Publicado: 06/04/2018 - 12:43 | Atualizado: 06/04/2018 - 12:43

Bombeiros/AM: novo concurso ainda em pauta

Seleção foi anunciada em março de 2017, durante evento para posse do novo comandante da corporação, coronel Fernando Paiva Pires Júnior

Em elaboração

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A realização do novo concurso público do Corpo de Bombeiros do Amazonas (CBMAM) segue prevista para o primeiro semestre deste ano. A seleção é aguardada desde 13 de março de 2017, quando anunciada pelo governador José Melo, durante evento de posse do novo comandante do CBMAM, coronel Fernando Paiva Pires Júnior, que assumiu o cargo no lugar do coronel Fernando Sérgio Austregésilo Luz. Na ocasião, o governador também confirmou as promoções para oficiais e praças da corporação. O número de vagas e condições do novo concurso para bombeiros ainda serão informadas pelo governo. De qualquer forma,  o secretário de Segurança Pública do estado, Bosco Saraiva, reforçou que os concursos da área de segurança deverão ser considerados prioridade.

Com relação ao certame, o governador declarou que “a corporação está muito reduzida e, portanto, devemos lançar um novo edital para o novo concurso que será realizado para recompor aqueles que foram para a reserva remunerada”. O governador também prometeu a aquisição de novos equipamentos para o Corpo de Bombeiros para impulsionar os serviços de emergência, proporcionando um melhor atendimento à população.

Seleção Anterior

A última grande seleção do CBMAM ocorreu em 2009, quando foram oferecidas 1.239 vagas, para diversos postos de níveis médio e superior. Na ocasião, para nível médio foram oferecidas oportunidades para os cargos de solado (443, sendo 400 para homens e 43 para mulheres), 3º sargento auxiliar de saúde – técnico de enfermagem (293 vagas), cabo auxiliar de saúde- auxiliar de consultório dentário (28), cabo auxiliar de saúde – técnico em raio X (28) e  cabo auxiliar de saúde – técnico em gesso (12). Para nível superior, os postos foram para 2º tenente nas áreas de médico ortopedista (18), médico clínico (17), médico pediatra (67), dentista (42), farmacêutico (42), enfermeiro (107) e assistente social (42).

A banca, na ocasião, foi a Copec      

  

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Atualizado: 06/04/2018 - 12:43

Bombeiros/AM: novo concurso ainda em pauta

Seleção foi anunciada em março de 2017, durante evento para posse do novo comandante da corporação, coronel Fernando Paiva Pires Júnior

Em elaboração

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A realização do novo concurso público do Corpo de Bombeiros do Amazonas (CBMAM) segue prevista para o primeiro semestre deste ano. A seleção é aguardada desde 13 de março de 2017, quando anunciada pelo governador José Melo, durante evento de posse do novo comandante do CBMAM, coronel Fernando Paiva Pires Júnior, que assumiu o cargo no lugar do coronel Fernando Sérgio Austregésilo Luz. Na ocasião, o governador também confirmou as promoções para oficiais e praças da corporação. O número de vagas e condições do novo concurso para bombeiros ainda serão informadas pelo governo. De qualquer forma,  o secretário de Segurança Pública do estado, Bosco Saraiva, reforçou que os concursos da área de segurança deverão ser considerados prioridade.

Com relação ao certame, o governador declarou que “a corporação está muito reduzida e, portanto, devemos lançar um novo edital para o novo concurso que será realizado para recompor aqueles que foram para a reserva remunerada”. O governador também prometeu a aquisição de novos equipamentos para o Corpo de Bombeiros para impulsionar os serviços de emergência, proporcionando um melhor atendimento à população.

Seleção Anterior

A última grande seleção do CBMAM ocorreu em 2009, quando foram oferecidas 1.239 vagas, para diversos postos de níveis médio e superior. Na ocasião, para nível médio foram oferecidas oportunidades para os cargos de solado (443, sendo 400 para homens e 43 para mulheres), 3º sargento auxiliar de saúde – técnico de enfermagem (293 vagas), cabo auxiliar de saúde- auxiliar de consultório dentário (28), cabo auxiliar de saúde – técnico em raio X (28) e  cabo auxiliar de saúde – técnico em gesso (12). Para nível superior, os postos foram para 2º tenente nas áreas de médico ortopedista (18), médico clínico (17), médico pediatra (67), dentista (42), farmacêutico (42), enfermeiro (107) e assistente social (42).

A banca, na ocasião, foi a Copec      

  

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Atualizado: 03/04/2018 - 11:24

Concurso PF: liberação de verbas volta a avançar no MPDG

Raul Jungmann, à frente da recém-criada pasta de Segurança Pública, confirmou que foi autorizado a realizar novo concurso da PF para contratação de ao menos 500 agentes

Diversos cargos

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Após o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciar, em fevereiro, a realização do novo concurso público da Polícia Federal (PF), ainda em 2018, o pedido de liberação de verbas para o certame volta a avançar no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPGD). O processo voltou a tramitar na Divisão de Concursos do ministério, onde teve seu nível de acesso alterado para restrito na última segunda-feira, 2 de abril. A seleção deverá contar com uma oferta de 500 postos, de acordo com declaração de Jungmann, no dia 28 de fevereiro.  

De acordo com Jungmann, o orçamento da pasta para 2018 será de R$ 2,7 bilhões e não haverá contingenciamento das verbas do órgão, conforme ficou decidido após reunião com o Ministério do Planejamento.

A liberação para o novo concurso da PF está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por Medida Provisória na última terça-feira (27). No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os Estados.

Jungmann responderá pelo comando da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (que também teve concurso autorizado para 500 vagas), Força Nacional e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculados ao Ministério da Justiça.

Em 18 de janeiro, o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia, já havia antecipado que o presidente Michel Temer garantiu o aval para o certame. Porém, segundo informações da assessoria do órgão, é possível que a seleção conte com oportunidades somente para os cargos de agente, delegado e perito, com a exclusão da carreira de escrivão.

CURSO CONCURSO PF 2018 - AGENTE
CURSO CONCURSO PF 2018 - DELEGADO
CURSO CONCURSO PF 2018 - PERITO
CURSO CONCURSO PF 2018 - ESCRIVÃO

 

 

Em reunião com a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapref), em dezembro, Segóvia havia adiantado que a seleção já está praticamente autorizada pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), com expectativa de que seja oficializada nas próximas semanas, para o  preenchimento de 600 postos, sendo 50 para a carreira de delegado, 150 para agentes, 100 para peritos e 300 para escrivão. Caso a carreira de escrivão não seja efetivamente oferecida, a expectativa é de que os postos inicialmente destinados para o cargo sejam oferecidos para os agentes, mantendo a oferta inicial de 600 postos, o que ainda deve ser confirmado, com a autorização do certame.

De qualquer forma, por meio de comunicado oficial, nesta sexta-feira, 26 de janeiro, a assessoria de imprensa da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), reforçou que a possibilidade de exclusão das vagas de escrivão se deve a um plano de reestruturação do cargo, que poderá ser unificado à carreira de agente, conforme vem sendo discutido pelas entidades de classe, com o objetivo de alcançar, de forma conjunta, medidas de modernização da estrutura da PF.  Porém, como a unificação das duas carreiras ainda está em fase de discussão entre as entidades que representam as classes, para que isto se concretize ainda será necessária a elaboração de projeto de lei, enviado para o Congresso Nacional, o que ainda não é possível prever se ocorrerá antes da realização do novo concurso.

Portanto, ainda de acordo com a assessoria da Fenapef, a entidade se reunirá com a PF, no sentido de garantir a oferta de vagas para escrivães ainda no concurso 2018, uma vez que há deficiência no quantitativo de vagas, o que submete os atuais servidores em atividade a escalas e sobreavisos exaustivos. Ressaltam que a situação ainda se agrava em virtude do déficit de servidores no Plano Especial de Cargos, que desempenham atividades administrativas;       

Vale lembrar que, de acordo com o decreto presidencial 8.326, de 2014, a PF pode iniciar novo concurso para seus quadros sempre que constatada uma defasagem de pelo menos 5% dos servidores, sem necessidade de autorização prévia do MPDG para realizar o certame. Ainda assim o órgão precisa de confirmação do Planejamento de que dispõe de verbas para as contratações.                     

 


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Para concorrer aos cargos de agente e escrivão basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação. Para perito, nível superior em áreas específicas, e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. Para todos os cargos, os aprovados também deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.

Normalmente, a lotação é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades.

A aplicação das provas da PF costuma ser feita em todas as capitais, exceto o exame oral, que ocorre somente em Brasília. 

Para os cargos de agente e escrivão, a remuneração atual é de R$ 12.441, 26, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, as duas categorias contarão com reajuste em janeiro de 2019, subindo para R$ 12.980,50.

Para perito e delegado, o inicial atualmente é de R$ 23.130,48, mas contará com reajuste em janeiro de 2019, quando passará para R$ 24.150,74.

Para todos os cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

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Progressão na PF

Para os agentes e escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, são de R$ 12.940,69 em 2018, indo para R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 15.067,83 em 2018, indo para R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 18.306,60 em 2018, mudando para R$ 19.109,79 em 2019.

Para perito e delegado, na segunda categoria, R$ 23.710,07 em 2018, indo para R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 27.105,60 em 2018, indo para  R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 30.062,70 em 2018, indo para  R$ 31.394,91 em 2019.

 

 

 

Mudanças na carreira

Além da possibilidade de reestruturação na carreira, já  tramita, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal, a proposta de emenda à constituição 73/2013, que prevê a união das atividades dos cargos de perito, escrivão, papiloscopista e delegado dentro de uma nova carreira, chamada de servidor policial federal. De acordo com a proposta, caso aprovada, os candidatos passarão a prestar concurso público unificado e seriam lotados nas unidades da PF de acordo com suas habilidades e áreas de formação. 

O texto prevê a possibilidade de crescimento dentro da carreira unificada, por meio de promoção e progressão funcional, a serem estabelecidas por lei.

De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), relator da matéria, a carreira única é a forma em que estão estruturadas as instituições policiais de referência no mundo, como o Federal Bureau of Investigation (FBI) e a própria Polícia Rodoviária Federal (PRF). Caso aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta já poderá ser encaminhada para votação em plenário, em dois turnos.

