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Mesmo com medidas do governo, inflação oficial volta a crescer em junho; confira

Um dos principais responsáveis pelo avanço da inflação em junho foram os grupos de alimentação e bebidas, com destaque para o leite (10,72%)

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 08/07/2022, às 10h50

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O governo federal articulou junto com o Congresso Nacional medidas para tentar frear a inflação no Brasil. Entre as principais medidas, destaque para a redução no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos combustíveis. Apesar disso, a inflação continua em patamar elevado e prejudica o bolso do brasileiro. 

Segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, avançou 0,67% em junho. A taxa é superior em comparação ao mês de maio (0,47%) e ao mês de junho do ano passado (0,53%). 

Em 2022, a taxa de inflação está em 5,49% ao somar os dados dos seis meses deste ano. No acumulado em 12 meses, o IPCA subiu de 11,73% para 11,89%. 

Quem é o responsável pela inflação mais alta de junho?

Conforme aponta a pesquisa do IBGE, todas as classes de despesas apresentaram aumento em seus preços médios. O destaque vai para o grupo de alimentação e bebidas, cujo crescimento foi de 0,80%. Entre os itens, com maior alta estão a refeição fora de casa (0,95%) e o lanche fora de casa (2,21%).

Assim como outros serviços que tiveram a demanda reprimida na pandemia, há também uma retomada na busca pela refeição fora de casa. Isso é refletido nos preços”, afirmou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Outros alimentos que tiveram alta nos preços foram o leite longa vida (10,72%), o feijão-carioca (9,74%), o frango em pedaços (1,71%) e o pão francês (1,66%).

E não foi apenas os alimentos que puxaram a inflação para cima, os grupos de saúde e cuidados pessoais (1,24%), puxado pelo aumento dos planos de saúde (2,99%), e pelos transportes (0,57%).

Entre os itens que pressionaram os transportes estão o óleo diesel (3,82%), o gás veicular (0,30%) e as passagens aéreas (18,33%).

Outros grupos apresentaram as seguintes taxas de inflação: vestuário (1,67%), artigos de residência (0,55%), habitação (0,41%), despesas pessoais (0,49%), comunicação (0,16%) e educação (0,09%).

*com informações do IBGE 

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