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Reajuste dos servidores: entidade de policiais já começa a cobrar Bolsonaro. Veja qual

Anúncio do reajuste dos servidores em 5% para todo funcionalismo foi feito ontem (13) pelo governo, entidade de policiais já começa a cobrar Bolsonaro

Jean Albuquerque | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 14/04/2022, às 17h00

Reajuste dos servidores: entidade de policiais já começa a cobrar Bolsonaro
Reajuste dos servidores: entidade de policiais já começa a cobrar Bolsonaro - Divulgação
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Logo após os servidores terem deflagrado greve pressionando o governo federal a conceder reajuste para todo o funcionalismo público e não apenas para algumas carreiras policiais. Nesta quarta-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu conceder o reajuste dos servidores em 5%. Entidade de policiais já começa a pressionar o governo. Veja qual. 

O custo da medida é de aproximadamente R$ 6 bilhões em 2022, o que pode fazer com que possa haver cortes em outras áreas. A decisão veio em meio a promessas de reajustes depois de meses e a pressão do Palácio do Planalto na equipe econômica nos últimos dias para tentar uma definição ainda nesta semana. 

No entanto, o Orçamento de 2022, que já foi contingenciado em março, só tem uma reserva de R$ 1,7 bilhão para os reajustes ou a reestruturação de carreiras de servidores neste ano. O teto de gastos impede que o crescimento das despesas federais seja superior à inflação. Por este fato, com o reajuste dos servidores, outras áreas irão perder recursos. 

O reajuste tinha sido prometido apenas para as carreiras policiais, que é considerada a base eleitoral de Bolsonaro — segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, em desvantagem em relação ao ex-presidente Lula (PT). 

Reajuste dos servidores? Saiba qual categoria já começou a pressionar Bolsonaro 

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais rejeitou a proposta de aumento de apenas 5%. Em publicação da coluna Radar na revista Veja, a entidade afirmou que caso seja confirmada a negativa da reestruturação para as Forças de Segurança da União, “o presidente Jair Bolsonaro faltará com o compromisso assumido com toda a categoria”.

O presidente da FenaPRF, Dovercino Neto, também em entrevista à Veja, disse que não é contra o aumento linear para que possa ser recuperado o poder de compra do funcionalismo público, mas foi categórico ao ressaltar o compromisso do governo com as categorias federais da segurança pública. “Uma demanda de décadas que o presidente Bolsonaro encampou e deu sua palavra de que iria fazer. Reestruturar não é aumentar salários, mas sim fortalecer o sistema de segurança pública brasileiro”, disse.  

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