 

Carência de servidores na PF


Mesmo com a perspectiva de novos concursos, a carência de pessoal da PF é considerada muito grande que a perspectiva de vagas. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado em 2017, a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores nos próximos anos em decorrência de 400 aposentadorias previstas.  

Prepare-se para o concurso da Polícia Federal

O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.

De acordo com o sindicalista, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. "As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade".             

Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.

Delegado

Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que a PF tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.

A Polícia Federal, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.

Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até aposse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje,ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar ater o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.

Administrativos

Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações,mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.

Autonomia

O sindicalista ressalta, ainda, que a Polícia Federal conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia".

Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja,exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.

Últimos concursos da Polícia Federal

Com relação aos novos concursos previstos, para agente o último concurso ocorreu em 2014, quando foram registrados 98.101 inscritos para a oferta de 600 vagas. Para escrivão, a última seleção ocorreu em 2012, com 83.619 inscritos para 350 vagas. Para perito e delegado, os últimos certames ocorreram em 2012, com 35.800 inscritos para a oferta de 100 vagas de perito e 46.633 participantes para 150 postos de delegado.Para todos os cargos, a organizadora foi o Cespe/UnB.

 

Para perito, o concurso da Polícia Federal contou com provas objetivas e discursiva, testes de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica e análise de títulos. A parte objetiva teve 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Os aprovados em todas as fases foram submetidos a um curso de formação profissional.
No caso de delegado, o Cespe/UnB formulou provas objetiva e discursiva, exames de aptidão física, exame médico,avaliação psicológica, análise de títulos e prova oral, além do curso deformação. A parte objetiva contou com 120 questões e a discursiva, com três questões dissertativas e elaboração de peça profissional.
Para perito, as opções foram para áreas de ciências contábeis ou econômicas, engenharia em diversas especialidades, ciências da computação, geologia, química, biomedicina, medicina, odontologia e farmácia.  

5 dicas de processo penal para delegado da PF

1. Estude,desde já, para a prova oral. O concurso conta com prova objetiva, prova discursiva e prova oral. É certo que a prova oral é a última delas,porém, para que você esteja bem preparado para uma prova oral, é necessário controle total da matéria. Logo, foque no controle total, lá na prova oral mesmo. Prepare o material, fale sozinho pela casa, ensine tudo sobre tentativa para seu cachorro. Vá por mim: além de estar mirando acima da maçã, você ainda estará fazendo uso de um dos melhores métodos de estudo.    2. A prova da PF provavelmente será feita pelo Cespe, que merece muitos elogios, pois monta as questões com base nas atribuições do cargo a ser provido – quem dera todas as bancas fizessem assim! Considerando que estamos falando de prova para delegado da Polícia Federal, é óbvio que vão despencar questões sobre inquérito policial, visto que a vida do delegado é tocar inquérito para frente. Para você ter uma ideia, no último concurso para delegado da PF, das 26 questões de processo penal, 15 eram sobre inquérito policial. Essas você não pode errar!   3. Ainda com relação às atribuições do cargo, cuidado com o tema “provas”, principalmente a interceptação telefônica, um meio de prova que é recorrente em concursos públicos.    4. A Operação Lava Jato está na mídia há um bom tempo e uma de suas características mais marcantes é a presença de acordos de delação premiada. Estude este tema!   5. Existem duas “polícias” essencialmente judiciárias no Brasil: Polícia Federal e Polícia Civil. Você sabe que as atribuições da Polícia Civil (estadual)são residuais, mas gigantescas, enquanto as atribuições da Polícia Federal são especiais e bem menores. Isto segue o padrão de todos os órgãos que têm paralelos na seara estadual e federal. Tal padrão se reflete no concurso de um modo muito simples: nas provas de órgãos federais, sempre caem questões sobre suas atribuições/competências. No último concurso, foram quatro questões que tangenciaram este tema.   Rodrigo Sengik, professor de processo penal no AlfaCon Concursos Públicos

 

 

Atualizado: 22/03/2018 - 12:39

PRF: diretor-geral volta a confirmar o novo concurso

Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, pasta recém-criada pelo governo, confirmou a autorização de 500 vagas para o novo concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF)

Inicial de R$ 9,9 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Renato Dias, reforçou a realização do novo concurso público para policiais rodoviários, no último dia 20 de março, durante Seminário de Segurança e Desenvolvimento do Jornal Folha de São Paulo. De acordo com ele, o órgão ainda está em tratativas com o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPGD) para a recomposição total do efetivo e também a ampliação do quadro, no sentido de chegar mais perto do número ideal de policiais apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). “O anuncio do novo concurso para nossa instituição – para 500 vagas, divulgado recentemente pelo ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann – é uma boa nova, pois sabemos que nossos policiais estão no limite da atuação, fazendo cada vez mais e dando resultados expressivos para a sociedade, comprovados pelos recordes sucessivos de apreensões em rodovias federais, além da diminuição do número de acidentes e mortes”, disse.

APOSTILA CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL

CURSO CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL 


O diretor-geral da PRF já havia confirmado, no início do mês, por meio de resposta a questionamentos em sua conta em uma rede social, que o edital da nova seleção deve ser publicado ainda neste semestre, ou seja, até julho. Para isto, o órgão aguarda apenas a formalização, por meio de publicação em diário oficial, da autorização do MPDG.

APOSTILA CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO


De acordo com o ministro da Segurança, Raul Jungmann, o orçamento da recém-criada pasta para este ano será de R$ 2,7 bilhões e não haverá contingenciamento das verbas do órgão, conforme ficou decidido após reunião com o Ministério do Planejamento.
A liberação para o novo concurso da PRF está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por Medida Provisória em 27 de fevereiro. No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os Estados.
Jungmann responderá pelo comando da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal (que também teve concurso autorizado para 500 vagas), Força Nacional e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculados ao Ministério da Justiça.
 

Avanços no Ministério do Planejamento


Após oito meses parado, desde 1º de junho de 2017, o pedido de autorização do certame teve seis avanços internos no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), somente no último dia 21 de fevereiro. Na mesma data, o processo foi reaberto no gabinete do ministério, passando para o Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas, voltando para o gabinete, de onde foi novamente para o Departamento de Legislação e Movimento de Pessoas, onde já teve sua análise concluída e deve avançar nos próximos dias. A solicitação é para o preenchimento de 2.778 vagas de policiais rodoviários.

Vale lembrar que, em decorrência da lei 13.371, sancionada pelo presidente Michel Temer em 2016, a partir de janeiro, a remuneração inicial da categoria passou a ser de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458.

Além disso, ainda de acordo com a lei, os servidores contarão com mais um reajuste, em janeiro de 2019, quando o salário passará a ser de R$ 10.357,88, também com o benefício.


O próprio diretor-geral da PRF, em declaração à imprensa, em dezembro, confirmou que a corporação pode entrar em colapso caso o concurso não seja realizado no decorrer de 2018. Segundo ele, a carência de pessoal, que atualmente é de 2.800 policiais, deve chegar a 4.800 até o final de 2018, e decorrência de aposentadorias, o que reforça a necessidade de nova seleção para recompor o efetivo, o quanto antes. Ele ressalta que estão previstas 2.053 aposentadorias no decorrer do ano.

Além de prejudicar as atividades operacionais, a falta de pessoal deve acarretar o fechamento de 124 postos no país, caso o concurso não seja realizado, prejudicando aproximadamente 400 municípios, com a suspensão de policiamento em 18 mil quilômetros de rodovias. Em compensação, o pedido de autorização está parado no MPDG onde, desde 1º de junho, passa por análise na Divisão de Concursos Públicos.  
De acordo com a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais ( 
FenaPRF) o órgão tem pretensão de formar quatro novas turmas ainda em 2018. A PRF argumentou em seu pedido que nos últimos quatro anos uma grande quantidade de servidores se aposentou o que deixou uma lacuna de quase 3.000 postos e que isso tem prejudicado a segurança nas rodovias.
No mesmo memorando encaminhado ao Planejamento, foi sugerido que seja autorizado um concurso público sempre que o número de postos vagos exceder a 5% dos respectivos cargos ou com menor número, de acordo com a necessidade e critério do Ministério da Justiça.

Vale lembrar que, no sentido de agilizar o processo, a PRF já conta com uma minuta do edital pronta, elaborada desde o final de 2016, com o objetivo de permitir que o concurso possa ser iniciado imediatamente após a eventual autorização do MPDG.

Para concorrer ao cargo de policia rodoviário é necessário possuir curso de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A jornada de trabalho dos servidores é de 40 horas semanais.


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Vagas na Polícia Rodoviária Federal

A PRF solicitou 2.778 vagas. Agora só falta a autorização do concurso. Antecipe seus estudos e garanta sua vaga com quem é especialista em aprovação. Passa na Central que você passa. Confira.

 

Atribuições do policial rodoviário


Cabe ao servidor da área desenvolver atividades de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

Concurso anterior


O último concurso da PRF para o cargo de policial rodoviário ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, teste de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.

A parte objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direitos humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.

Atualizado: 21/03/2018 - 12:01

Seap/AM: cresce expectativa por concurso de 1.700 vagas

Edital do concurso para agente penitenciário do Amazonas não deve demorar para ser publicado. O cargo do processo seletivo exigirá nível superior completo

Para agente penitenciário

Por JCConcursos - Camila Diodato e Fernando Cezar Alves

Cresce a expectativa pela realização do novo concurso público que será promovido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap/AM). A seleção vem sendo aguardada desde 19 de dezembro, quando o governador em exercício, Bosco Saraiva, anunciou a o certame, para o preenchimento de  1.700 vagas. Agora, o próximo passo é a definição da banca organizadora, que deve ser anunciada em breve. Somente após este procedimento poderá ser confirmada a data de publicação do edital de abertura de inscrições.

