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PIX de R$ 100 mil: Saiba quem ganhou doação do ex-presidente Bolsonaro

Ex-presidente Bolsonaro doou R$ 100 mil para viúva do soldado Patrick Bastos Reis, da Rota, morto no final de julho em Guarujá, litoral paulista

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - Agência Brasil
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 10/08/2023, às 17h42

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) doou R$ 100 mil para a viúva do soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), que foi morto no final de julho em Guarujá, localizado no litoral paulista. 

A informação sobre a doação foi divulgada pelo filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho de Bolsonaro. Em uma rede social, ele escreveu: "Parabéns ao presidente Jair Messias Bolsonaro pela iniciativa de doar R$ 100 mil para a viúva do soldado da PMESP da Rota Patrick Bastos Reis, assassinado na operação na Baixada Santista no dia 27 de julho".

Até o momento, o ex-mandatário do país não fez nenhuma postagem sobre o assunto em suas redes sociais. 

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Após militar ser morto PM deu início a ação desastrosa que resultou em 16 mortes

O soldado foi morto enquanto fazia o patrulhamento na comunidade Vila Zilda, na cidade de Guarujá. Logo após o falecimento, o governador Tarcísio de Freitas iniciou a operação Escudo, que iniciou a onda de mortes na região. Três homens foram indiciados e se tornaram réus pelo assassinato, o que inclui o suspeito de ter apertado o gatilho. 

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) mobilizou agentes de todos os grupos de elite da Polícia Militar para a Baixada Santista, totalizando um efetivo superior a 600 policiais como parte da operação. 

Em um período de seis dias, o número oficial de indivíduos mortos em confrontos com as forças de segurança na Baixada Santista alcançou 16, de acordo com informações da secretaria. 

Consequentemente, essa ação tornou-se a segunda mais letal na história da Polícia Militar do estado de São Paulo, ficando atrás apenas do trágico massacre do Carandiru, que resultou em 111 vítimas.

Houve relatos por parte de residentes que apontaram execuções de pessoas desarmadas, incursões em residências por parte de policiais usando máscaras, ameaças direcionadas aos moradores e, pelo menos, um caso de tortura. 

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, surgiram informações também sobre a morte de um morador de rua em uma favela local. Além dessas ocorrências, uma das vítimas foi sepultada como indigente, e outra teve sua identificação registrada como tal em um boletim de ocorrência.

O governo chegou a afirmar que todas as mortes estão sob investigação pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos, juntamente com a Polícia Militar, conduzindo Inquéritos Policiais Militares. 

Para o caso, o Ministério Público de São Paulo também ficou responsável por conduzir uma investigação sobre a atuação dos agentes de segurança pública, para saber se houve excessos por parte dos policiais. 

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