Publicado: 09/04/2018 - 12:14 | Atualizado: 30/05/2018 - 12:53

Concurso PC/MS: publicada autorização para 170 vagas

Nova seleção foi autorizada pelo governador Reinaldo Azambuja, para os cargos de perito, papiloscopista, legista e agente. Edital em maio

Níveis médio e superior

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Foi confirmada, por meio de publicação em diário oficial, nesta segunda-feira, 9 de abril, a autorização do governador  Reinaldo Azambuja  para a realização do novo concurso público da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC/MS). A seleção já havia sido anunciada na última sexta, dia 6, quando o governador assinou a autorização públicada nesta segunda, durante evento oficial, na governadoria, no qual também foi assinada a alteração na lei orgânica da corporação, referente a promoções nas carreiras.  Ao todo serão oferecidas 170 vagas, sendo 90 para cargos com exigência de ensino médio e 80 para nível superior, com remunerações iniciais de até R$ 9 mil. A expectativa é de que a publicação do edital ocorra em maio.


As oportunidades de ensino médio são para os cargos de papiloscopista e agente de polícia científica, respectivamente, com 40 e 50 vagas. No caso de nível superior serão 40 postos de médico legista e 40 de perito criminal.


De acordo com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, os novos profissionais deverão suprir, principalmente, as necessidades do interior do estado. “ O concurso vai contemplar importantes cidades do interior e atender um anseio de toda a Polícia Civil “, disse.


Com as mudanças na lei orgânica, os critérios de promoção, que constavam de pelo menos dois anos na classe e fazer cursos necessários, tendo disponibilidade de vagas, passaram a exigir cinco anos de classe, fazer cursos e, com isto, ser promovido automaticamente.

Seleção Anterior
O último concurso para Polícia Civil do estado ocorreu em 2017, quando foram oferecidas 210 vagas, sendo 100 para o cargo de investigador, 80 para escrivão e 30 para delegado.

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Atualizado: 28/05/2018 - 11:15

Concurso PRF: diretor diz que edital sai neste semestre

Já foi confirmado que será liberada autorização para 500 oportunidades, mas diretor-geral da corporação afirmou que pretende convocar até 3.000 aprovados ao longo da validade do concurso

Inicial de R$ 9,9 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Quem pretende participar do novo concurso público que será realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) deve ficar atento. Acontece que o diretor-geral da corporação, Renato Borges Dias, reforçou, na última semana, em resposta a um internauta, em uma rede social, que o órgão pretende dar início ao certame ainda no primeiro semestre. “O concurso sairá neste semestre. Pode continuar estudando. Boa Sorte”, disse. Neste sentido, vale lembrar que a PRF já conta com uma minuta do edital pronta, que vem sendo elaborada desde o final de 2016, com o objetivo de permitir que o concurso possa ser iniciado imediatamente após a publicação oficial da autorização do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), que pode ocorrer a qualquer momento.


A última movimentação interna do processo, no MPDG, ocorreu em 21 de maio, quando teve seu nível de acesso alterado de geral para público, na Divisão de Concursos Públicos.


De acordo com o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, a seleção contará com uma oferta de 500 vagas, mas esse número pode aumentar, uma vez que o diretor-geral da PRF reforçou, recentemente, que o órgão precisa de 3.000 novos servidores, que podem ser convocados pelo aproveitamento de remanescentes do novo certame. O motivo é que, somente em 2018, aproximadamente 2.000 servidores deverão se aposentar.

 

APOSTILA CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL

CURSO CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL 

O diretor-geral da PRF já havia confirmado, no início do março, por meio de resposta a questionamentos em sua conta em uma rede social, que o edital da nova seleção deve ser publicado ainda neste semestre, ou seja, até julho. Para isto, o órgão aguarda apenas a formalização, por meio de publicação em diário oficial, da autorização do MPDG.

APOSTILA CONCURSO PRF 2018 - POLICIAL RODOVIÁRIO

A liberação para o novo concurso da PRF está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por Medida Provisória em 27 de fevereiro. No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os Estados.

Jungmann responderá pelo comando da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal (que também teve concurso autorizado para 500 vagas), Força Nacional e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculados ao Ministério da Justiça.

 

Avanços no Ministério do Planejamento e falta de pessoal

 

O próprio diretor-geral da PRF, em declaração à imprensa, em dezembro, confirmou que a corporação pode entrar em colapso caso o concurso não seja realizado no decorrer de 2018. Segundo ele, a carência de pessoal, que atualmente é de 2.800 policiais, deve chegar a 4.800 até o final de 2018, e decorrência de aposentadorias, o que reforça a necessidade de nova seleção para recompor o efetivo, o quanto antes. Ele ressalta que estão previstas 2.053 aposentadorias no decorrer do ano.

Além de prejudicar as atividades operacionais, a falta de pessoal deve acarretar o fechamento de 124 postos no país, caso o concurso não seja realizado, prejudicando aproximadamente 400 municípios, com a suspensão de policiamento em 18 mil quilômetros de rodovias.

 

De acordo com a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais ( FenaPRF) o órgão tem pretensão de formar quatro novas turmas ainda em 2018. A PRF argumentou em seu pedido que nos últimos quatro anos uma grande quantidade de servidores se aposentou o que deixou uma lacuna de quase 3.000 postos e que isso tem prejudicado a segurança nas rodovias.

No mesmo memorando encaminhado ao Planejamento, foi sugerido que seja autorizado um concurso público sempre que o número de postos vagos exceder a 5% dos respectivos cargos ou com menor número, de acordo com a necessidade e critério do Ministério da Justiça.

 

Sobre o cargo de policial da PRF

Para concorrer ao cargo de policia rodoviário é necessário possuir curso de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A jornada de trabalho dos servidores é de 40 horas semanais.

Vale lembrar que, em decorrência da lei 13.371, sancionada pelo presidente Michel Temer em 2016, a partir de janeiro, a remuneração inicial da categoria passou a ser de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458.

Além disso, ainda de acordo com a lei, os servidores contarão com mais um reajuste, em janeiro de 2019, quando o salário passará a ser de R$ 10.357,88, também com o benefício.

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Vagas na Polícia Rodoviária Federal

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Atribuições do policial rodoviário

 

Cabe ao servidor da área desenvolver atividades de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

 

Último concurso da PRF

 

O último concurso da PRF para o cargo de policial rodoviário ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, teste de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.

A parte objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direitos humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.

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Atualizado: 23/05/2018 - 15:36

PF define organizadora de concurso para 500 vagas

Novo concurso da PF (Polícia Federal) terá oportunidades para agente, perito criminal, escrivão e papiloscopista

Até R$ 22,1 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves e Camila Diodato

Boa notícia para quem aguarda o edital do novo concurso público da Polícia Federal (PF) que terá 500 vagas. O departamento de comunicação da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) confirmou que o órgão já definiu a banca organizadora, sendo escolhida o Cebraspe, antigo Cespe/UnB. 

A Fenapef ainda informou que a previsão é de que o edital do processo seletivo seletivo seja publicado até julho. Agora, o próximo passo deve ser a assinatura do contrato de prestação de serviços com a organizadora.

Autorizado em 20 de abril, conforme publicação no Diário Oficial da União, o concurso da PF contemplará 150 oportunidades para o cargo de delegado, 60 para perito criminal, 80 para escrivão, 30 para papiloscopista e 180 para agente.

CURSO CONCURSO POLÍCIA FEDERAL 2018 - AGENTE
CURSO CONCURSO POLÍCIA FEDERAL 2018 - DELEGADO
CURSO CONCURSO POLÍCIA FEDERAL 2018 - PERITO
CURSO CONCURSO POLÍCIA FEDERAL 2018 - ESCRIVÃO

Vale lembrar que, de acordo com o decreto presidencial 8.326, de 2014, a PF pode iniciar novo concurso para seus quadros sempre que constatada uma defasagem de pelo menos 5% dos servidores, sem necessidade de autorização prévia do MPDG para realizar o certame. Ainda assim o órgão precisa de confirmação do Planejamento de que dispõe de verbas para as contratações.                     

 


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Para concorrer aos cargos de agente, papiloscopista e escrivão basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação. Para perito, nível superior em áreas específicas, e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. Para todos os cargos, os aprovados também deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.

Normalmente, a lotação do concurso da PF é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades.

APOSTILAS CONCURSO PF 2018 - DELEGADO / ESCRIVÃO

A aplicação das provas da PF costuma ser feita em todas as capitais, exceto o exame oral, que ocorre somente em Brasília. 

Para os cargos de agente, papiloscopista e escrivão, a remuneração atual é de R$ 12.441, 26, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, as duas categorias contarão com reajuste em janeiro de 2019, subindo para R$ 12.980,50.

Para perito e delegado, o inicial atualmente é de R$ 23.130,48, mas contará com reajuste em janeiro de 2019, quando passará para R$ 24.150,74.

Para todos os cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

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Progressão na PF

Para os agentes, papiloscopistas e escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, são de R$ 12.940,69 em 2018, indo para R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 15.067,83 em 2018, indo para R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 18.306,60 em 2018, mudando para R$ 19.109,79 em 2019.

Para perito e delegado, na segunda categoria, R$ 23.710,07 em 2018, indo para R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 27.105,60 em 2018, indo para  R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 30.062,70 em 2018, indo para  R$ 31.394,91 em 2019.

 

Mudanças na carreira

Além da possibilidade de reestruturação na carreira, já  tramita, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal, a proposta de emenda à constituição 73/2013, que prevê a união das atividades dos cargos de perito, escrivão, papiloscopista e delegado dentro de uma nova carreira, chamada de servidor policial federal. De acordo com a proposta, caso aprovada, os candidatos passarão a prestar concurso público unificado e seriam lotados nas unidades da PF de acordo com suas habilidades e áreas de formação. 

O texto prevê a possibilidade de crescimento dentro da carreira unificada, por meio de promoção e progressão funcional, a serem estabelecidas por lei.