  Todas as oportunidades do processo seletivo serão para o cargo de agente penitenciário, que destina-se aos profissionais que possuem certificado de ensino médio emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).   O concurso da Seap/AM será feito com o objetivo de que o Estado possa ter controle do sistema prisional e, desta forma, termine com a terceirização no setor.   “Não há como mudar da noite para o dia o processo de terceirização do sistema prisional no Amazonas. Vamos fazer um concurso para 1,7 mil agentes penitenciários para que a gente possa treinar e colocar esses agentes em operação, para assim termos de volta ao Estado institucional o controle de todo o sistema”, enfatizou Saraiva.   Tanto a Seap quanto a Casa Civil já iniciaram os trabalhos de formalização do edital do concurso para agente penitenciário. Portanto, o certame não deve demorar para ser publicado.   Vale lembrar que este será o primeiro concurso da Seap após mais de três décadas. Bosco Saraiva comentou que “nossos servidores estão com 35 anos de carreira e estão todos prontos para se aposentar. Com o novo concurso, vamos iniciar o processo de preparação dos novos agentes penitenciários para atuar na capital e no interior. Mas para a formação no sistema prisional, nós precisamos de, no mínimo, um ano e seis meses para treinar, formar e tornar os novos servidores aptos e equipados. A média nacional é de um ano e seis meses para fazer isso (preparar o novo contingente)”.  

Sobre a Seap/AM

  A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), criada pela Lei n.º 4.163, de 09 de março de 2015, antes vinculada a então Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, hoje Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), é um órgão integrante da Administração Direta do Poder Executivo, que tem, entre outras atividades, a função de formular e executar a Política Penitenciária Estadual.   Entre as atribuições da Seap estão a aplicação das normas de execução penal no âmbito estadual; a supervisão, coordenação e controle do sistema penitenciário e também do Sistema Socioeducativo através da reintegração social do apenado; implantação e implementação da execução das penas não privativas de liberdade e das medidas de segurança no Estado do Amazonas; articulação com o Poder Judiciário, Ministério Público e demais Órgãos ou entidades relacionados à Política Penitenciária Estadual; e elaboração de propostas de regulamentação de assuntos de sua competência.

Atualizado: 08/03/2018 - 10:43

Depen: portaria abre caminho para novos concursos

Oportunidades do concurso do Departamento Penitenciário Nacional serão para os cargos de agente, técnico e especialista. Níveis médio, técnico e superior

Pedido de 1.580 vagas

Por JCConcursos - Camila Diodato

Boa notícia para quem pretende ingressar no Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Acontece que o secretário executivo interno do Ministério de Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos Cruz, divulgou, por meio de publicação em diário oficial, nesta quinta-feira, 8 de março, a portaria 4/2018, que delega competências ao diretor-geral do Depen, incluindo procedimentos necessários às atividades de recursos humanos, bem como “assinar documentos e baixar atos relativos a provimento e vacância de cargos efetivos, bem como à realização de concurso público para provimento do quadro de pessoal do Depen”. Com isto, o órgão passa a ter maior autonomia para a realização de seus certames.


Vale lembrar que o Depen conta com um pedido de novo concurso para o preenchimento de 1.580 vagas tramitando no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) desde 15 de fevereiro.


Do total de oportunidades do pedido, 1.440 são para o cargo de agente federal de execução penal. Neste caso, para concorrer é necessário possuir ensino médio e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial é de R$ 6.030, incluindo gratificação de desempenho e auxílio-alimentação de R$ 458. Para os servidores veteranos, a remuneração chega a R$ 10.202,50.


O pedido também inclui 36 vagas para o cargo de técnico federal de apoio à execução penal, que pede formação de nível médio ou médico técnico, com inicial de R$ 4.120,28.


Por fim, as 104 vagas restantes são para o cargo de especialista federal em assistência à execução penal, para quem possui formação de nível superior em áreas específicas. O inicial, neste caso, é de R$ 5.865,70.

 

Saiba mais sobre o cargo de agente


Conhecido anteriormente como agente penitenciário federal, a função de agente federal de execução penal teve sua nomenclatura alterada com a lei 13.327/2016. Quem ocupa o posto tem o dever de fazer o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais e de internamento federais, integrantes da estrutura do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça e Cidadania, e das atividades de natureza técnica, administrativa e de apoio a elas relacionadas  

Último concurso do Depen

  Em 2014, o Departamento Penitenciário Nacional lançou edital com 258 vagas e cadastro reserva de pessoal. As oportunidades foram distribuídas entre as carreiras de agente, técnico e especialista.   A lotação ocorreu na sede (localizada em Brasília/DF) ou em uma das cinco penitenciárias federais situadas nas cidades de Brasília/DF, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Mossoró/RN e Porto Velho/RO.   Sob a organização do Cespe/UnB, a triagem constou de provas objetivas, testes discursivos, aptidão física, avaliação psicológica, exame médico e investigação social.   Os exames objetivos apresentaram 120 questões sobre conhecimentos básicos (língua portuguesa, atualidades, noções de ética no serviço público, noções de direitos humanos e participação social), complementares e específicos. Já os testes discursivos foram compostos por um texto dissertativo de até 30 linhas acerca de tema baseado em conhecimentos básicos de atualidades.   As provas foram realizadas em todas as capitais brasileiras, mais o Distrito Federal e as cidades de Catanduvas/PR e de Mossoró/RN.

Atualizado: 06/03/2018 - 14:33

PMs: PL que institui nível superior segue em análise

Proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, determina nível superior para ingresso como praças e formação em direito para oficiais

Praça e oficial

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Segue em análise, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 482/2015,que tem por finalidade padronizar as condições para que sejam realizados os concursos públicos das Polícias Militares de todos os estados. A proposta aguarda parecer do relator, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da casa, deputado Cabo Sabino (PR/CE). Somente após seu parecer, a proposta poderá ser votada pela comissão.

De acordo com a proposta, caso aprovada, será necessário possuir curso de nível superior para ingresso na carreira de praça, curso de nível superior em direito para a carreira de oficial do quadro de oficiais da corporação e superior em áreas específicas para o quadro de oficiais especialistas.

O projeto possui caráter conclusivo e, caso aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, já poderá seguir para votação no plenário da casa.

Na Comissão de Trabalho, onde já foi aprovada, o deputado Cabo Sabino (PR/CE) incluiu uma emenda ao projeto, incluindo o limite de 35 anos para ingresso na corporação.

De acordo com o projeto, passam a ser as seguintes exigências para participar dos concursos de ingresso: ser brasileiro, estar quite com as obrigações militares e eleitorais, não registrar antecedentes criminais, estar em gozo dos direitos políticos, ser aprovado em concurso público, ter   procedimento social irrepreensível, idoneidade moral, apurados através de investigação; ter capacitação física e psicológica compatíveis com o cargo, verificados através de exames de aptidão; ser aprovado em exame de saúde e exame toxicológico com larga janela de detecção; e comprovar, quanto ao grau de escolaridade; a conclusão de bacharelado em direito, para ingresso na carreira de oficial do quadro de oficiais policiais militares; curso de graduação superior nas áreas de interesse conforme regulamentação própria de cada instituição policial miliar, para praças que ingressarem na carreira de oficial do quadro de oficiais especialistas; e curso de graduação superior em qualquer área para ingresso na carreira de praça da Polícia Militar.

Prepare-se para o concurso da Polícia Militar

VIDEOAULA PARA POLÍCIA MILITAR PROVA ANTERIOR DA POLÍCIA MILITAR

Na justificativa, a proposta diz que   “pela sua missão, também constitucional, de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, necessita de candidatos ao ingresso na instituição que possuam atributos diferenciados dos demais agentes públicos, tais como higidez física, apurados em testes físicos e de saúde (...). Com a evolução da própria sociedade há também que haver preocupação no avanço intelectual do pretendente ao ingresso na Polícia Militar, preparando assim a instituição, cada vez mais, para prestar melhor serviço ao cidadão. Neste sentido, há necessidade de que o futuro policial militar tenha frequentado o mundo acadêmico, por isso a importância da exigência do candidato ao ingresso de possuir curso superior devidamente comprovado e reconhecido e, especialmente ao oficialato, a exigência do bacharelado em direito”.

O texto ressalta que vários estados já adotam estas exigências, como Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Piauí e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal e estabelece um prazo de três anos, após  aprovação do projeto, para adequação, por parte dos estados.

Atualizado: 05/03/2018 - 14:21

Carreira policial: concursos devem abrir 16 mil vagas

Diversos cargos de níveis médio e superior devem fazer parte dos concursos da PRF, Polícia Rodoviária, Polícias Civis e Polícias Militares. Salários de até R$ 22,1 mil

Em todo o país

Por JCConcursos - Da Redação/SP

Não há dúvidas de que os concursos para carreiras policiais estão entre os mais visados do funcionalismo público, seja pela estabilidade, os altos salários que oferecem ou até mesmo pela rotina das funções, que, apesar de “perigosa” para alguns, costuma agradar bastante quem sonha em ingressar no quadro de servidores de uma das polícias.
Fora todos esses atrativos, as carreiras policiais estão em alta também por conta do bom momento pelo qual estão passando, com processos de valorização e reajustes salariais, além de previsões bem seguras de editais nos próximos meses.
A mais recente novidade surgiu na última semana, quando o ministro da nova pasta de segurança pública, Raul Jungmann, anunciou, em uma entrevista coletiva, que a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já possuem autorizações para abrir 1.000 vagas, sendo 500 para cada corporação. 
Segundo Jungmann, as seleções vêm com o objetivo de dobrar o contingente de policiais federais em postos de fronteira, além de reforçar o combate aos crimes de corrupção, principais fatores que desencadearam a criação do novo Ministério de Segurança Pública.
Em paralelo, diversos órgãos estaduais também já se movimentam para lançar novos editais. Ao todo, eles devem preencher 15.932 vagas de níveis médio e superior.
Confira a relação completa de órgãos policiais que pretender abrir novos concursos em 2018:

Concurso PRF

A expectativa é de que, na PRF, as oportunidades sejam todas para a função de policial rodoviário, que admite formação de nível superior em qualquer área e, atualmente, oferece salário de R$ 9,9 mil – um reajuste programado para janeiro de 2019 o aumentará para R$ 10,3 mil. Saiba mais sobre o concurso.

Concurso PF

Já na PF, as ofertas devem ser divididas entre as carreiras de agente policial, perito médico, todos com exigência de nível superior (para agente, em qualquer área; para perito, em áreas específicas; e, para, delegado, em direito). Os vencimentos, neste caso, são de R$ 12,4 mil para agente e de R$ 23,1 mil para delegado - em janeiro de 2019, eles serão elevados para R$ 12,9 mil e R$ 24,1 mil, respectivamente. Saiba mais sobre o concurso.

