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Mais caro: governo define reajuste no preço de medicamentos para 2023

Consumidor deve investir na pesquisa de preços de medicamentos antes da compra. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta (31)

Consumidor deve investir na pesquisa de preços de medicamentos antes da compra
Consumidor deve investir na pesquisa de preços de medicamentos antes da compra - Freepik
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 31/03/2023, às 18h45

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O governo federal anunciou nesta sexta-feira (31) as taxas de reajuste nos preços dos medicamentos para o próximo ano. A partir de abril, os valores dos medicamentos terão um aumento máximo de até 5,6%. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta.

Os índices de reajuste são atualizados anualmente, de acordo com os cálculos realizados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A fórmula utilizada para o cálculo é baseada na inflação, por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulado em 12 meses, até fevereiro de cada ano.

No entanto, a medida publicada hoje pode não afetar diretamente os valores praticados nas farmácias, uma vez que a Cmed define o valor máximo que cada remédio pode atingir no mercado e não age como tabelamento de preços.

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Consumidor deve investir na pesquisa de preços de medicamentos antes da compra

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) afirmou que os últimos anos foram “atípicos” para o setor, especialmente devido à pandemia causada pelo coronavírus e diante da incidência de sintomas pós-Covid, que impulsionaram os preços. A guerra da Ucrânia também elevou gastos com logística, informou o sindicato.

O Sindusfarma ressaltou que o consumidor deve pesquisar os preços dos medicamentos e estar atento aos valores, já que nenhuma empresa pode aumentar o preço máximo ao consumidor sem autorização do governo. “É importante o consumidor pesquisar nas farmácias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos pelos profissionais de saúde”, recomendou Nelson Mussolini, presidente do sindicato.

A entidade também pontuou que o reajuste não é automático nem imediato e que, dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer.

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