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Taxa de desemprego fica estável, mas atinge o menor número para o período desde 2016; Confira os números

Embora a taxa de desemprego tenha ficado estável, a Pnad Contínua indica que o salário médio do trabalhador brasileiro subiu no primeiro trimestre de 2022

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 29/04/2022, às 14h23

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Agência Brasil
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Nesta sexta-feira (29), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os resultados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). A pesquisa, que é uma das referências econômicas sobre a taxa de desemprego, revela que a taxa se manteve estável no 1º trimestre de 2022, com 11,1%.

Este resultado mostra que a taxa de desemprego apresentou o menor nível para os três primeiros meses do ano desde 2016. Com isso, o número de desempregados é estimado em 11,9 milhões de pessoas, o que também ficou estável. 

Já a população ocupada está na casa dos 95,3 milhões e recuou 0,5% na mesma comparação. Dessa forma, há 472 mil pessoas a menos no mercado de trabalho. 

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A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, explica que o fato de não haver crescimento na busca por trabalho no trimestre, explica a estabilidade da taxa de desocupação. 

A pesquisadora observa que o cenário é diferente do registrado nos outros trimestres terminados em março, quando, pelo efeito da sazonalidade, havia aumento da procura por trabalho.

“Se olharmos a desocupação em retrospecto, pela série histórica da pesquisa, podemos notar que, no primeiro trimestre, essa população costuma aumentar devido aos desligamentos que ocorreram no início ano. O trimestre encerrado em março se diferiu desses padrões”, observou.

Taxa de desemprego: Salário do trabalhador volta a subir

O rendimento médio real cresceu 1,5% em relação ao trimestre passado e está estimado em R$ 2.548. Beringuy aponta que é importante destacar que este aumento, visto que o rendimento do trabalhador estava em queda nas últimas pesquisas.

“De modo geral, quando a participação dos trabalhadores formais aumenta, o rendimento médio da população ocupada tende a crescer”, completou. 

Apesar desse desempenho, em relação ao trimestre terminado em março do ano passado, o indicador registrou queda de 8,7%. A massa de rendimento foi estimada em R$ 237,7 bilhões, ficando estável na comparação com o trimestre anterior e também na comparação com igual período do ano anterior.

*com informações do IBGE 

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