Concurso Polícia Civil/SP


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, autorizou concurso com 2.750 vagas para a Polícia Civil, sendo 1.100 para cargos com exigência de ensino médio e 1.650 para carreiras com necessidade de nível superior. Remunerações chegam a R$ 10.142,55. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/MG


Já foi autorizado um processo seletivo para o preenchimento de 119 chances no cargo de escrivão de polícia. Exigência de ensino superior completo em qualquer área e salário de R$ 4.098,43 para jornadas de 40 horas semanais. O próximo passo é a constituição da comissão organizadora. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/DF


É grande a expectativa para que seja realizada a seleção da Polícia Civil do Distrito Federal com 2.100 postos distribuídos em diversos cargos, ainda não revelados. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/GO


O governador Marconi Perillo autorizou concurso para o preenchimento de 650 oportunidades. Um total de 100 ofertas será para a carreira de delegado e o restante distribuído entre as funções de agente e escrivão. Para concorrer será necessário possuir formação superior completa. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/MS


Foi formada a comissão do concurso da PM do Mato Grosso do Sul com 500 oportunidades. Todas as chances serão para o cargo de soldado, que necessita de ensino médio. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/RN


No decorrer das próximas semanas deve ser definida a banca organizadora do concurso da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A seleção terá 157 ofertas, sendo 29 para a carreira de delegado de polícia, 17 para escrivão e 111 para agente. Todos os empregos são para quem possui curso superior. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/AM


Deve ser publicado até dezembro o edital do concurso da Polícia Civil do Amazonas, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública. Ao todo, serão abertos 2.394 postos em diversos cargos. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/AM


Também no Amazonas, a Polícia Militar se prepara para realizar seleção para o preenchimento de 5.865 vagas. As chances serão para as colocações de soldado (ensino médio) e oficial (médio ou superior, de acordo com a especialidade). Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/PA


O próximo concurso público da Polícia Civil do Pará visará a selecionar 11 profissionais nos cargos de técnico em gestão pública - assistente social (9), técnico em gestão pública - contador (1) e técnico em gestão de informática - engenharia de sistemas (1). Todas as funções são de nível superior e apresentam inicial de R$ 2.727,54. No momento, o órgão está em fase de licitação para escolha da organizadora. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/RR


Está previsto para ser lançado nos próximos dias o edital da Polícia Civil de Roraima com 330 vagas. Todas as oportunidades serão para a carreira de policial e estarão distribuídas de forma regionalizada. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/PR


O edital com 776 oportunidades da Polícia Civil do Paraná deve ficar para 2018. Todas as vagas destinam-se ao emprego de investigador de polícia, que exige curso superior em qualquer área de atuação. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/ES


O governador do Espírito Santo (PM/ES), Paulo Hartung, autorizou concurso para a Polícia Militar com o intuito de preencher 310 chances, sendo 290 para nível médio e 20 para formação superior. As ofertas são para as carreiras de soldado e oficial, cujos salários chegam a R$ 6.971,84. Saiba mais detalhes aqui.

CURSOS SEGURANÇA PÚBLICA

Atualizado: 01/03/2018 - 11:37

Governo autoriza concursos de 1.000 vagas na PRF e PF

Novos concursos foram anunciados na última quarta-feira (28) em entrevista coletiva, pelo ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, Editais nos próximos meses

Iniciais de até R$ 23,1 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Ótima notícia para quem pretende ingressar na área de segurança pública federal. Em entrevista coletiva na última quarta-feira, 28 de fevereiro, o ministro da Segurança Pública, pasta recém-criada pelo governo, Raul Jungmann, confirmou a autorização de novos concursos públicos para a área, em um total de 1.000 vagas, sendo 500 para a Polícia Federal (PF) e 500 para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ambos para ocorrer ainda em 2018. “Considerando a necessidade e urgência de reforçar recursos humanos, especialmente na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal, estamos autorizados a realizar novos concursos 2018, com 500 novos agentes para a Polícia Federal e 500 novos agentes na Polícia Rodoviária Federal”, disse o ministro. “Entramos em contato com o ministro do Planejamento (Dyogo Oliveira) e ficou definido que teremos zero contingenciamento dos recursos do Ministério Extraordinário de Segurança Pública este ano”, disse. O próximo passo é a publicação em diário oficial, oficializando a autorização dos certames.
A liberação dos concursos está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por medida provisória na última terça (27). No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os estados.  Jungmann responderá pelo comando da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculado ao Ministério da Justiça.
De acordo com o ministro, o orçamento para 2018 será de R$ 2,7 bilhões, uma vez que não haverá contingenciamento das verbas do órgão, conforme decidido após reunião com o Ministério do Planejamento.  
CURSO CONCURSO PF 2018 - AGENTECURSO CONCURSO PF 2018 - DELEGADOCURSO CONCURSO PF 2018 - ESCRIVÃOCURSO CONCURSO PF 2018 - PERITO
Embora o ministro reconheça que o total de vagas não será suficiente para suprir as defasagens das corporações, ressalta que a realização dos concursos é imprescindível para garantir os serviços prestados. “Precisamos de muito mais, mas já é um bom início, já que, há anos, não tínhamos a possibilidade de contar com reforços tanto em uma quanto em outra”, disse.
Um dos objetivos, segundo Jungmann, é duplicar o contingente de policiais federais em postos de fronteira, além de reforçar o combate aos crimes de corrupção.
No caso da Polícia Rodoviária Federal, a expectativa é de que todas as 500 vagas sejam para o cargo de policial rodoviário, uma vez que já tramitava no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPGD) pedido de autorização para 2.778 postos. 
APOSTILA CONCURSO PRF - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERALCURSO CONCURSO PRF - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para concorrer ao cargo é necessário possuir formação de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial do cargo é de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, em decorrência da lei 13.371, de 2016, os servidores contarão com novo reajuste em janeiro de 2019, quando o inicial passará a ser de R$ 10.357,88, também com o benefício.
Veja mais informações sobre este concurso clicando aqui.
No caso da Polícia Federal (PF),  a tendência é de que a nova seleção seja para os cargos de agente, delegado e perito. Porém a distribuição das 500 vagas pelos cargos ainda será confirmada. Também havia a intenção de oferecer postos para a carreira de escrivão. Porém, em 18 de janeiro, o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia, havia antecipado que o presidente Michel Temer havia garantido o aval para o certame. Porém, sem as oportunidades de escrivão.
CURSO CONCURSO PF 2018 - AGENTE
Para concorrer ao cargo de agente é necessário possuir nível superior em qualquer área. Para perito, nível superior em áreas específicas e para delegado, nível superior em direito. Para todos os cargos, os aprovados deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.
A remuneração inicial dos agentes é de R$ 12.441,26, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, a carreira contará com reajuste em janeiro de 2019, subindo para R$ 12.980,50.
Para perito e delegado, o inicial atualmente é de R$ 23.130,48, mas também contará com reajuste em janeiro de 2019, quando passará a ser de R$ 24.150,74.Para todos os cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
Saiba mais informações sobre este concurso, clicando aqui.
Normalmente, a lotação é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos estados do Acre, Amapá,  Amazonas, Mato Grosso , Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades

Atualizado: 28/02/2018 - 11:31

Maraã/AM divulga processo seletivo com 1.234 vagas

A participação no processo seletivo da Prefeitura Municipal de Maraã deverá ser garantida entre os dias 6 e 12 de março. Salários chegam a R$ 30 mil

Todos os níveis

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

A Prefeitura Municipal de Maraã, situada no Estado do Amazonas, publicou dois novos editais de processo seletivo simplificado. Ao todo, a seleção visa o preenchimento de 1.234 vagas temporárias de todos os níveis escolares, com remunerações de até R$ 30 mil. 
Interessados em concorrer a uma das vagas deverão se inscrever pessoalmente, entre os dias 6 e 12 de março, na Secretaria Municipal de Educação, localizada na Rua Travessa Getúlio Vargas, nº 133, Centro, no horário das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. Não serão cobradas taxas de participação. 
O processo seletivo da Prefeitura de Maraã/AM será realizado em duas fases eliminatórias, no período de 14 a 20 de março: exame de comprovação da qualificação e da autenticidade dos documentos; e análise curricular e avaliação de títulos. 
Apenas os cargos de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias serão avaliados por meio de prova objetiva de conhecimentos gerais e conhecimentos específicos, de caráter eliminatório e classificatório. Ela será aplicada na data prevista de 25 de março. 

Vagas na Prefeitura de Maraã/AM


Para ensino fundamental, as chances são para as funções de auxiliar de serviços gerais (149 vagas), auxiliar de administração I (48), merendeiro (61), vigia (54), office boy (6), jardineiro (13), pedreiro (8), carpinteiro (8), agente de segurança (20), artífice (7), costureira (7), gari (50) e motorista de veículos leves (9). O salário inicial é de R$ 954, exceto para o cargo de auxiliar de administração I, cujo ganho é de R$ 1.038,40. 
Aqueles que têm o ensino médio e/ou curso técnico estão aptos às carreiras de agente comunitário de saúde (61), agente de combate às endemias (15), monitor (52), digitador (5), recepcionista (4), assistente administrativo (66), bibliotecário (1), fiscal sanitário (3), técnico em enfermagem (27), técnico em produção pesqueiro (4), técnico em edificação (5), guarda florestal (6), fiscal florestal (5), motorista fluvial (3), prático de embarcação (1), motorista/terrestre de veículos leves (15), auxiliar de radiologia (2), técnico em radiologia (2), microscopista (7), agente de vigilância epidemiológica (4), técnico em entomologia (1), técnico em análise clínica (4) e técnico em saúde bucal (4). Os vencimentos oscilam entre R$ 954 e R$ 1.546,60. 
Nível superior é requisito para médico cirurgião (3), médico clínico geral (4), médico ginecologista/obstetra (1), médico clínico pediatra (1), enfermeiro (10), farmacêutico/bioquímico (1), biomédico (2), odontólogo (4), assistente social (4), engenheiro civil (1), nutricionista (1), coordenador pedagógico - pedagogo (2), psicólogo (2), técnico em esportes (2), fisioterapeuta (3), professores não indígena (396) e professor indígena (60). As remunerações partem de R$ 1.350,45 e chegam a R$ 30.000. 

