo suposto envolvimento no caso das joias sauditas. 

O inquérito tem mais de 2 mil páginas, e cerca de 1,2 mil delas trazem a lista dos presentes recebidos por Bolsonaro enquanto presidente, segundo a coluna.

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Relembre o caso das joias recebidas por Bolsonaro da Arábia Saudita

Conforme a Folha de S.Paulo, em outubro de 2021 durante uma missão oficial no Oriente Médio, um dos membros da comitiva carregava um pacote contendo um relógio, uma caneta, abotoaduras, um anel e um tipo de rosário, todos da marca suíça de diamantes Chopard. 

Diferente do primeiro, este pacote não foi interceptado pela Receita e não há estimativa ou avaliação de valores dessas joias. As joias foram entregues ao Palácio do Planalto apenas em novembro de 2022, e estiveram sob guarda do Ministério de Minas e Energia desde o desembarque no Brasil em 2021.

O advogado Paulo Amador da Cunha Bueno foi indicado por um deputado próximo ao ex-presidente Bolsonaro para liderar a defesa de Bolsonaro no caso das joias.

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