De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), relator da matéria, a carreira única é a forma em que estão estruturadas as instituições policiais de referência no mundo, como o Federal Bureau of Investigation (FBI) e a própria Polícia Rodoviária Federal (PRF). Caso aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta já poderá ser encaminhada para votação em plenário, em dois turnos.

 

Carência de servidores na PF


Mesmo com a perspectiva de novos concursos, a carência de pessoal da PF é considerada muito grande que a perspectiva de vagas. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado em 2017, a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores nos próximos anos em decorrência de 400 aposentadorias previstas.  

Prepare-se para o concurso da Polícia Federal

O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.

De acordo com o sindicalista, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. "As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade".             

Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.

Delegado da Polícia Federal

Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que a PF tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.

A Polícia Federal, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.

Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até aposse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje,ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar ater o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.

Administrativos

Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações,mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.

Autonomia

O sindicalista ressalta, ainda, que a Polícia Federal conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia".

Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja,exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.

Últimos concursos da Polícia Federal

Com relação aos novos concursos previstos, para agente o último concurso ocorreu em 2014, quando foram registrados 98.101 inscritos para a oferta de 600 vagas. Para escrivão, a última seleção ocorreu em 2012, com 83.619 inscritos para 350 vagas. Para perito e delegado, os últimos certames ocorreram em 2012, com 35.800 inscritos para a oferta de 100 vagas de perito e 46.633 participantes para 150 postos de delegado.Para todos os cargos, a organizadora foi o Cespe/UnB.

 

Para perito, o concurso da Polícia Federal contou com provas objetivas e discursiva, testes de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica e análise de títulos. A parte objetiva teve 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Os aprovados em todas as fases foram submetidos a um curso de formação profissional.
No caso de delegado, o Cespe/UnB formulou provas objetiva e discursiva, exames de aptidão física, exame médico,avaliação psicológica, análise de títulos e prova oral, além do curso deformação. A parte objetiva contou com 120 questões e a discursiva, com três questões dissertativas e elaboração de peça profissional.
Para perito, as opções foram para áreas de ciências contábeis ou econômicas, engenharia em diversas especialidades, ciências da computação, geologia, química, biomedicina, medicina, odontologia e farmácia.  

5 dicas de processo penal para delegado da PF

1. Estude,desde já, para a prova oral. O concurso conta com prova objetiva, prova discursiva e prova oral. É certo que a prova oral é a última delas,porém, para que você esteja bem preparado para uma prova oral, é necessário controle total da matéria. Logo, foque no controle total, lá na prova oral mesmo. Prepare o material, fale sozinho pela casa, ensine tudo sobre tentativa para seu cachorro. Vá por mim: além de estar mirando acima da maçã, você ainda estará fazendo uso de um dos melhores métodos de estudo.    2. A prova da PF provavelmente será feita pelo Cespe, que merece muitos elogios, pois monta as questões com base nas atribuições do cargo a ser provido – quem dera todas as bancas fizessem assim! Considerando que estamos falando de prova para delegado da Polícia Federal, é óbvio que vão despencar questões sobre inquérito policial, visto que a vida do delegado é tocar inquérito para frente. Para você ter uma ideia, no último concurso para delegado da PF, das 26 questões de processo penal, 15 eram sobre inquérito policial. Essas você não pode errar!   3. Ainda com relação às atribuições do cargo, cuidado com o tema “provas”, principalmente a interceptação telefônica, um meio de prova que é recorrente em concursos públicos.    4. A Operação Lava Jato está na mídia há um bom tempo e uma de suas características mais marcantes é a presença de acordos de delação premiada. Estude este tema!   5. Existem duas “polícias” essencialmente judiciárias no Brasil: Polícia Federal e Polícia Civil. Você sabe que as atribuições da Polícia Civil (estadual)são residuais, mas gigantescas, enquanto as atribuições da Polícia Federal são especiais e bem menores. Isto segue o padrão de todos os órgãos que têm paralelos na seara estadual e federal. Tal padrão se reflete no concurso de um modo muito simples: nas provas de órgãos federais, sempre caem questões sobre suas atribuições/competências. No último concurso, foram quatro questões que tangenciaram este tema.   Rodrigo Sengik, professor de processo penal no AlfaCon Concursos Públicos

 

PREPARE-SE PARA O CONCURSO DA POLICIA FEDERAL 2018

Atualizado: 15/05/2018 - 13:40

PM e Bombeiros/MS inscrevem para concurso com 23 vagas

Com prazo para registro de candidaturas até 8 de junho, concurso preencherá postos nos quadros de oficiais da saúde da PM/MS e de oficiais especialistas do Corpo de Bombeiros/MS. Salários chegam a R$ 8,4 mil

Nível superior

Por JCConcursos - Samuel Peressin

O governo de Mato Grosso do Sul está com inscrições abertas para os dois editais do concurso que vai preencher 23 vagas de nível superior nos quadros de oficiais da Polícia Militar (PM/MS) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM/MS).

 

Destinadas à área da saúde, as chances na PM/MS são para veterinário - clínica médica ou cirúrgica de equinos (1 posto), veterinário - clínica médica ou cirúrgica de pequenos animais (1), dentista - endodontia (1), dentista - dentística (1) e médico nas seguintes especialidades: ortopedista e traumatologista (1), psiquiatra (1), ginecologista e obstetra (1), cardiologista (1), clínica médica (1), oftalmologista (1) e urologista (1). 

 

No caso do Corpo de Bombeiros/MS, há ofertas para oficiais especialistas com formação em arquitetura e urbanismo (1), serviço social (1), direito (2), educação física (1), engenharia ambiental (1), engenharia civil (1), engenharia mecânica (1), comunicação social - jornalismo (1), pedagogia (1) e análise de sistemas/ciências da computação/engenharia da computação (2).

 

Além da escolaridade exigida, os candidatos devem possuir idade entre 18 e 34 anos (na data de encerramento das inscrições) e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria "B" ou superior.

 

Os aprovados serão matriculados como aluno oficial e terão remuneração inicial de R$ 7.795,89. Após a formatura, já como segundo tenente, o salário passará para R$ 8.414,72.

 

Será possível se inscrever no concurso da PM/MS e do Corpo de Bombeiros/MS até as 16h de 8 de junho, por meio do site http://fundacaofapems.org.br/. O valor da taxa é de R$ 205,36.

 

Etapas do concurso da PM e dos Bombeiros de Mato Grosso do Sul

 

Válida pela primeira das cincos fases da seleção, a prova objetiva será aplicada em datas distintas: 12 de agosto para quem concorre aos postos na PM/MS e 2 de setembro para os inscritos aos cargos no Corpo de Bombeiros.

 

Com 100 questões de múltipla escolha, o teste objetivo abordará língua portuguesa e legislação para todas as vagas; raciocínio lógico e conhecimentos específicos para especialistas dos Bombeiros; e conhecimentos das formações generalista e específica para oficiais da área da saúde. 

 

As demais etapas incluem: análise de títulos, avaliação psicotécnica, exames de saúde e de capacidade física e investigação social. Todas as atividades ocorrerão na capital.

 

O concurso da PM e do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul terá validade de dois anos, prorrogável por mais dois, a critério das corporações, conforme estabelecem os editais.

 

Concurso PM e Bombeiros/MS: conteúdo programático parcial

 

Língua portuguesa - Compreensão e interpretação de textos verbais, não verbais e mistos; gêneros e tipologias textuais. 2. Coerência Textual. 3. Semântica. 4. Ortografia. 5. Reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais, processos de formação de palavras, mecanismos de flexão dos nomes e verbos. 6. Sintaxe (frase, oração e período, termos da oração, processos de coordenação e subordinação, concordância nominal e verbal, transitividade e regência de nomes e verbos, padrões gerais de colocação pronominal, mecanismos de coesão textual, substituição, deslocamento, paralelismo, pontuação). 7. Crase. 8. Figuras e vícios de Linguagem. 9. Diversas modalidades do uso da língua adequadas às várias situações de comunicação (variação linguística).

 

Legislação (quadro de oficiais da PM) - 1. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (Artigos 1º ao 5º, 37, 42, 124, 125 e 144); 2. Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul de 1989 (Artigos 39, 40, 41, 46, 47, 48, 49 e 119); 3. Estatuto dos Policiais Militares de Mato Grosso do Sul – Lei Complementar n° 053, de 30 de agosto de 1990, e suas alterações (Artigos 1º ao 6º, 8º, 9º, 11 a 14, 15 “caput”, parágrafos 1º ao 6º, 16 a 19, 25 a 46, 47 “caput” e incisos I a XXVII, 48, 49, 58 a 61, 70 a 75, 82 a 91, 94, 95, 113 a 115, 122, 123, 128 a 135); 4. Decreto Estadual nº 1.260 de 2 de outubro de 1981 (Regulamento Disciplinar da PMMS) e suas alterações.

 

Legislação (quadro de oficiais dos Bombeiros) - 1. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (Artigos 1º ao 5º, 37, 42, 124, 125 e 144); 2. Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul de 1989 (Artigos 39, 40, 41, 48, 49, 50, 51 e 119). 3. Estatuto dos Policiais Militares de Mato Grosso do Sul - Lei Complementar n° 053, de 30 de agosto de 1990, e suas alterações. 4. Sistema remuneratório dos servidores públicos integrantes das carreiras Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar - Lei Complementar nº 127 de 15 de maio de 2008 e alterações. 5. Organização Básica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso do Sul (CBMMS) - Lei Complementar nº. 188, de 3 de abril de 2014 e alterações. 6. Decreto Estadual nº 1.260 de 2 de outubro de 1981 (Regulamento Disciplinar da PMMS) e suas alterações.