Atualizado: 07/02/2018 - 12:28

Concurso PM/AM: edital deve ser publicado em breve

O edital do concurso da Polícia Militar do Amazonas (PM/AM) deve disponibilizar oportunidades para as carreiras de soldado e oficial. Níveis médio e superior de ensino

5.865 vagas

Por JCConcursos - Camila Diodato

O novo concurso da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PM/AM) deve ser publicado em breve. No ano passado, a instituição havia revelado que o edital ficaria para 2018.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP/AM), o certame terá um total de 5.865 vagas distribuídas entre as carreiras de soldado e oficial.
O posto de soldado destina-se aos profissionais com ensino médio completo, enquanto a função de oficial poderá exigir de nível médio ou superior, de acordo com a especialidade a ser oferecida. Os salários iniciais oferecidos não foram revelados.
Vale lembrar que tramita na Assembleia Legislativa do Estado um projeto de lei que amplia a idade máxima para ingresso no órgão, que passará dos 28 para os 35 anos de idade. Caso o documento seja aprovado antes do lançamento do novo concurso da PM/AM 2018, esta alteração já estará presente no edital.
Os passos para a realização do certame são a autorização oficial por parte do governador e a escolha da banca organizadora, para que então o edital seja divulgado.

Último concurso da PM/AM


Em 2011, a Polícia Militar lançou concurso com 2.473 vagas, sendo 2.000 para soldado, 29 para praça especialista, 39 para oficial de saúde e 405 para oficial combatente. O processo seletivo foi organizado pela Fundação Instituto Superior de Administração (Isae).
O posto de soldado destinou-se aos candidatos com nível médio e com altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres. A remuneração foi de R$ 1.104,81 durante o curso de formação e de R$ 1.637,33 após a conclusão.
As ofertas para oficial combatente estavam divididas da seguinte maneira: 167 para os que fizeram o curso de formação de oficial PM; 188 para as pessoas com graduação em direito; e 50 para os candidatos com ensino médio. Para esta função também foi exigida carteira de habilitação. Durante o curso de formação os oficiais receberam R$ 3.274,66 e depois que passaram a aspirante começaram a ganhar R$ 3.400,60.
Com exigência de nível médio e vencimento inicial de R$ 1.685,06, a carreira de praça especialista estava distribuída entre as funções de auxiliar de enfermagem (10), auxiliar de odontologia (6), auxiliar veterinário (3) e músico instrumentista com especialidade em clarinete (3), saxofone (1), trombone (2), trompa (2) e corneta (2).
Para oficial de saúde, havia 18 chances para médico em diversas especialidades, oito para dentista, uma para veterinário, uma para farmacêutico-bioquímico, quatro para enfermeiro, cinco para psicólogo e duas para fisioterapeuta. Tais cargos necessitaram de curso superior completo e o salário base inicial correspondia a R$ 3.600,40.
O processo de triagem para todos os participantes do concurso da PM do Amazonas constou de prova objetiva, inspeção de saúde, teste de aptidão física, avaliação psicológica, apresentação de documentos, curso de formação e investigação social, funcional, cível e criminal. Fora essas etapas, alguns cargos de praça especialista passaram por exame prático.
As avaliações aconteceram nos municípios de Barcelos, Boca do Acre, Coari, Eirunepé, Humaitá, Itacoatiara, Lábrea, Manaus, Manacapuru, Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Tabatinga e Tefé.

Atualizado: 19/01/2018 - 10:15

Últimos dias do prazo para 7.143 vagas em 33 concursos

Oportunidades para cargos de todos os níveis escolares nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, entre vários outros

Salários de até R$ 14,9 mil

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Chegam ao fim nesta sexta-feira (19), sábado (20) e domingo (21) as inscrições de 33 concursos públicos. Ao todo, eles selecionarão pelo menos 7.143 profissionais para cargos de todos os níveis escolares, com remunerações iniciais de até R$ 14,9 mil por mês.

As ofertas estão nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Paraíba, Pará, Amazonas, Pernambuco e Rondônia.

São Paulo


No Estado de São Paulo, as oportunidades estão no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCRP), Consórcio Intermunicipal de Saúde de Penápolis (CISA) e nas prefeituras de Garça, Populina, Araras e Pindorama.

Demais Estados


Os interessados ainda podem se inscrever nos concursos da Polícia Civil/RS, Defensoria Pública do Estado de Amazonas (DPE/AM), Controladoria Geral do Estado de Rondônia (CGE/RO), Consórcio Intermunicipal de Saúde do Araguaia/MT (CISA), Companhia Águas de Joinville/SC (CAJ), câmaras de Porangatu/GO, Ribamar Fiquene/MA e Cacoal/RO e nas prefeituras de Raul Soares/MG, Ipatinga/MG, São Félix do Araguaia/MT, Gaúcha do Norte/MT, Frei Martinho/PB, Santarém/PA, Catuípe/RS, São Joaquim do Monte/PE, entre várias outras. 

Prepare-se para os concursos públicos

Videoaulas para concursos públicosProvas Anteriores de concursos públicos
Confira abaixo todos os concursos que encerram inscrições:

Sexta-feira (19)


18 vagasRaul Soares/MG: concurso inscreve só até 19/01
Salários de até R$ 9,6 milPrefeitura de Ipatinga/MG: concurso com 37 vagas
Nível superiorPrefeitura de Garça/SP abre concurso com 66 vagas
Salários de até R$ 12,5 milSão Félix do Araguaia/MT inscreve para 136 ofertas
Salários de até R$ 11,9 milCISA/MT publica edital com 50 oportunidades
Todos os níveisCâmara de Porangatu/GO: concurso com cinco vagas
Todos os níveisConcurso em Gaúcha do Norte/MT reúne 119 vagas
Todos os níveisConcurso em Ribamar Fiquene/MA reúne 10 vagas
Todos os níveisFrei Martinho/PB inscreve para concurso com 34 vagas
3.239 vagasSantarém/PA: concurso encerra inscrições hoje
Inscrições até 19/1Aberto concurso para dez vagas em Catuípe/RS
Nível superiorChapadão do Lageado/SC: concurso com inscrição aberta
Vários cargosConcurso em Joinville/SC está com inscrições abertas
1.200 vagasConcurso Polícia Civil/RS: últimos dias de inscrição
Ribeirão PretoHCRP/SP: concurso inscreve para duas vagas de médico
EducaçãoPrefeitura de Carlinda/MT tem concurso com 20 vagas
DefensorDPE/AM amplia prazo de concurso com 25 vagas
Todos os níveisConcurso em Porto Vera Cruz/RS reúne duas vagas

Sábado (20)


Nível fundamentalSanto Antônio do Monte/MG reúne 16 ofertas
Salários de até R$ 14,9 milPrefeitura de Guaramirim/SC: concurso com 21 vagas

Domingo (21)


Níveis fundamental e médioPrefeitura de Populina/SP inscreve para 10 vagas
Nível fundamentalConcurso em Penápolis/SP tem vaga para motorista
Todos os níveisPrefeitura de Araras/SP divulga concurso com 58 vagas
Inscrições até 21/01Prefeitura de Pindorama/SP abre concurso com 26 vagas
Todos os níveisPontes e Lacerda/MT: concurso reúne 64 ofertas
Todos os níveis escolaresPrefeitura de Cupira/PE abre concurso com 161 vagas
PernambucoAbertas 190 vagas em concurso de São Joaquim do Monte
Salários de até R$ 5,7 milConcurso da Prefeitura de Altinho/PE abre 225 vagas
Inscrições abertasPanelas/PE: concurso tem 423 vagas de todos os níveis
Em PernambucoSanta Cruz do Capibaribe abre concurso com 526 vagas
Todos os níveisCâmara de Cacoal/RO: concurso com 13 vagas
Níveis fundamental e médioPrefeitura de Humaitá/AM: saiu edital com 413 vagas
Níveis médio e superiorConcurso CGE/RO: últimos dias para realizar inscrição

Confira aqui todos os concursos com inscrições abertas

Atualizado: 15/01/2018 - 09:24

Concurso Aeronáutica: abertos 183 postos de sargento

As oportunidades do concurso da Aeronáutica são para ingresso no estágio de adaptação à graduação de sargento. Inscrições serão recebidas até o dia 6 de fevereiro

Níveis médio e técnico

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

A Aeronáutica abriu as inscrições de concurso público para o exame de admissão ao estágio de adaptação à graduação de sargento. Serão preenchidas 183 vagas, de ambos os sexos, para atuação em âmbito nacional. 
As ofertas estão distribuídas entre as especialidades de eletrônica (30 vagas), administração (40), enfermagem (45), eletricidade (14), informática (20), laboratório (5), obras (8), pavimentação (8), radiologia (5) e topografia (8). 
Para ingressar na carreira é necessário ter concluído, com aproveitamento, o ensino médio do Sistema Nacional de Ensino (para todos os candidatos) e/ou o curso técnico, além de não ter menos de 17 anos e nem completar 25 anos até o dia 31 de dezembro de 2019. A remuneração inicial do 3º sargento é de R$ 3.584. 

Como participar do concurso da Aeronáutica 


As inscrições serão recebidas até o dia 6 de fevereiro de 2018. O cadastro deverá ser efetuado em um dos endereços eletrônicos: www.fab.mil.br/eear e http://ingresso.eear.aer.mil.br/

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O valor da taxa de participação do concurso da Aeronáutica 2018 é de R$ 60 e o seu pagamento deverá ser efetuado até a data limite de 9 de fevereiro, observado o horário de funcionamento da rede bancária. 

Provas do concurso da Aeronáutica 2018


A primeira etapa a ser disputada pelos candidatos será a prova escrita. Ela será composta por questões de múltipla escolha sobre as matérias de língua portuguesa e conhecimentos especializados (relativos à especialidade a que concorre). 
No ato da inscrição, o candidato deverá escolher um dos locais onde desejará realizar a prova: São Paulo/SP, São José dos Campos/SP, Belém/PA, Recife/PE, Fortaleza/CE, Natal/RN, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/MG, Campo Grande/MS, Canoa/RS, Santa Maria/RS, Curitiba/PR, Brasília/DF, Manaus/AM, Porto Velho/RO e Boa Vista/RR. Ela será aplicada no dia 22 de abril de 2018. 
O concurso da Aeronáutica 2018 ainda contará com as seguintes etapas: inspeção de saúde; exame de aptidão psicológica; teste de avaliação do condicionamento físico; prova prática da especialidade; e validação documental. 