Atualizado: 13/04/2018 - 09:33

PM e Bombeiros/MS abrem concursos com 614 vagas

As chances nos concursos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul são para candidatos de níveis médio e superior. As remunerações iniciais chegam a R$ 7 mil

Para soldado e oficial

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

No Estado do Mato Grosso do Sul, a Polícia Militar (PM/MS) e o Corpo de Bombeiros abriram nesta sexta-feira (13) as inscrições dos quatro editais de concurso público que, juntos, somam 614 vagas. Do total de ofertas, 536 são reservadas aos homens e 78 às mulheres.

 

A Polícia Militar/MS conta com 438 vagas, sendo 50 destinadas ao curso de formação de oficiais e 388 para o curso de formação de soldados. Já os Bombeiros/MS reúnem 176 ofertas, sendo 153 reservadas ao curso de formação de soldados e 23 para o curso de formação de oficiais.

 

Interessados em concorrer a uma das vagas de soldado devem possuir ensino médio completo, enquanto que o posto de oficial requer nível superior em direito. Ambas as funções ainda exigem carteira de habilitação na categoria “B”, idade entre 18 e 30 anos e altura mínima de 1,60m para as mulheres e 1,65m para os homens.

APOSTILA CONCURSO PM/MS 2018 - SOLDADOS E OFICIAIS

A remuneração inicial oferecida pela PM e Bombeiros/MS é de R$ 3.352,53 para o cargo de soldado e R$ 7.089,13 para aspirante-à-oficial.

 

 

Como participar do concurso da PM e Bombeiros/MS 2018

 

 

As inscrições serão recebidas até as 16h do dia 25 de junho. A ficha cadastral está disponível no endereço eletrônico da Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura de Mato Grosso do Sul - Fapems (www.fapems.org.br).

 

Será cobrada uma taxa de participação do concurso da PM e Bombeiros/MS, nos valores de R$ 127,60 para soldado e R$ 204,16 para oficiais. O pagamento do boleto bancário deverá ser efetuado até a data limite do prazo, observado o horário de funcionamento do banco.

 

 

Provas do concurso da PM e Bombeiros/MS 2018

 

 

A primeira etapa a ser disputada pelos candidatos será a prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório. Ela será composta questões de múltipla escolha que versarão sobre as disciplinas de língua portuguesa, matemática, raciocínio lógico, conhecimentos gerais, noções de informática, direito penal, direito processual penal, direito constitucional, direito administrativo, direitos humanos, direito penal militar, direito processual penal militar, direito civil, medicina legal e/ou legislação específica.

 

A avaliação será realizada no município de Campo Grande/MS em data, horário e locais a serem divulgados por edital específico, a ser publicado no site da Fapems em momento oportuno.

APOSTILAS CONCURSO PM/MS 2018 - SOLDADO E OFICIAL

O concurso da PM e Bombeiros/MS 2018 ainda constará das seguintes fases, todas eliminatórias: exame de aptidão mental (avaliação psicotécnica); exame de saúde; exame de capacidade física; e investigação social. 

Atualizado: 11/04/2018 - 15:39

Campo Grande/MS: autorizado concurso para guardas

Oferta ainda não foi confirmada, mas expectativa é de pelo menos 313 vagas, em decorrência de acordo com o Ministério Público. Iniciais de R$ 2,3 mil

Ensino médio

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

O prefeito de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Marcos Marcello Trad, autorizou, por meio de publicação em diário oficial, na última terça-feira, 10 de abril, a realização de um novo concurso público para o cargo de guarda municipal terceira classe. Porém, o quantitativo de vagas não foi especificado, o que deve ser confirmado em breve pela administração municipal. De qualquer forma, a expectativa é de que o edital de abertura de inscrições possa ser publicado ainda no decorrer do primeiro semestre ou, no mais tardar, no início do segundo. Para concorrer ao cargo é necessário possuir ensino médio, com remuneração de R$ 2.370, incluindo salário base de R$ 1.580 e adicional de operações especiais de 50%.


Embora o número de vaga ainda não esteja confirmado, a expectativa é de que sejam oferecidas pelo menos 313 vagas, decorrentes de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público (MP/MS) em 2008 e até hoje pendente. De acordo com o TAC, a corporação deveria contar com, no mínimo, 1.488 servidores. Porém, o corpo de pessoal é de 1.175.

 


Seleção anterior
O último concurso para o cargo ocorreu em 2008, quando foram oferecidas 700 vagas para a carreira, sendo 70 para mulheres.


A seleção contou com provas objetivas, testes de aptidão física, avaliação psicológica, pesquisa social e curso de formação profissional.


A parte objetiva foi composta de 40 questões, versando sobre língua portuguesa e matemática, com 20 cada.


A organizadora foi a Fapec.   

 

Atualizado: 09/04/2018 - 12:14

Concurso PC/MS: publicada autorização para 170 vagas

Nova seleção foi autorizada pelo governador Reinaldo Azambuja, para os cargos de perito, papiloscopista, legista e agente. Edital em maio

Níveis médio e superior

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Foi confirmada, por meio de publicação em diário oficial, nesta segunda-feira, 9 de abril, a autorização do governador  Reinaldo Azambuja  para a realização do novo concurso público da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC/MS). A seleção já havia sido anunciada na última sexta, dia 6, quando o governador assinou a autorização públicada nesta segunda, durante evento oficial, na governadoria, no qual também foi assinada a alteração na lei orgânica da corporação, referente a promoções nas carreiras.  Ao todo serão oferecidas 170 vagas, sendo 90 para cargos com exigência de ensino médio e 80 para nível superior, com remunerações iniciais de até R$ 9 mil. A expectativa é de que a publicação do edital ocorra em maio.


As oportunidades de ensino médio são para os cargos de papiloscopista e agente de polícia científica, respectivamente, com 40 e 50 vagas. No caso de nível superior serão 40 postos de médico legista e 40 de perito criminal.


De acordo com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, os novos profissionais deverão suprir, principalmente, as necessidades do interior do estado. “ O concurso vai contemplar importantes cidades do interior e atender um anseio de toda a Polícia Civil “, disse.


Com as mudanças na lei orgânica, os critérios de promoção, que constavam de pelo menos dois anos na classe e fazer cursos necessários, tendo disponibilidade de vagas, passaram a exigir cinco anos de classe, fazer cursos e, com isto, ser promovido automaticamente.

 

Seleção Anterior
O último concurso para Polícia Civil do estado ocorreu em 2017, quando foram oferecidas 210 vagas, sendo 100 para o cargo de investigador, 80 para escrivão e 30 para delegado.

 

 

Atualizado: 08/03/2018 - 10:43

Depen: portaria abre caminho para novos concursos

Oportunidades do concurso do Departamento Penitenciário Nacional serão para os cargos de agente, técnico e especialista. Níveis médio, técnico e superior

Pedido de 1.580 vagas

Por JCConcursos - Camila Diodato

Boa notícia para quem pretende ingressar no Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Acontece que o secretário executivo interno do Ministério de Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos Cruz, divulgou, por meio de publicação em diário oficial, nesta quinta-feira, 8 de março, a portaria 4/2018, que delega competências ao diretor-geral do Depen, incluindo procedimentos necessários às atividades de recursos humanos, bem como “assinar documentos e baixar atos relativos a provimento e vacância de cargos efetivos, bem como à realização de concurso público para provimento do quadro de pessoal do Depen”. Com isto, o órgão passa a ter maior autonomia para a realização de seus certames.


Vale lembrar que o Depen conta com um pedido de novo concurso para o preenchimento de 1.580 vagas tramitando no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) desde 15 de fevereiro.


Do total de oportunidades do pedido, 1.440 são para o cargo de agente federal de execução penal. Neste caso, para concorrer é necessário possuir ensino médio e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial é de R$ 6.030, incluindo gratificação de desempenho e auxílio-alimentação de R$ 458. Para os servidores veteranos, a remuneração chega a R$ 10.202,50.


O pedido também inclui 36 vagas para o cargo de técnico federal de apoio à execução penal, que pede formação de nível médio ou médico técnico, com inicial de R$ 4.120,28.


Por fim, as 104 vagas restantes são para o cargo de especialista federal em assistência à execução penal, para quem possui formação de nível superior em áreas específicas. O inicial, neste caso, é de R$ 5.865,70.

 

Saiba mais sobre o cargo de agente


Conhecido anteriormente como agente penitenciário federal, a função de agente federal de execução penal teve sua nomenclatura alterada com a lei 13.327/2016. Quem ocupa o posto tem o dever de fazer o exercício das atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais e de internamento federais, integrantes da estrutura do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça e Cidadania, e das atividades de natureza técnica, administrativa e de apoio a elas relacionadas  

Último concurso do Depen

  Em 2014, o Departamento Penitenciário Nacional lançou edital com 258 vagas e cadastro reserva de pessoal. As oportunidades foram distribuídas entre as carreiras de agente, técnico e especialista.   A lotação ocorreu na sede (localizada em Brasília/DF) ou em uma das cinco penitenciárias federais situadas nas cidades de Brasília/DF, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR, Mossoró/RN e Porto Velho/RO.   Sob a organização do Cespe/UnB, a triagem constou de provas objetivas, testes discursivos, aptidão física, avaliação psicológica, exame médico e investigação social.   Os exames objetivos apresentaram 120 questões sobre conhecimentos básicos (língua portuguesa, atualidades, noções de ética no serviço público, noções de direitos humanos e participação social), complementares e específicos. Já os testes discursivos foram compostos por um texto dissertativo de até 30 linhas acerca de tema baseado em conhecimentos básicos de atualidades.   As provas foram realizadas em todas as capitais brasileiras, mais o Distrito Federal e as cidades de Catanduvas/PR e de Mossoró/RN.

Atualizado: 06/03/2018 - 14:33

PMs: PL que institui nível superior segue em análise

Proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, determina nível superior para ingresso como praças e formação em direito para oficiais

Praça e oficial

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Segue em análise, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 482/2015,que tem por finalidade padronizar as condições para que sejam realizados os concursos públicos das Polícias Militares de todos os estados. A proposta aguarda parecer do relator, na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da casa, deputado Cabo Sabino (PR/CE). Somente após seu parecer, a proposta poderá ser votada pela comissão.

De acordo com a proposta, caso aprovada, será necessário possuir curso de nível superior para ingresso na carreira de praça, curso de nível superior em direito para a carreira de oficial do quadro de oficiais da corporação e superior em áreas específicas para o quadro de oficiais especialistas.

O projeto possui caráter conclusivo e, caso aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, já poderá seguir para votação no plenário da casa.

Na Comissão de Trabalho, onde já foi aprovada, o deputado Cabo Sabino (PR/CE) incluiu uma emenda ao projeto, incluindo o limite de 35 anos para ingresso na corporação.

De acordo com o projeto, passam a ser as seguintes exigências para participar dos concursos de ingresso: ser brasileiro, estar quite com as obrigações militares e eleitorais, não registrar antecedentes criminais, estar em gozo dos direitos políticos, ser aprovado em concurso público, ter   procedimento social irrepreensível, idoneidade moral, apurados através de investigação; ter capacitação física e psicológica compatíveis com o cargo, verificados através de exames de aptidão; ser aprovado em exame de saúde e exame toxicológico com larga janela de detecção; e comprovar, quanto ao grau de escolaridade; a conclusão de bacharelado em direito, para ingresso na carreira de oficial do quadro de oficiais policiais militares; curso de graduação superior nas áreas de interesse conforme regulamentação própria de cada instituição policial miliar, para praças que ingressarem na carreira de oficial do quadro de oficiais especialistas; e curso de graduação superior em qualquer área para ingresso na carreira de praça da Polícia Militar.

Prepare-se para o concurso da Polícia Militar

VIDEOAULA PARA POLÍCIA MILITAR PROVA ANTERIOR DA POLÍCIA MILITAR

Na justificativa, a proposta diz que   “pela sua missão, também constitucional, de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, necessita de candidatos ao ingresso na instituição que possuam atributos diferenciados dos demais agentes públicos, tais como higidez física, apurados em testes físicos e de saúde (...). Com a evolução da própria sociedade há também que haver preocupação no avanço intelectual do pretendente ao ingresso na Polícia Militar, preparando assim a instituição, cada vez mais, para prestar melhor serviço ao cidadão. Neste sentido, há necessidade de que o futuro policial militar tenha frequentado o mundo acadêmico, por isso a importância da exigência do candidato ao ingresso de possuir curso superior devidamente comprovado e reconhecido e, especialmente ao oficialato, a exigência do bacharelado em direito”.

O texto ressalta que vários estados já adotam estas exigências, como Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Piauí e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal e estabelece um prazo de três anos, após  aprovação do projeto, para adequação, por parte dos estados.

Atualizado: 05/03/2018 - 14:21

Carreira policial: concursos devem abrir 16 mil vagas

Diversos cargos de níveis médio e superior devem fazer parte dos concursos da PRF, Polícia Rodoviária, Polícias Civis e Polícias Militares. Salários de até R$ 22,1 mil

Em todo o país

Por JCConcursos - Da Redação/SP

Não há dúvidas de que os concursos para carreiras policiais estão entre os mais visados do funcionalismo público, seja pela estabilidade, os altos salários que oferecem ou até mesmo pela rotina das funções, que, apesar de “perigosa” para alguns, costuma agradar bastante quem sonha em ingressar no quadro de servidores de uma das polícias.
Fora todos esses atrativos, as carreiras policiais estão em alta também por conta do bom momento pelo qual estão passando, com processos de valorização e reajustes salariais, além de previsões bem seguras de editais nos próximos meses.
A mais recente novidade surgiu na última semana, quando o ministro da nova pasta de segurança pública, Raul Jungmann, anunciou, em uma entrevista coletiva, que a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já possuem autorizações para abrir 1.000 vagas, sendo 500 para cada corporação. 
Segundo Jungmann, as seleções vêm com o objetivo de dobrar o contingente de policiais federais em postos de fronteira, além de reforçar o combate aos crimes de corrupção, principais fatores que desencadearam a criação do novo Ministério de Segurança Pública.
Em paralelo, diversos órgãos estaduais também já se movimentam para lançar novos editais. Ao todo, eles devem preencher 15.932 vagas de níveis médio e superior.
Confira a relação completa de órgãos policiais que pretender abrir novos concursos em 2018:

Concurso PRF

A expectativa é de que, na PRF, as oportunidades sejam todas para a função de policial rodoviário, que admite formação de nível superior em qualquer área e, atualmente, oferece salário de R$ 9,9 mil – um reajuste programado para janeiro de 2019 o aumentará para R$ 10,3 mil. Saiba mais sobre o concurso.

Concurso PF

Já na PF, as ofertas devem ser divididas entre as carreiras de agente policial, perito médico, todos com exigência de nível superior (para agente, em qualquer área; para perito, em áreas específicas; e, para, delegado, em direito). Os vencimentos, neste caso, são de R$ 12,4 mil para agente e de R$ 23,1 mil para delegado - em janeiro de 2019, eles serão elevados para R$ 12,9 mil e R$ 24,1 mil, respectivamente. Saiba mais sobre o concurso.

Concurso Polícia Civil/SP


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, autorizou concurso com 2.750 vagas para a Polícia Civil, sendo 1.100 para cargos com exigência de ensino médio e 1.650 para carreiras com necessidade de nível superior. Remunerações chegam a R$ 10.142,55. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/MG


Já foi autorizado um processo seletivo para o preenchimento de 119 chances no cargo de escrivão de polícia. Exigência de ensino superior completo em qualquer área e salário de R$ 4.098,43 para jornadas de 40 horas semanais. O próximo passo é a constituição da comissão organizadora. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/DF


É grande a expectativa para que seja realizada a seleção da Polícia Civil do Distrito Federal com 2.100 postos distribuídos em diversos cargos, ainda não revelados. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/GO


O governador Marconi Perillo autorizou concurso para o preenchimento de 650 oportunidades. Um total de 100 ofertas será para a carreira de delegado e o restante distribuído entre as funções de agente e escrivão. Para concorrer será necessário possuir formação superior completa. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/MS


Foi formada a comissão do concurso da PM do Mato Grosso do Sul com 500 oportunidades. Todas as chances serão para o cargo de soldado, que necessita de ensino médio. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/RN


No decorrer das próximas semanas deve ser definida a banca organizadora do concurso da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. A seleção terá 157 ofertas, sendo 29 para a carreira de delegado de polícia, 17 para escrivão e 111 para agente. Todos os empregos são para quem possui curso superior. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/AM


Deve ser publicado até dezembro o edital do concurso da Polícia Civil do Amazonas, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública. Ao todo, serão abertos 2.394 postos em diversos cargos. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/AM


Também no Amazonas, a Polícia Militar se prepara para realizar seleção para o preenchimento de 5.865 vagas. As chances serão para as colocações de soldado (ensino médio) e oficial (médio ou superior, de acordo com a especialidade). Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/PA


O próximo concurso público da Polícia Civil do Pará visará a selecionar 11 profissionais nos cargos de técnico em gestão pública - assistente social (9), técnico em gestão pública - contador (1) e técnico em gestão de informática - engenharia de sistemas (1). Todas as funções são de nível superior e apresentam inicial de R$ 2.727,54. No momento, o órgão está em fase de licitação para escolha da organizadora. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/RR


Está previsto para ser lançado nos próximos dias o edital da Polícia Civil de Roraima com 330 vagas. Todas as oportunidades serão para a carreira de policial e estarão distribuídas de forma regionalizada. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Civil/PR


O edital com 776 oportunidades da Polícia Civil do Paraná deve ficar para 2018. Todas as vagas destinam-se ao emprego de investigador de polícia, que exige curso superior em qualquer área de atuação. Saiba mais detalhes aqui.

Concurso Polícia Militar/ES


O governador do Espírito Santo (PM/ES), Paulo Hartung, autorizou concurso para a Polícia Militar com o intuito de preencher 310 chances, sendo 290 para nível médio e 20 para formação superior. As ofertas são para as carreiras de soldado e oficial, cujos salários chegam a R$ 6.971,84. Saiba mais detalhes aqui.

CURSOS SEGURANÇA PÚBLICA

Atualizado: 01/03/2018 - 11:37

Governo autoriza concursos de 1.000 vagas na PRF e PF

Novos concursos foram anunciados na última quarta-feira (28) em entrevista coletiva, pelo ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, Editais nos próximos meses