Estágio da Aeronáutica


O estágio de adaptação à graduação de sargento da Aeronáutica será ministrado sob regime de internato militar na Escola de Especialistas de Aeronáutica, em Guaratinguetá/SP, em 2019, com duração aproximada de um ano e abrangerá instruções nos campos militar e técnico-especializado.
Durante a realização do estágio, o aluno fará jus à mesma remuneração que percebia por ocasião da matrícula, se militar da ativa da Aeronáutica, ou fixada em lei, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária.
Os alunos realizarão provas teóricas e práticas nos campos militar e técnico-especializado, e a conclusão do estágio está condicionada à sua aprovação, mediante a obtenção de graus e médias previstos no plano de avaliação.
Os formandos serão distribuídos e classificados nas Organizações Militares do Comando da Aeronáutica, abrangendo todo o território nacional, de acordo com a necessidade da administração.

Atualizado: 12/01/2018 - 12:15

PEC que cria polícia penitenciária pode ser agilizada

Proposta tem por objetivo criar a nova carreira em âmbito federal, nos estados e municípios, conferindo aos agentes penitenciários direitos iguais às carreiras policiais

Já passou pelo Senado

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A proposta de emenda à constituição 14/2016 (PEC 14/2016), que cria as polícias penitenciárias federais, estaduais e municipais, aprovada no Senado Federal em 24 de outubro, conta com diversos pedidos, por parte de parlamentares, para que seja incluída na ordem do dia para votação o quanto antes na Câmara dos Deputados. Com isto, é possível que a matéria já possa ser votada a partir de fevereiro, logo após o término do recesso parlamentar. Por enquanto, está em análise na Coordenação de Comissões Permanentes.   

O texto aprovado  no Senado conta com um substitutivo que altera o nome da carreira, de polícia penitenciária para polícia penal, considerando que a atuação dos servidores ocorre na execução penal. 

Caso a PEC seja sancionada, os agentes penitenciários, na nova carreira, passarão a contar com direitos equivalentes às carreiras policiais. A intenção é liberar policiais civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.

Um dos pontos da proposta determina que o preenchimento das vagas para a carreira deverá ser feito somente por meio de concursos públicos ou, em casos isolados, pela transformação das carreiras dos atuais agentes penitenciários, que deverão ser enquadrados na nova função."O estado precisa retomar o controle dos presídios, que muitas vezes têm se tornado um quartel do crime organizado. A PEC é uma expressão do reforço em um tema tão importante hoje, que é a segurança pública, disse o autor da proposta, senador Cássio Cunha (PSDB/PB).


De acordo com as justificativas da proposta, apresentada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), os agentes penitenciários prestam serviços públicos essenciais de custódia e vigilância dos presos. “Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública havia, em 2014, cerca de 608 mil presos no Brasil, sendo 580 mil no sistema penitenciário e 28 mil sob custódia das polícias. Estima-se, no entanto, que haja somente 65 mil agentes penitenciários no país”. De acordo com a justificativa, o objetivo da proposta de emenda à constituição é criar as polícias penitenciárias como órgãos de segurança pública nos âmbito federal, estadual e distrital, conferindo aos agentes penitenciários direitos inerentes à carreira policial, além de liberar policiais civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos. 

Atualizado: 29/12/2017 - 12:16

Polícia Civil/AM: novo concurso ficará para 2018

Expectativa é de que o concurso da Polícia Civil do Estado do Amazonas tenha oportunidades distribuídas entre as carreiras de investigador, escrivão, perito e delegado

2.394 vagas

Por JCConcursos - Camila Diodato

Previsto para ser lançado em dezembro, conforme divulgado pela Secretaria de Segurança Pública, o edital do novo concurso da Polícia Civil do Estado do Amazonas ficará para 2018. A seleção virá para preencher um total de 2.394 vagas
Este processo seletivo foi anunciado em 2014 pelo então governador do Amazonas, José Melo. A seleção foi postergada devido à crise financeira, mas agora finalmente sairá do papel.
A previsão inicial era de que fossem contempladas 548 oportunidades distribuídas da seguinte maneira: 340 para investigador, 129 para escrivão, 40 para perito e 39 para delegado. É provável que os cargos sejam mantidos, só que a nova distribuição ainda não foi revelada.
Todas as oportunidades do concurso da Polícia Civil/AM serão para candidatos que possuem certificado de nível superior, desde que emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Último concurso da Polícia Civil/AM


Em 2009, a Polícia Civil/AM divulgou concurso com 1.010 postos distribuídos entre cargos com exigência de diploma de graduação. Os salários variavam entre R$ 2.514,24 e R$ 6.104,16.
O certame apresentou chances nos postos de delegado de polícia (100 vagas), investigador de polícia (500), escrivão de polícia (290), perito criminal (80), perito legista (35) e perito odontolegista (5).
A seleção teve as seguintes etapas: prova objetiva, teste discursivo, exame médico, avaliação de capacidade física, análise de títulos e teste prático de digitação - esta última apenas para investigador e escrivão. O exame objetivo apresentou 90 questões de múltipla escolha, sendo 45 de conhecimentos básicos e 45 específicas.
Após todas as fases anteriores, os candidatos classificados passaram por um curso de formação profissional, que foi realizado em Manaus/AM

Atualizado: 01/11/2017 - 15:39

Marinha divulga programação de concursos para 2018

Editais dos novos concursos públicos da Marinha devem somar milhares de vagas em todas as regiões do país. Níveis fundamental, médio, técnico e superior de ensino

Diversos cargos

Por JCConcursos - Camila Diodato

A Marinha publicou documento com a programação de todos os concursos que organizará no decorrer de 2018. O número de vagas não foi revelado, mas deverá ser milhares distribuídas em vários níveis de escolaridades.
Pelo que consta no cronograma, na segunda quinzena de janeiro serão divulgados os editais da Escola de Aprendizes-Marinheiros, da Escola Naval e do Colégio Naval. As provas ocorrerão na segunda quinzena de abril para o primeiro, e na segunda quinzena de junho para os demais.
Já na primeira semana de março, o órgão lançará o certame para o Corpo de Engenheiros, cujos testes acontecerão na segunda quinzena do mês de maio.
Em abril, quatro processos seletivos sairão: Corpo de Saúde (médicos, dentistas e apoio à saúde), Quadro Técnico, Capelão Naval e Quadros Complementares de Oficiais da Armada, Fuzileiros Navais e Intendentes da Marinha. Avaliações entre a primeira quinzena de julho e a primeira quinzena de setembro.
E na primeira quinzena de agosto será publicado o edital do concurso da Marinha para o Corpo Auxiliar de Praças. Os exames estão marcados para a segunda quinzena de novembro.

Mais detalhes dos concursos da Marinha


O ingresso na Marinha ocorre por meio de concursos públicos que aceitam participantes de ambos os sexos e com idades mínima e máxima estipuladas no edital.
No geral, os concorrentes são submetidos a provas objetivas com questões de múltipla escolha sobre assunto de conhecimentos gerais, aplicadas em todo o país. Outras fases variam de acordo com cada carreira.

Atualizado: 05/09/2017 - 12:20

PMs: avança projeto que atualiza lei de concursos

De acordo com a proposta é preciso atualizar lei de 1969, garantindo o ingresso por meio de concursos, além de oficializar a jornada máxima de trabalho

Em todos os estados

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Avança, no Congresso Nacional, o projeto de lei 7398/2017,do deputado Cabo Daciolo (PT do B/RJ) que visa atualizar a legislação que dispõe sobre a realização de concursos públicos para as Polícias Militares (PMs) em todo o país. De acordo com a proposta, a lei atualmente em validade corresponde ao decreto-lei 667, de julho de 1969, que deve ser adequada para a atual constituição federal. Com isto, visa adequar a ascensão ao cargo de praça por meio de concursos públicos e assegurar aos policiais e bombeiros a carga horária máxima de 120 horas mensais. O projeto, agora, está em fase de análise pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

De acordo com a justificativa do projeto, o decreto de 1969precisa ser adequado para a atual realidade proposta pela Constituição da República Federativa do Brasil. “Para isto é preciso adequar o ingresso por meio de concursos público, com cargo inicial de soldado. Além disso, o ingresso no quadro de oficiais dar-se-á somente por praças da corporação, sendo necessárias as promoções por todos os postos de praças para então concorrer ao oficialato”,diz.  

O projeto também determina que a escala de trabalho dos militares não atende as necessidades e limites legais, devendo ser regulamentadas.Neste sentido, pretende assegurar aos policiais e bombeiros militares a duração de trabalho normal de até 120 horas mensais. Em caso de dois serviços de mesma natureza ou de natureza diferente, assegura folga na proporção de 48 horas para serviços com até 12 horas diurnas trabalhadas e 72 horas para serviços diurnos com mais de 12 horas trabalhadas, além de 72 horas para serviços noturnos.

   

Atualizado: 23/08/2017 - 12:01

Polícia Federal: pedido de concurso avança no MPDG

Oportunidades serão para os cargos de agente, escrivão, delegado e perito, todos com exigência de nível superior. PF aguarda apenas liberação de verbas para publicar os editais

Iniciais até R$ 22,1 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Quem pretende ingressar no quadro de servidores da  Polícia Federal (PF) deve ficar atento. Acontece que o pedido de liberação de verbas para a realização dos novos concursos da corporação já voltaram a tramitar no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Ao todo, o órgão pretende preencher 1.758 vagas, sendo 600 para o cargo de escrivão, 600 para agente, 491 para delegado e 67 para peritos.

A liberação dos editais depende apenas deste parecer, por parte do MPOG, de que dispõe de verbas para a posse dos aprovados, uma vez que a PF não precisa mais de autorização do órgão para o preenchimento de vagas.

O processo, que estava parado no órgão desde junho de 2016, voltou a tramitar em 19 de maio, quando foi reencaminhado para diversos setores do ministério. 

Vale lembrar que, com o decreto 8.326, de 10 de outubro de 2014, a Polícia Federal não precisa mais de autorização do MPOG para realizar novos concursos, necessitando apenas de um parecer do órgão sobre as condições financeiras para o preenchimento das vagas.

Ainda de acordo com o decreto, a PF pode iniciar novo certame para seus cargos sempre que o quadro de pessoal contar com uma defasagem de pelo menos 5% dos servidores.

APOSTILA CONCURSO POLÍCIA FEDERAL - AGENTE

Para concorrer aos cargos de agente e escrivão basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação. Para perito, nível superior em áreas específicas, e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. Para todos os cargos, os aprovados também deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.

Normalmente, a lotação é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades.

A aplicação das provas da PF costuma ser feita em todas as capitais, exceto o exame oral, que ocorre somente em Brasília.

Valorização profissional na PF

Um ponto importante é que o novo concurso da Polícia Federal ocorre em um momento de valorização da categoria. Acontece que o presidente Michel Temer sancionou, em 15 de dezembro, a lei 13.371, que reajusta as remunerações dos cargos.

No caso de agente e escrivão, que contavam com inicial de R$ 9.160,20 até dezembro, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458, a partir de janeiro a remuneração passou para R$ 11.897,86, com o complemento. Além disso, as categorias contarão com mais dois reajustes, em janeiro de 2018 e janeiro de 2019, subindo, respectivamente, para R$ 12.441,26 e R$ 12.980,50.  

Para perito e delegado, cujos iniciais, com o complemento, eram de R$ 17.288,85, em dezembro, a partir de janeiro passaram a ser de R$ 22.102,37. Além disso, as carreiras também contarão com mais dois reajustes, subindo para R$ 23.130,48 em janeiro de 2018 e R$ 24.150,74 em janeiro de 2019.

Para os dois cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Progressão

Os aumentos também repercutem nas categorias posteriores. Para os agentes e escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, sobem para R$ 12.374,65, indo para R$ 12.940,69 em janeiro de 2018 e R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 14.405,33 este ano, R$ 15.067,83 em 2018 e R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 17.497,24 este ano, R$ 18.306,60 em 2018 e R$ 19.109,79 em 2019.

Para perito e delegado, na segunda categoria, R$ 22.265,68 este ano, R$ 23.710,07 em 2018 e R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 25.897,24 em 2017, R$ 27.105,60 em 2018 e R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 28.720,24 este ano, R$ 30.062,70 em 2018 e R$ 31.394,91 em 2019.

Carência de servidores na PF


Mesmo com a perspectiva de novos concursos para o preenchimento de 1.758 vagas, a carência de pessoal da PF é considerada muito maior. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado em 31 de agosto, em Brasília, a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores nos próximos anos em decorrência de 400 aposentadorias previstas.

Prepare-se para o concurso da Polícia Federal

Videoaulas para Polícia FederalProvas Anteriores da Polícia Federal

O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.

De acordo com o sindicalista, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. "As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade".             

Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.

Delegado

Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que a PF tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.

A Polícia Federal, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.

Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até aposse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje,ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar ater o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.

Administrativos

Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações,mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.

Autonomia

O sindicalista ressalta, ainda, que a Polícia Federal conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia".

Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja,exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.

Últimos concursos da Polícia Federal

Com relação aos novos concursos previstos, para agente o último concurso ocorreu em 2014, quando foram registrados 98.101 inscritos para a oferta de 600 vagas. Para escrivão, a última seleção ocorreu em 2012, com 83.619 inscritos para 350 vagas. Para perito e delegado, os últimos certames ocorreram em 2012, com 35.800 inscritos para a oferta de 100 vagas de perito e 46.633 participantes para 150 postos de delegado.Para todos os cargos, a organizadora foi o Cespe/UnB.

Para perito, o concurso da Polícia Federal contou com provas objetivas e discursiva, testes de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica e análise de títulos. A parte objetiva teve 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Os aprovados em todas as fases foram submetidos a um curso de formação profissional.

No caso de delegado, o Cespe/UnB formulou provas objetiva e discursiva, exames de aptidão física, exame médico,avaliação psicológica, análise de títulos e prova oral, além do curso deformação. A parte objetiva contou com 120 questões e a discursiva, com três questões dissertativas e elaboração de peça profissional.
Para perito, as opções foram para áreas de ciências contábeis ou econômicas, engenharia em diversas especialidades, ciências da computação, geologia, química, biomedicina, medicina, odontologia e farmácia.

5 dicas de processo penal para delegado da PF

1. Estude,desde já, para a prova oral. O concurso conta com prova objetiva, prova discursiva e prova oral. É certo que a prova oral é a última delas,porém, para que você esteja bem preparado para uma prova oral, é necessário controle total da matéria. Logo, foque no controle total, lá na prova oral mesmo. Prepare o material, fale sozinho pela casa, ensine tudo sobre tentativa para seu cachorro. Vá por mim: além de estar mirando acima da maçã, você ainda estará fazendo uso de um dos melhores métodos de estudo. 
2. A prova da PF provavelmente será feita pelo Cespe, que merece muitos elogios, pois monta as questões com base nas atribuições do cargo a ser provido – quem dera todas as bancas fizessem assim! Considerando que estamos falando de prova para delegado da Polícia Federal, é óbvio que vão despencar questões sobre inquérito policial, visto que a vida do delegado é tocar inquérito para frente. Para você ter uma ideia, no último concurso para delegado da PF, das 26 questões de processo penal, 15 eram sobre inquérito policial. Essas você não pode errar!
3. Ainda com relação às atribuições do cargo, cuidado com o tema “provas”, principalmente a interceptação telefônica, um meio de prova que é recorrente em concursos públicos
4. A Operação Lava Jato está na mídia há um bom tempo e uma de suas características mais marcantes é a presença de acordos de delação premiada. Estude este tema!
5. Existem duas “polícias” essencialmente judiciárias no Brasil: Polícia Federal e Polícia Civil. Você sabe que as atribuições da Polícia Civil (estadual)são residuais, mas gigantescas, enquanto as atribuições da Polícia Federal são especiais e bem menores. Isto segue o padrão de todos os órgãos que têm paralelos na seara estadual e federal. Tal padrão se reflete no concurso de um modo muito simples: nas provas de órgãos federais, sempre caem questões sobre suas atribuições/competências. No último concurso, foram quatro questões que tangenciaram este tema.
Rodrigo Sengik, professor de processo penal no AlfaCon Concursos Públicos

Pesquise material preparatório para o concurso Polícia Federal (PF)

Atualizado: 14/08/2017 - 09:27

Será que vale a pena prestar esse concurso?

A dúvida é bastante comum entre os concurseiros, já que são muitos os fatores em jogo, como atribuições, perfil da vaga, localidade, entre outras questões abordadas nesta matéria especial. Confira!

Especial

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Prestar um concurso sempre foi uma ótima alternativa para ingressar no mercado de trabalho, já que a carreira em órgãos públicos é mais estável comparada com a iniciativa privada e geralmente oferece boa remuneração. Mesmo assim, é grande a quantidade de concurseiros que ficam receosos na hora de efetuar a inscrição e se questionam: vale a pena prestar esse concurso? Afinal, o candidato precisa avaliar se tem o perfil da vaga, facilidade com as atribuições do cargo e ou se demandará mudança de cidade ou Estado. Pensando nisso, o JC Concursos conversou sobre o tema com professor especialista na área e também um concurseiro para ajudar você a esclarecer esses eternos dilemas na vida dos candidatos. Confira!

Antes de fazer a inscrição, Thállius Moraes, professor e coordenador no AlfaCon Concursos Públicos e Oficial de Justiça Federal, explica que o candidato deve avaliar vários fatores. “Primeiramente, deve ser escolhida uma área que se enquadre nos objetivos traçados, lembrando que se trata de um trabalho e que boa parte da vida será no desempenho do mesmo. Outros pontos como a remuneração e o local de trabalho (se é perto ou longe da família), por exemplo, também são bastante importantes na hora de se fazer o planejamento”.

Ás vezes um concurso é bem remunerado e com boas condições de trabalho, mas a localidade é muito distante. Talvez não seja tão atrativo a longo prazo quanto outro certame que possua um salário menor, porém, fica no local onde o candidato pretende morar. Vale lembrar que esta questão varia muito de cada pessoa. “A dica é manter a mente aberta, pois muitas vezes queremos apenas ficar próximos de casa, mas temos muitos lugares maravilhosos para conhecer e talvez a ‘cidade da vida’ da pessoa ainda esteja para ser descoberta”, incentiva Moraes.

Perfil

Quando perguntado sobre um candidato que pretende concorrer a uma vaga fora do seu perfil profissional, Thállius, responde que em alguns casos, o concurso servirá como um mero treinamento para outra seleção que é realmente almejada. Já em outras situações, se o certame for de um setor que foge muito da área pretendida, essa finalidade fica perdida e a tentativa poderá frustrar o candidato. Um exemplo seria o concurseiro que tem por objetivo uma carreira policial, que é bem específica, ser aprovado em outra área. Nesse caso, a ocupação de um cargo administrativo poderia gerar um servidor insatisfeito e infeliz. “Muitos que buscam apenas um trabalho bem remunerado e estável, sem querer um envolvimento muito grande com o cargo, terminam por se frustrar em algumas atividades de caráter mais intenso, com um contato direto com o público (muitas vezes de maneira não agradável) como nas funções de policial, fiscais em geral ou oficiais de justiça”, explica.

Muitas pessoas se inscrevem em seletivas fora do perfil, mas pensando em passos maiores, conhecidos como “concurso trampolim” ou “concurso escada”. Desta forma, podem complementar os estudos e treinar para outro certame. Este é o caso de Sidnei de Oliveira, morador de Indaiatuba, no interior paulista, que prestou o concurso para o cargo de escrevente do Tribunal de Justiça de São Paulo no último mês de julho. “Fiz a prova por causa das questões sobre direito. Sou estudante da área jurídica e queria testar meus conhecimentos, pois acredito que poderá ajudar para outras vagas”, comenta.

Thállius explica que “os concursos usados como escada fazem parte da vida de pessoas que almejam um cargo cuja preparação demanda um prazo maior, mas enquanto isso precisam de algo para se manter. O ponto positivo é que ao ter uma renda, a pressão no estudo fica um pouco mais aliviada. O ponto negativo é justamente o perigo de se acomodar com essa renda e deixar de batalhar por um cargo mais atrativo, além, é claro, da diminuição do tempo disponível para estudar”. Outra orientação é ficar atento aos postos públicos que pagam pouco e exigem muito no trabalho, a chance de ficar preso em uma situação assim poderá colocar em risco o objetivo final.