Iniciais de até R$ 23,1 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Ótima notícia para quem pretende ingressar na área de segurança pública federal. Em entrevista coletiva na última quarta-feira, 28 de fevereiro, o ministro da Segurança Pública, pasta recém-criada pelo governo, Raul Jungmann, confirmou a autorização de novos concursos públicos para a área, em um total de 1.000 vagas, sendo 500 para a Polícia Federal (PF) e 500 para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ambos para ocorrer ainda em 2018. “Considerando a necessidade e urgência de reforçar recursos humanos, especialmente na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal, estamos autorizados a realizar novos concursos 2018, com 500 novos agentes para a Polícia Federal e 500 novos agentes na Polícia Rodoviária Federal”, disse o ministro. “Entramos em contato com o ministro do Planejamento (Dyogo Oliveira) e ficou definido que teremos zero contingenciamento dos recursos do Ministério Extraordinário de Segurança Pública este ano”, disse. O próximo passo é a publicação em diário oficial, oficializando a autorização dos certames.
A liberação dos concursos está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por medida provisória na última terça (27). No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os estados.  Jungmann responderá pelo comando da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculado ao Ministério da Justiça.
De acordo com o ministro, o orçamento para 2018 será de R$ 2,7 bilhões, uma vez que não haverá contingenciamento das verbas do órgão, conforme decidido após reunião com o Ministério do Planejamento.  
CURSO CONCURSO PF 2018 - AGENTECURSO CONCURSO PF 2018 - DELEGADOCURSO CONCURSO PF 2018 - ESCRIVÃOCURSO CONCURSO PF 2018 - PERITO
Embora o ministro reconheça que o total de vagas não será suficiente para suprir as defasagens das corporações, ressalta que a realização dos concursos é imprescindível para garantir os serviços prestados. “Precisamos de muito mais, mas já é um bom início, já que, há anos, não tínhamos a possibilidade de contar com reforços tanto em uma quanto em outra”, disse.
Um dos objetivos, segundo Jungmann, é duplicar o contingente de policiais federais em postos de fronteira, além de reforçar o combate aos crimes de corrupção.
No caso da Polícia Rodoviária Federal, a expectativa é de que todas as 500 vagas sejam para o cargo de policial rodoviário, uma vez que já tramitava no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPGD) pedido de autorização para 2.778 postos. 
APOSTILA CONCURSO PRF - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERALCURSO CONCURSO PRF - POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL
Para concorrer ao cargo é necessário possuir formação de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial do cargo é de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, em decorrência da lei 13.371, de 2016, os servidores contarão com novo reajuste em janeiro de 2019, quando o inicial passará a ser de R$ 10.357,88, também com o benefício.
Veja mais informações sobre este concurso clicando aqui.
No caso da Polícia Federal (PF),  a tendência é de que a nova seleção seja para os cargos de agente, delegado e perito. Porém a distribuição das 500 vagas pelos cargos ainda será confirmada. Também havia a intenção de oferecer postos para a carreira de escrivão. Porém, em 18 de janeiro, o então diretor-geral da PF, Fernando Segóvia, havia antecipado que o presidente Michel Temer havia garantido o aval para o certame. Porém, sem as oportunidades de escrivão.
CURSO CONCURSO PF 2018 - AGENTE
Para concorrer ao cargo de agente é necessário possuir nível superior em qualquer área. Para perito, nível superior em áreas específicas e para delegado, nível superior em direito. Para todos os cargos, os aprovados deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.
A remuneração inicial dos agentes é de R$ 12.441,26, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, a carreira contará com reajuste em janeiro de 2019, subindo para R$ 12.980,50.
Para perito e delegado, o inicial atualmente é de R$ 23.130,48, mas também contará com reajuste em janeiro de 2019, quando passará a ser de R$ 24.150,74.Para todos os cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
Saiba mais informações sobre este concurso, clicando aqui.
Normalmente, a lotação é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos estados do Acre, Amapá,  Amazonas, Mato Grosso , Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades

Atualizado: 15/01/2018 - 09:24

Concurso Aeronáutica: abertos 183 postos de sargento

As oportunidades do concurso da Aeronáutica são para ingresso no estágio de adaptação à graduação de sargento. Inscrições serão recebidas até o dia 6 de fevereiro

Níveis médio e técnico

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

A Aeronáutica abriu as inscrições de concurso público para o exame de admissão ao estágio de adaptação à graduação de sargento. Serão preenchidas 183 vagas, de ambos os sexos, para atuação em âmbito nacional. 
As ofertas estão distribuídas entre as especialidades de eletrônica (30 vagas), administração (40), enfermagem (45), eletricidade (14), informática (20), laboratório (5), obras (8), pavimentação (8), radiologia (5) e topografia (8). 
Para ingressar na carreira é necessário ter concluído, com aproveitamento, o ensino médio do Sistema Nacional de Ensino (para todos os candidatos) e/ou o curso técnico, além de não ter menos de 17 anos e nem completar 25 anos até o dia 31 de dezembro de 2019. A remuneração inicial do 3º sargento é de R$ 3.584. 

Como participar do concurso da Aeronáutica 


As inscrições serão recebidas até o dia 6 de fevereiro de 2018. O cadastro deverá ser efetuado em um dos endereços eletrônicos: www.fab.mil.br/eear e http://ingresso.eear.aer.mil.br/

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O valor da taxa de participação do concurso da Aeronáutica 2018 é de R$ 60 e o seu pagamento deverá ser efetuado até a data limite de 9 de fevereiro, observado o horário de funcionamento da rede bancária. 

Provas do concurso da Aeronáutica 2018


A primeira etapa a ser disputada pelos candidatos será a prova escrita. Ela será composta por questões de múltipla escolha sobre as matérias de língua portuguesa e conhecimentos especializados (relativos à especialidade a que concorre). 
No ato da inscrição, o candidato deverá escolher um dos locais onde desejará realizar a prova: São Paulo/SP, São José dos Campos/SP, Belém/PA, Recife/PE, Fortaleza/CE, Natal/RN, Rio de Janeiro/RJ, Belo Horizonte/MG, Campo Grande/MS, Canoa/RS, Santa Maria/RS, Curitiba/PR, Brasília/DF, Manaus/AM, Porto Velho/RO e Boa Vista/RR. Ela será aplicada no dia 22 de abril de 2018. 
O concurso da Aeronáutica 2018 ainda contará com as seguintes etapas: inspeção de saúde; exame de aptidão psicológica; teste de avaliação do condicionamento físico; prova prática da especialidade; e validação documental. 

Estágio da Aeronáutica


O estágio de adaptação à graduação de sargento da Aeronáutica será ministrado sob regime de internato militar na Escola de Especialistas de Aeronáutica, em Guaratinguetá/SP, em 2019, com duração aproximada de um ano e abrangerá instruções nos campos militar e técnico-especializado.
Durante a realização do estágio, o aluno fará jus à mesma remuneração que percebia por ocasião da matrícula, se militar da ativa da Aeronáutica, ou fixada em lei, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária.
Os alunos realizarão provas teóricas e práticas nos campos militar e técnico-especializado, e a conclusão do estágio está condicionada à sua aprovação, mediante a obtenção de graus e médias previstos no plano de avaliação.
Os formandos serão distribuídos e classificados nas Organizações Militares do Comando da Aeronáutica, abrangendo todo o território nacional, de acordo com a necessidade da administração.

Atualizado: 12/01/2018 - 12:15

PEC que cria polícia penitenciária pode ser agilizada

Proposta tem por objetivo criar a nova carreira em âmbito federal, nos estados e municípios, conferindo aos agentes penitenciários direitos iguais às carreiras policiais

Já passou pelo Senado

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A proposta de emenda à constituição 14/2016 (PEC 14/2016), que cria as polícias penitenciárias federais, estaduais e municipais, aprovada no Senado Federal em 24 de outubro, conta com diversos pedidos, por parte de parlamentares, para que seja incluída na ordem do dia para votação o quanto antes na Câmara dos Deputados. Com isto, é possível que a matéria já possa ser votada a partir de fevereiro, logo após o término do recesso parlamentar. Por enquanto, está em análise na Coordenação de Comissões Permanentes.   

O texto aprovado  no Senado conta com um substitutivo que altera o nome da carreira, de polícia penitenciária para polícia penal, considerando que a atuação dos servidores ocorre na execução penal. 

Caso a PEC seja sancionada, os agentes penitenciários, na nova carreira, passarão a contar com direitos equivalentes às carreiras policiais. A intenção é liberar policiais civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.

Um dos pontos da proposta determina que o preenchimento das vagas para a carreira deverá ser feito somente por meio de concursos públicos ou, em casos isolados, pela transformação das carreiras dos atuais agentes penitenciários, que deverão ser enquadrados na nova função."O estado precisa retomar o controle dos presídios, que muitas vezes têm se tornado um quartel do crime organizado. A PEC é uma expressão do reforço em um tema tão importante hoje, que é a segurança pública, disse o autor da proposta, senador Cássio Cunha (PSDB/PB).


De acordo com as justificativas da proposta, apresentada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), os agentes penitenciários prestam serviços públicos essenciais de custódia e vigilância dos presos. “Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública havia, em 2014, cerca de 608 mil presos no Brasil, sendo 580 mil no sistema penitenciário e 28 mil sob custódia das polícias. Estima-se, no entanto, que haja somente 65 mil agentes penitenciários no país”. De acordo com a justificativa, o objetivo da proposta de emenda à constituição é criar as polícias penitenciárias como órgãos de segurança pública nos âmbito federal, estadual e distrital, conferindo aos agentes penitenciários direitos inerentes à carreira policial, além de liberar policiais civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos. 

Atualizado: 01/11/2017 - 15:39

Marinha divulga programação de concursos para 2018

Editais dos novos concursos públicos da Marinha devem somar milhares de vagas em todas as regiões do país. Níveis fundamental, médio, técnico e superior de ensino

Diversos cargos

Por JCConcursos - Camila Diodato

A Marinha publicou documento com a programação de todos os concursos que organizará no decorrer de 2018. O número de vagas não foi revelado, mas deverá ser milhares distribuídas em vários níveis de escolaridades.
Pelo que consta no cronograma, na segunda quinzena de janeiro serão divulgados os editais da Escola de Aprendizes-Marinheiros, da Escola Naval e do Colégio Naval. As provas ocorrerão na segunda quinzena de abril para o primeiro, e na segunda quinzena de junho para os demais.
Já na primeira semana de março, o órgão lançará o certame para o Corpo de Engenheiros, cujos testes acontecerão na segunda quinzena do mês de maio.
Em abril, quatro processos seletivos sairão: Corpo de Saúde (médicos, dentistas e apoio à saúde), Quadro Técnico, Capelão Naval e Quadros Complementares de Oficiais da Armada, Fuzileiros Navais e Intendentes da Marinha. Avaliações entre a primeira quinzena de julho e a primeira quinzena de setembro.
E na primeira quinzena de agosto será publicado o edital do concurso da Marinha para o Corpo Auxiliar de Praças. Os exames estão marcados para a segunda quinzena de novembro.