Ter familiaridade com a função deve ser levada em consideração? Não necessariamente, explica Moraes. “Varia muito de acordo com a área pretendida. Caso a busca seja por uma atribuição mais tranquila e com boa remuneração, os cargos de natureza administrativa são os mais procurados. Mesmo que sejam em órgãos distintos, as atribuições são semelhantes. Contudo, em algumas áreas que possuem atribuições especiais, são também muito buscadas pelos candidatos, que objetivam a remuneração como algo secundário, pois o real desejo é por determinado cargo em particular”.

Pouco tempo

Candidatos com pouco tempo para estudar devem direcionar a preparação de maneira produtiva. “Fazer questões anteriores, simulados e resumos são algumas das ferramentas que irão auxiliar nessa preparação. Com o tempo mais escasso, deve-se priorizar sempre as matérias mais cobradas e os pontos mais importantes, mas essa estratégia também varia um pouco de acordo com a banca e o cargo desejado”, afirma Thállius.

Sidnei acrescenta que sua conduta é sempre a mesma, independente do concurso. “Preciso focar minha atenção na prova e estudar o que for preciso. Posso não ter interesse no cargo, mas se relaxar, não será proveitoso. Se não levar a sério, corro o risco de apenas perder tempo e dinheiro”, diz.

Outro ponto a ser observado é sobre dificuldade com uma ou mais disciplinas do conteúdo programático, fato que geralmente desanima o candidato. Um bom planejamento pode ajudar a encarar esse desafio, contudo, vale ressaltar que raramente alguém tem sintonia com todas as matérias do edital, afinal, é comum uns sentirem mais dificuldades em língua portuguesa, outros em matemática, alguns em determinadas matérias de direito e assim por diante. “A dica é pensar na disciplina como um simples meio para se alcançar um fim. Não precisa gostar, basta apenas aprender a responder a questão”, orienta Moraes. Muitas vezes o bloqueio com determinado tema é criado pelo próprio candidato. “Pensar de forma positiva, esforçar-se mais e manter-se sempre estudando, mesmo que em alguns momentos o resultado pareça não chegar, é fundamental”, complementa o professor do AlfaCon Concursos.

Vale a pena?

Para o indaiatubano Sidnei, de 27 anos, conhecer o cargo e suas atribuições pode incentivar, mas independentemente dessa identificação, o que muitas vezes faz a diferença é o aprendizado. “Acredito que vale muito a pena tentar! Sinto que saio mais fortalecido a cada concurso que tento a sorte. Na dúvida, sempre opto por fazer a prova. Como meu objetivo é maior, acho que é interessante pela preparação. Isso é muito válido”, conta.  

Ainda sobre motivação, Thállius dá a dica. “O estudo é na maior parte do tempo frustrante, cansativo e solitário, por isso tantos desistem no meio do caminho. O importante é aprender com os erros, ter em mente que desistir não é uma opção e manter sempre uma postura positiva. Pode demorar um pouco, pode ser difícil e exaustivo, mas aqueles que não desistem conseguem chegar lá”, finaliza.

Atualizado: 04/07/2017 - 09:37

Prefeitura de Fonte Boa/AM inscreve para 330 vagas

Oportunidades no processo seletivo da Prefeitura Municipal de Fonte Boa são para os cargos de auxiliar de serviços gerais, monitor, professor, auxiliar administrativo, guarda municipal, entre outros

Todos os níveis

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Foram publicados três editais do processo seletivo simplificado da Prefeitura Municipal de Fonte Boa, localizada no Estado do Amazonas. Ao todo, serão preenchidas 330 vagas temporárias de todos os níveis de escolaridade, sendo 18 reservadas às pessoas com deficiência. 
A seleção visa atender as necessidades das Secretarias de Educação, Saúde, Administração, Obras e Transportes, Limpeza Pública, Integração Rural, Produção e Abastecimento, Planejamento, Cultura, Assistência Social, e demais setores da administração direta e indireta, no ano de 2017.
As inscrições presenciais serão aceitas entre os dias 10 e 14 de julho, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h, na Associação dos Pescadores do Município de Fonte Boa, situada na Rua Açaí, nº 17, Bairro Mãe Creuza.
Todos os inscritos no processo seletivo serão avaliados por meio de currículos e títulos. As análises e julgamentos ocorrerão no período de 17 a 28 de julho. 

Ofertas na Prefeitura de Fonte Boa


Para ensino fundamental, as chances são para as funções de merendeira (1 vaga), auxiliar de serviços gerais (49), mecânico geral (1), motorista de máquina pesada (1), vigia (8), servente (3) e gari (10). 
Aqueles que têm o ensino médio estão aptos às carreiras de professor nível I (120), monitor (1), pedreiro (2), agente comunitário de saúde (21), orientador (1), motorista de automóvel (3), microscopista (1), auxiliar administrativo (23), guarda municipal (6), técnico administrativo (2), técnico em nutrição (4), técnico em enfermagem (18), técnico em análises clínicas (5), técnico em radiologia (3), técnico em hemoterapia (1), técnico agrícola (2) e técnico em psicultura (2).
Nível superior é requisito para os cargos de pedagogo (1), nutricionista (3), médico cirurgião (2), médico clínico geral (4), médico ultrassonografista (2), enfermeiro (12), fonoaudiólogo (1), fisioterapeuta (3), assistente social (1), bioquímico/farmacêutico (2), odontólogo (2), médico veterinário (1), psicólogo (2), assistente social (2), educador físico (1), analista de sistemas (1), engenheiro florestal (1) e engenheiro de pesca (1). 
Os salários iniciais oferecidos pela Prefeitura de Fonte Boa partem de R$ 937 e chegam a R$ 15.000.

Atualizado: 26/06/2017 - 11:16

Nova Olinda do Norte/AM inscreve para 334 ofertas

Vagas no processo seletivo da Prefeitura Municipal de Nova Olinda do Norte são para os cargos de auxiliar de serviços gerais, vigia e agente administrativo. A participação deverá ser garantida até o dia 30 de junho

Níveis fundamental e médio

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Entra em vigor nesta segunda-feira (26) o prazo de inscrição do processo seletivo simplificado da Prefeitura Municipal de Nova Olinda do Norte, localizada no Estado do Amazonas. A seleção visa o provimento de 334 vagas temporárias, em substituição de ausência e outros afastamentos de profissionais de licença médica, licença para interesse particular e afastamento para ocupar cargos públicos.
Haverá, ainda, formação de cadastro reserva para futuras oportunidades. A lotação ocorrerá nas secretarias de administração, assistência social, cultura, trânsito, produção, Sisanon, meio ambiente, saúde e educação. 

Vagas da Prefeitura de Nova Olinda do Norte


Do total de ofertas, 203 são reservadas a profissionais que possuem o ensino fundamental incompleto e estão distribuídas entre as funções de auxiliar de serviços gerais (84 vagas) e vigia (119). O salário inicial é de R$ 937.
As outras 131 chances são para o cargo de agente administrativo, que requer certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de nível médio fornecido por instituição de ensino credenciada pelo Ministério da Educação (MEC). O vencimento é de R$ 937.

Processo seletivo da Prefeitura de Nova Olinda do Norte


As inscrições presenciais serão aceitas até o dia 30 de junho, no horário das 8h30 às 12h e das 14h30 às 17h, na Escola Municipal Lami da Silva Vinhote, situada na Rua Passagem Parnaíba, Esquina Levindo Carneiro, nº 964. Não serão cobradas taxas de participação. 
No ato da inscrição o candidato deverá estar munido de original e duas cópias dos seguintes documentos comprobatórios: currículo; comprovante de escolaridade mínima para o cargo pretendido; declaração ou comprovante de experiência profissional; documentos para pontuação de títulos; carteira de identidade; CPF; duas fotos 3x4 recentes; declaração de disponibilidade; e certificado de quitação de obrigações militares.
Os candidatos inscritos no processo seletivo da Prefeitura de Nova Olinda do Norte serão avaliados por meio de prova de redação, exclusiva para a função de nível médio, e análise de currículo, para todos os empregos. 
A redação será aplicada no ato da inscrição com tema sorteado para cada candidato entre assuntos da atualidade. Ela deverá conter no mínimo 15 linhas com tempo máximo de 30 minutos.

Atribuições dos cargos da Prefeitura de Nova Olinda do Norte


Agente administrativo - executar atividades administrativas de pessoal, material, finanças, produção e prestação de serviços, classificando e conferindo documentos. Realizar levantamentos, análises de dados para pareceres e informações em processos e outros atos relacionados com as atividades administrativas da Prefeitura. Conferir valores e documentos efetuando anotações, cálculos e registros de acordo com as rotinas e procedimentos próprios de sua área de atuação. Participar na elaboração da proposta orçamentária da unidade. Redigir correspondência interna e externa. Atender o público, prestando informações relativas à sua área de atuação. Executar outras atividades correlatas que lhe forem atribuídas.
Auxiliar de serviços gerais - limpar e arrumar as dependências e instalações do estabelecimento, a fim de mantê-lo em condições de asseio requeridas. Recolher o lixo da unidade em que serve, acondicionando detritos e depositando-os de acordo com as determinações definidas. Percorrer as dependências do estabelecimento, abrindo e fechando janelas, portas e portões, bem como ligando e desligando pontos de iluminação, máquinas e aparelhos. Preparar e servir café e chá à chefia, visitantes e servidores do setor. Lavar copos, xícaras e cafeteiras, coadores e demais utensílios de cozinha. Verificar a existência de material de limpeza e alimentação e outros itens relacionados com seu trabalho, comunicando ao superior imediato a necessidade de reposição, quando for o caso. Manter arrumado o material sob sua guarda. Comunicar ao superior imediato qualquer irregularidade verificada, bem como a necessidade de consertos e reparos nas dependências, móveis e utensílios que lhe cabe manter limpos com boa aparência. Cumprir e faz cumprir o regulamento, o regimento, instruções, ordens e rotinas de serviço da Prefeitura de Nova Olinda do Norte.
Vigia - vigiar dependências e áreas públicas da unidade em que estiver lotado com finalidade de prevenir e combater delitos. Zelar pela segurança das pessoas, do patrimônio e pelo cumprimento. Executar outras atribuições afins.

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