Mais detalhes dos concursos da Marinha


O ingresso na Marinha ocorre por meio de concursos públicos que aceitam participantes de ambos os sexos e com idades mínima e máxima estipuladas no edital.
No geral, os concorrentes são submetidos a provas objetivas com questões de múltipla escolha sobre assunto de conhecimentos gerais, aplicadas em todo o país. Outras fases variam de acordo com cada carreira.

Atualizado: 13/09/2017 - 10:47

PM/MS: formada comissão do concurso para 500 vagas

De acordo com declaração do governador Reinaldo Azambuja, autorização ocorrerá ainda neste semestre, para nomeação dos aprovados em 2018

Ensino médio

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Após o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, anunciar, em 5 de setembro, durante evento em comemoração dos 182 anos da corporação, que autorizará a realização de novo concurso público para a Polícia Militar do Estado (PM/MS) para o preenchimento de 500 vagas, mais um passo para o certame ocorreu na última terça-feira, dia 12. Acontece que foi divulgada, por meio de publicação em diário oficial, a comissão organizadora que será responsável pelo certame.

De acordo com o governador, o concurso será autorizado ainda neste semestre, para nomeação dos aprovados no decorrer de 2018. “Vamos autorizar já o concurso de 2017 para que a gente possa seguir esse regramento e dar uma estabilidade”, disse, em relação ao pedido da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) de realizar concursos públicos anuais para soldados e bombeiros. A comissão, constituída no dia 12, será presidida pelo servidor Édio Souza Viegas e conta, ainda, com o tenente coronel Marcelo Olassar Ramires Dias,  o tenente coronel Divino Lopes de Faria e as servidoras Léa Maria de Souza Ribeiro e Terezinha Arantes Bernardes

Atualmente, o quadro de militares no estado é de 5,9 mil homens e mulheres, o que equivale a uma média de um policial para cada 459 habitantes, tendo em vista que o Mato Grosso do Sul possui 2,7 milhões de habitantes, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com a lei complementar 203, de 5 de outubro de 2015, assinada pelo próprio governador, o efetivo ideal é de 9.458 servidores na corporação, o que equivale a uma carência de 42% no quadro, o que tem motivado questionamentos por parte do Ministério Público (MP/MS).
A intenção, de acordo com o governador, é seguir um planejamento apresentado pela Sejusp para que sejam realizados concursos anualmente durante os próximos 12 anos. 


Último Concurso

A PM/MS não realiza concurso público desde 2013, quando foram oferecidas 694 vagas de oficiais e soldados no Corpo de Bombeiros e na Polícia Militar. 
Na ocasião, para concorrer foi necessário possuir ensino médio, idade de 18 a 24 anos, exceto para militares, com limite de 34 anos; altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres. Do total de vagas, foram 524 para soldados, sendo 419 para homens e 105 para mulheres, em 105 municípios. 
Para o Corpo de Bombeiros foram 150 postos de soldado, sendo 135 para homens e 15 para mulheres, além de 20 oportunidades para oficiais, sendo 16 para homens  e quatro para mulheres.   

Atualizado: 05/09/2017 - 12:20

PMs: avança projeto que atualiza lei de concursos

De acordo com a proposta é preciso atualizar lei de 1969, garantindo o ingresso por meio de concursos, além de oficializar a jornada máxima de trabalho

Em todos os estados

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Avança, no Congresso Nacional, o projeto de lei 7398/2017,do deputado Cabo Daciolo (PT do B/RJ) que visa atualizar a legislação que dispõe sobre a realização de concursos públicos para as Polícias Militares (PMs) em todo o país. De acordo com a proposta, a lei atualmente em validade corresponde ao decreto-lei 667, de julho de 1969, que deve ser adequada para a atual constituição federal. Com isto, visa adequar a ascensão ao cargo de praça por meio de concursos públicos e assegurar aos policiais e bombeiros a carga horária máxima de 120 horas mensais. O projeto, agora, está em fase de análise pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

De acordo com a justificativa do projeto, o decreto de 1969precisa ser adequado para a atual realidade proposta pela Constituição da República Federativa do Brasil. “Para isto é preciso adequar o ingresso por meio de concursos público, com cargo inicial de soldado. Além disso, o ingresso no quadro de oficiais dar-se-á somente por praças da corporação, sendo necessárias as promoções por todos os postos de praças para então concorrer ao oficialato”,diz.  

O projeto também determina que a escala de trabalho dos militares não atende as necessidades e limites legais, devendo ser regulamentadas.Neste sentido, pretende assegurar aos policiais e bombeiros militares a duração de trabalho normal de até 120 horas mensais. Em caso de dois serviços de mesma natureza ou de natureza diferente, assegura folga na proporção de 48 horas para serviços com até 12 horas diurnas trabalhadas e 72 horas para serviços diurnos com mais de 12 horas trabalhadas, além de 72 horas para serviços noturnos.

   

Atualizado: 23/08/2017 - 12:01

Polícia Federal: pedido de concurso avança no MPDG

Oportunidades serão para os cargos de agente, escrivão, delegado e perito, todos com exigência de nível superior. PF aguarda apenas liberação de verbas para publicar os editais

Iniciais até R$ 22,1 mil

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

Quem pretende ingressar no quadro de servidores da  Polícia Federal (PF) deve ficar atento. Acontece que o pedido de liberação de verbas para a realização dos novos concursos da corporação já voltaram a tramitar no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Ao todo, o órgão pretende preencher 1.758 vagas, sendo 600 para o cargo de escrivão, 600 para agente, 491 para delegado e 67 para peritos.

A liberação dos editais depende apenas deste parecer, por parte do MPOG, de que dispõe de verbas para a posse dos aprovados, uma vez que a PF não precisa mais de autorização do órgão para o preenchimento de vagas.

O processo, que estava parado no órgão desde junho de 2016, voltou a tramitar em 19 de maio, quando foi reencaminhado para diversos setores do ministério. 

Vale lembrar que, com o decreto 8.326, de 10 de outubro de 2014, a Polícia Federal não precisa mais de autorização do MPOG para realizar novos concursos, necessitando apenas de um parecer do órgão sobre as condições financeiras para o preenchimento das vagas.

Ainda de acordo com o decreto, a PF pode iniciar novo certame para seus cargos sempre que o quadro de pessoal contar com uma defasagem de pelo menos 5% dos servidores.

APOSTILA CONCURSO POLÍCIA FEDERAL - AGENTE

Para concorrer aos cargos de agente e escrivão basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação. Para perito, nível superior em áreas específicas, e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. Para todos os cargos, os aprovados também deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.

Normalmente, a lotação é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades.

A aplicação das provas da PF costuma ser feita em todas as capitais, exceto o exame oral, que ocorre somente em Brasília.

Valorização profissional na PF

Um ponto importante é que o novo concurso da Polícia Federal ocorre em um momento de valorização da categoria. Acontece que o presidente Michel Temer sancionou, em 15 de dezembro, a lei 13.371, que reajusta as remunerações dos cargos.

No caso de agente e escrivão, que contavam com inicial de R$ 9.160,20 até dezembro, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458, a partir de janeiro a remuneração passou para R$ 11.897,86, com o complemento. Além disso, as categorias contarão com mais dois reajustes, em janeiro de 2018 e janeiro de 2019, subindo, respectivamente, para R$ 12.441,26 e R$ 12.980,50.  

Para perito e delegado, cujos iniciais, com o complemento, eram de R$ 17.288,85, em dezembro, a partir de janeiro passaram a ser de R$ 22.102,37. Além disso, as carreiras também contarão com mais dois reajustes, subindo para R$ 23.130,48 em janeiro de 2018 e R$ 24.150,74 em janeiro de 2019.

Para os dois cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

Progressão

Os aumentos também repercutem nas categorias posteriores. Para os agentes e escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, sobem para R$ 12.374,65, indo para R$ 12.940,69 em janeiro de 2018 e R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 14.405,33 este ano, R$ 15.067,83 em 2018 e R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 17.497,24 este ano, R$ 18.306,60 em 2018 e R$ 19.109,79 em 2019.

Para perito e delegado, na segunda categoria, R$ 22.265,68 este ano, R$ 23.710,07 em 2018 e R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 25.897,24 em 2017, R$ 27.105,60 em 2018 e R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 28.720,24 este ano, R$ 30.062,70 em 2018 e R$ 31.394,91 em 2019.

Carência de servidores na PF


Mesmo com a perspectiva de novos concursos para o preenchimento de 1.758 vagas, a carência de pessoal da PF é considerada muito maior. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado em 31 de agosto, em Brasília, a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores nos próximos anos em decorrência de 400 aposentadorias previstas.

Prepare-se para o concurso da Polícia Federal

Videoaulas para Polícia FederalProvas Anteriores da Polícia Federal

O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.

De acordo com o sindicalista, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. "As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade".             

Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.

Delegado

Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que a PF tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.

A Polícia Federal, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.

Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até aposse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje,ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar ater o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.

Administrativos

Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações,mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.

Autonomia

O sindicalista ressalta, ainda, que a Polícia Federal conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia".

Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja,exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.

Últimos concursos da Polícia Federal

Com relação aos novos concursos previstos, para agente o último concurso ocorreu em 2014, quando foram registrados 98.101 inscritos para a oferta de 600 vagas. Para escrivão, a última seleção ocorreu em 2012, com 83.619 inscritos para 350 vagas. Para perito e delegado, os últimos certames ocorreram em 2012, com 35.800 inscritos para a oferta de 100 vagas de perito e 46.633 participantes para 150 postos de delegado.Para todos os cargos, a organizadora foi o Cespe/UnB.

Para perito, o concurso da Polícia Federal contou com provas objetivas e discursiva, testes de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica e análise de títulos. A parte objetiva teve 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Os aprovados em todas as fases foram submetidos a um curso de formação profissional.

No caso de delegado, o Cespe/UnB formulou provas objetiva e discursiva, exames de aptidão física, exame médico,avaliação psicológica, análise de títulos e prova oral, além do curso deformação. A parte objetiva contou com 120 questões e a discursiva, com três questões dissertativas e elaboração de peça profissional.
Para perito, as opções foram para áreas de ciências contábeis ou econômicas, engenharia em diversas especialidades, ciências da computação, geologia, química, biomedicina, medicina, odontologia e farmácia.

5 dicas de processo penal para delegado da PF

1. Estude,desde já, para a prova oral. O concurso conta com prova objetiva, prova discursiva e prova oral. É certo que a prova oral é a última delas,porém, para que você esteja bem preparado para uma prova oral, é necessário controle total da matéria. Logo, foque no controle total, lá na prova oral mesmo. Prepare o material, fale sozinho pela casa, ensine tudo sobre tentativa para seu cachorro. Vá por mim: além de estar mirando acima da maçã, você ainda estará fazendo uso de um dos melhores métodos de estudo. 
2. A prova da PF provavelmente será feita pelo Cespe, que merece muitos elogios, pois monta as questões com base nas atribuições do cargo a ser provido – quem dera todas as bancas fizessem assim! Considerando que estamos falando de prova para delegado da Polícia Federal, é óbvio que vão despencar questões sobre inquérito policial, visto que a vida do delegado é tocar inquérito para frente. Para você ter uma ideia, no último concurso para delegado da PF, das 26 questões de processo penal, 15 eram sobre inquérito policial. Essas você não pode errar!
3. Ainda com relação às atribuições do cargo, cuidado com o tema “provas”, principalmente a interceptação telefônica, um meio de prova que é recorrente em concursos públicos
4. A Operação Lava Jato está na mídia há um bom tempo e uma de suas características mais marcantes é a presença de acordos de delação premiada. Estude este tema!
5. Existem duas “polícias” essencialmente judiciárias no Brasil: Polícia Federal e Polícia Civil. Você sabe que as atribuições da Polícia Civil (estadual)são residuais, mas gigantescas, enquanto as atribuições da Polícia Federal são especiais e bem menores. Isto segue o padrão de todos os órgãos que têm paralelos na seara estadual e federal. Tal padrão se reflete no concurso de um modo muito simples: nas provas de órgãos federais, sempre caem questões sobre suas atribuições/competências. No último concurso, foram quatro questões que tangenciaram este tema.
Rodrigo Sengik, professor de processo penal no AlfaCon Concursos Públicos

Pesquise material preparatório para o concurso Polícia Federal (PF)

Atualizado: 14/08/2017 - 09:27

Será que vale a pena prestar esse concurso?

A dúvida é bastante comum entre os concurseiros, já que são muitos os fatores em jogo, como atribuições, perfil da vaga, localidade, entre outras questões abordadas nesta matéria especial. Confira!

Especial

Por JCConcursos - Douglas Terenciano

Prestar um concurso sempre foi uma ótima alternativa para ingressar no mercado de trabalho, já que a carreira em órgãos públicos é mais estável comparada com a iniciativa privada e geralmente oferece boa remuneração. Mesmo assim, é grande a quantidade de concurseiros que ficam receosos na hora de efetuar a inscrição e se questionam: vale a pena prestar esse concurso? Afinal, o candidato precisa avaliar se tem o perfil da vaga, facilidade com as atribuições do cargo e ou se demandará mudança de cidade ou Estado. Pensando nisso, o JC Concursos conversou sobre o tema com professor especialista na área e também um concurseiro para ajudar você a esclarecer esses eternos dilemas na vida dos candidatos. Confira!

Antes de fazer a inscrição, Thállius Moraes, professor e coordenador no AlfaCon Concursos Públicos e Oficial de Justiça Federal, explica que o candidato deve avaliar vários fatores. “Primeiramente, deve ser escolhida uma área que se enquadre nos objetivos traçados, lembrando que se trata de um trabalho e que boa parte da vida será no desempenho do mesmo. Outros pontos como a remuneração e o local de trabalho (se é perto ou longe da família), por exemplo, também são bastante importantes na hora de se fazer o planejamento”.

Ás vezes um concurso é bem remunerado e com boas condições de trabalho, mas a localidade é muito distante. Talvez não seja tão atrativo a longo prazo quanto outro certame que possua um salário menor, porém, fica no local onde o candidato pretende morar. Vale lembrar que esta questão varia muito de cada pessoa. “A dica é manter a mente aberta, pois muitas vezes queremos apenas ficar próximos de casa, mas temos muitos lugares maravilhosos para conhecer e talvez a ‘cidade da vida’ da pessoa ainda esteja para ser descoberta”, incentiva Moraes.

Perfil

Quando perguntado sobre um candidato que pretende concorrer a uma vaga fora do seu perfil profissional, Thállius, responde que em alguns casos, o concurso servirá como um mero treinamento para outra seleção que é realmente almejada. Já em outras situações, se o certame for de um setor que foge muito da área pretendida, essa finalidade fica perdida e a tentativa poderá frustrar o candidato. Um exemplo seria o concurseiro que tem por objetivo uma carreira policial, que é bem específica, ser aprovado em outra área. Nesse caso, a ocupação de um cargo administrativo poderia gerar um servidor insatisfeito e infeliz. “Muitos que buscam apenas um trabalho bem remunerado e estável, sem querer um envolvimento muito grande com o cargo, terminam por se frustrar em algumas atividades de caráter mais intenso, com um contato direto com o público (muitas vezes de maneira não agradável) como nas funções de policial, fiscais em geral ou oficiais de justiça”, explica.

Muitas pessoas se inscrevem em seletivas fora do perfil, mas pensando em passos maiores, conhecidos como “concurso trampolim” ou “concurso escada”. Desta forma, podem complementar os estudos e treinar para outro certame. Este é o caso de Sidnei de Oliveira, morador de Indaiatuba, no interior paulista, que prestou o concurso para o cargo de escrevente do Tribunal de Justiça de São Paulo no último mês de julho. “Fiz a prova por causa das questões sobre direito. Sou estudante da área jurídica e queria testar meus conhecimentos, pois acredito que poderá ajudar para outras vagas”, comenta.

Thállius explica que “os concursos usados como escada fazem parte da vida de pessoas que almejam um cargo cuja preparação demanda um prazo maior, mas enquanto isso precisam de algo para se manter. O ponto positivo é que ao ter uma renda, a pressão no estudo fica um pouco mais aliviada. O ponto negativo é justamente o perigo de se acomodar com essa renda e deixar de batalhar por um cargo mais atrativo, além, é claro, da diminuição do tempo disponível para estudar”. Outra orientação é ficar atento aos postos públicos que pagam pouco e exigem muito no trabalho, a chance de ficar preso em uma situação assim poderá colocar em risco o objetivo final.

Ter familiaridade com a função deve ser levada em consideração? Não necessariamente, explica Moraes. “Varia muito de acordo com a área pretendida. Caso a busca seja por uma atribuição mais tranquila e com boa remuneração, os cargos de natureza administrativa são os mais procurados. Mesmo que sejam em órgãos distintos, as atribuições são semelhantes. Contudo, em algumas áreas que possuem atribuições especiais, são também muito buscadas pelos candidatos, que objetivam a remuneração como algo secundário, pois o real desejo é por determinado cargo em particular”.

Pouco tempo

Candidatos com pouco tempo para estudar devem direcionar a preparação de maneira produtiva. “Fazer questões anteriores, simulados e resumos são algumas das ferramentas que irão auxiliar nessa preparação. Com o tempo mais escasso, deve-se priorizar sempre as matérias mais cobradas e os pontos mais importantes, mas essa estratégia também varia um pouco de acordo com a banca e o cargo desejado”, afirma Thállius.

Sidnei acrescenta que sua conduta é sempre a mesma, independente do concurso. “Preciso focar minha atenção na prova e estudar o que for preciso. Posso não ter interesse no cargo, mas se relaxar, não será proveitoso. Se não levar a sério, corro o risco de apenas perder tempo e dinheiro”, diz.

Outro ponto a ser observado é sobre dificuldade com uma ou mais disciplinas do conteúdo programático, fato que geralmente desanima o candidato. Um bom planejamento pode ajudar a encarar esse desafio, contudo, vale ressaltar que raramente alguém tem sintonia com todas as matérias do edital, afinal, é comum uns sentirem mais dificuldades em língua portuguesa, outros em matemática, alguns em determinadas matérias de direito e assim por diante. “A dica é pensar na disciplina como um simples meio para se alcançar um fim. Não precisa gostar, basta apenas aprender a responder a questão”, orienta Moraes. Muitas vezes o bloqueio com determinado tema é criado pelo próprio candidato. “Pensar de forma positiva, esforçar-se mais e manter-se sempre estudando, mesmo que em alguns momentos o resultado pareça não chegar, é fundamental”, complementa o professor do AlfaCon Concursos.

Vale a pena?

Para o indaiatubano Sidnei, de 27 anos, conhecer o cargo e suas atribuições pode incentivar, mas independentemente dessa identificação, o que muitas vezes faz a diferença é o aprendizado. “Acredito que vale muito a pena tentar! Sinto que saio mais fortalecido a cada concurso que tento a sorte. Na dúvida, sempre opto por fazer a prova. Como meu objetivo é maior, acho que é interessante pela preparação. Isso é muito válido”, conta.  

Ainda sobre motivação, Thállius dá a dica. “O estudo é na maior parte do tempo frustrante, cansativo e solitário, por isso tantos desistem no meio do caminho. O importante é aprender com os erros, ter em mente que desistir não é uma opção e manter sempre uma postura positiva. Pode demorar um pouco, pode ser difícil e exaustivo, mas aqueles que não desistem conseguem chegar lá”, finaliza.

Atualizado: 08/06/2017 - 14:51

Concurso Polícia Civil/MS: último dia para 210 ofertas

As vagas do concurso da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC-MS) são para os cargos de escrivão de polícia judiciária, investigador de polícia judiciária e delegado de polícia

Salário de até R$ 14,9 mil

Por JCConcursos - Patricia Lavezzo

Encerra-se nesta segunda-feira (24) o prazo de inscrição dos dois editais de concurso público da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC-MS). A seleção visa o preenchimento de 210 vagas, sendo 11 reservadas às pessoas com deficiência, 42 para os negros e seis para os índios.  

Aqueles que têm formação superior e carteira de habilitação na categoria B estão aptos às carreiras de escrivão de polícia judiciária (100 vagas) e investigador de polícia judiciária (80), cujo salário inicial é de R$ 3.888,26, além de delegado de polícia (30), com remuneração de R$ 14.978,26. 
Segundo o edital, os ocupantes dos cargos estão sujeitos à carga horária de quarenta horas semanais, cumpridas em expediente normal das repartições públicas estaduais ou ao regime do trabalho em escalas de serviços, conforme sua unidade de lotação, sendo que as escalas de serviços poderão ser cumpridas em horário noturno, aos sábados, domingos, feriados e em dias sem expediente nas repartições públicas estaduais, com direito ao descanso e observado o limite da carga horária mensal.

Inscrição no concurso PC-MS


A ficha de cadastro do concurso PC-MS está disponível na página eletrônica da banca organizadora, a Fundação de Apoio à Pesquisa ao Ensino e à Cultura de Mato Grosso do Sul - Fapems (www.fapems.org.br). 
APOSTILAS ONLINE E IMPRESSA PC/MS - DELEGADO DE POLÍCIA / INVESTIGADOR E ESCRIVÃO DE POLÍCIA
O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 197,28, deverá ser efetuado até a data limite do prazo, observado o horário de funcionamento da rede bancária. 

Provas do concurso PC-MS 2017


Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva. Ela será aplicada nas cidades de Campo Grande, Dourados e/ou Paranaíba no dia 20 de agosto para a função de delegado de polícia e dia 17 de setembro para os demais empregos. 
O concurso PC-MS ainda será constituído das seguintes etapas: prova escrita discursiva; avaliação médico-odontológico; teste de aptidão física; avaliação psicológica; análise de títulos; prova prática de digitação; investigação social; teste oral; e/ou curso de formação policial. 

Atribuições dos cargos da PC-MS


Escrivão de polícia judiciária - autuar, movimentar e participar na formação de inquéritos policiais, termo circunstanciado de ocorrência, auto de prisão em flagrante, procedimentos especiais e administrativos, os atos de sua competência e demais autos procedimentais sob a presidência de autoridade policial; manter de forma atualizada e correta o registro e escrituração de livros oficiais obrigatórios e outros criados pela autoridade policial de instauração de inquéritos policiais e de remessa dos respectivos autos, bem como expedir, certidões e traslados; responder pela guarda dos procedimentos policiais, de bens, valores, instrumentos de crime entregues a sua custódia, em razão de sua função, dando-lhes a destinação legal; executar outras atividades. 
Investigador de polícia judiciária - proceder a registro de boletim de ocorrências e, mediante determinação da autoridade policial, às diligências e investigações policiais com o fim de coletar provas para a elucidação de infrações penais e respectivas autorias, visando à instrução dos procedimentos legais, apresentando relatório de investigação circunstanciado; efetuar prisão em flagrante ou cumprir mandados expedidos pela autoridade policial ou judiciária competente; dirigir veículos policiais, em razão do desempenho de suas funções, nos diversos setores da Polícia Civil, providenciar a conservação, limpeza e manutenção das viaturas policiais, responsabilizando-se pela guarda do veículo, seus acessórios e equipamentos; orientar, supervisionar, coordenar e dirigir trabalho de subordinados em investigações e diligências, quando na condição de investigador-chefe ou por designação da autoridade policial; entre outras tarefas. 
Delegado de polícia - presidir a apuração de infrações penais por meio do inquérito policial, termo circunstanciado de ocorrência ou outros procedimentos investigatórios normatizados; lavrar termos circunstanciados de ocorrências, de conformidade com o disposto na legislação pertinente; exercer a titularidade de unidades integrantes da polícia civil, delegacias de polícia, unidades de segurança, grupos operacionais ou similares onde sejam realizados trabalhos de polícia judiciária; planejar, coordenar, dirigir e executar, com exclusividade, as ações de polícia judiciária; organizar, executar e manter os serviços de registro, cadastro, controle e fiscalização de armas, munições e explosivos, na forma da legislação federal específica; planejar, coordenar e realizar ações de inteligência destinadas à instrumentalização do exercício de polícia judiciária e de apuração de infrações penais, na sua área de competência; realizar, com exclusividade, as correições ou procedimentos similares de natureza ordinária, nas unidades policiais civis, na esfera de sua competência; realizar correições extraordinárias, gerais ou parciais; entre outras atividades. 

Atualizado: 25/05/2017 - 10:43

Polícia Civil/MS: assinado contrato com a banca

O concurso da PC/MS contará com 210 oportunidades para os cargos de delegado, investigador e escrivão, com remunerações iniciais de até R$ 14 mil

Edital sai nos próximos dias

Por JCConcursos - Fernando Cezar Alves

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul (PC/MS) divulgou, na última terça-feira, 23 de maio, a assinatura do contrato com a banca organizadora do seu novo concurso público,  a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura do de Mato Grosso do Sul (Fapems). Com isto, a expectativa é de que a publicação do edital ocorra já nos próximos dias.

A seleção vem sendo aguardada desde 10 de abril, quando o assessor jurídico do governo do estado do Mato Grosso do Sul, Felipe Matos, em reunião com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol/MS), Giancarlo Miranda, anunciou que a autorização do certame já havia sido assinada pelo governador Reinaldo Azambuja.

O concurso contará com uma oferta de 210 postos, número um pouco menor que o inicialmente divulgado, que seria de 300, sendo 50 para delegado, 100 para investigador e 150 para escrivão.

Agora, de acordo com a autorização, das 210 oportunidades, 30 serão para o cargo de delegado,  100 para investigador e 80 para escrivão de polícia judiciária. As remunerações iniciais serão de R$ 3.668,17 para investigador e escrivão e quase R$ 14.229,49 para delegados.

Para concorrer a escrivão e investigador, basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação, além de idade de 21 a 45 anos. No caso de investigador, os interessados também devem possuir carteira de habilitação nas categorias "B", "C" ou "D" . Para delegado  é exigida formação em direito.

Último Concurso

No último concurso da corporação, realizado em 2013, foram oferecidas oportunidades para os cargos de investigador e perito.

Para escrivão foram 47 vagas imediatas e para investigador e 174 para investigadores, distribuídas por diversos municípios.

 A seleção foi composta de sete fases, incluindo prova objetiva, análise de títulos, avaliação psicológica, avaliação médico odontológica, prova de aptidão física, investigação social e curso de formação profissional.

Para escrivão e investigador, a parte objetiva foi composta de 80 questões, sendo 25 de língua portuguesa, 20 de noções de direito, dez de noções de informática e 25 de conhecimentos específicos.      

Atualizado: 17/04/2017 - 16:03

Forças Armadas: 17 concursos sairão ainda este ano

Aeronáutica, Exército e Marinha se programam para lançar editais de concurso com várias carreiras até agosto. As provas acontecerão em todo o país

Diversos níveis

Por JCConcursos - Camila Diodato

As Forças Armadas do Brasil, compostas pela Aeronáutica, Exército e Marinha, divulgaram o cronograma contendo as datas para a realização dos seus próximos concursos públicos. Serão oportunidades para ambos os sexos e com provas de conhecimentos a serem realizadas em todo o país. Confira mais detalhes a seguir!

Concursos da Aeronáutica


Os programas de ingresso que ainda deverão ser abertos em 2017 são os seguintes: Curso de Adaptação de Médicos da Aeronáutica (Camar), Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS) e Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR).
A estimativa é de que os novos editais saiam entre maio e agosto. Os processos de triagem constarão de exame de escolaridade, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, prova prático-oral, teste de avaliação do condicionamento físico e/ou validação documental, de acordo com o programa aberto. 

Concursos do Exército


As seleções confirmadas para o Exército são as seguintes: EsSA - Combatentes/Aviação (Escola de Sargento das Armas), EsSLog (Escola de Sargentos de Logística), EsSLog - Saúde e Músico, EsFCEx (Escola de Formação Complementar do Exército), EsFCEx - Capelão, IME (Instituto Militar de Engenharia) e EsSEx (Escola de Saúde do Exército).
Pelo cronograma, em abril sairá o concurso EsPCEx; em maio, EsSA - Combatentes/Aviação, EsSLog e EsSLog - Saúde e Músico; em junho, EsFCEx, EsFCEx - Capelão e IME; e em julho, o da EsSEx.O número de vagas que serão oferecidas não foi revelado, mas levando em consideração os anos anteriores, as seleções devem somar mais de 1.000 ofertas.
As provas são sempre parecidas e uma dica é conferir os conteúdos programáticos dos certames anteriores. Fora os testes objetivos, os processos seletivos costumam apresentar comprovação de requisitos, inspeção de saúde, aptidão física e/ou exame de habilitação musical.

Concursos da Marinha


As oportunidades serão para candidatos que estão nos níveis médio, técnico e superior.
Em maio, durante a primeira quinzena, a Marinha divulgará os concursos para o quadro complementar da armada, quadro complementar de intendentes, quadro de apoio à saúde, quadro de médicos e quadro de cirurgiões-dentistas.
No decorrer da segunda quinzena de julho está previsto o processo seletivo para o corpo auxiliar de praças.
Tais seleções ocorrem anualmente e, juntas, somam centenas de vagas. As provas costumam ser aplicadas em todo o país, enquanto o curso de formação ocorre no Rio de Janeiro.

Mais detalhes dos concursos das Forças Armadas


Os concursos das Forças Armadas sempre estipulam uma idade específica para participar, que costuma ser de no máximo 36 anos em alguns casos. Cada edital mostrará as exigências específicas para as carreiras contempladas.

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